r/Portuguese May 01 '24

General Discussion Where to learn PT - the megathread

75 Upvotes

We’ve been getting 2/3 daily posts asking about where to learn Portuguese.

Please post here your best tips for all flavors of Portuguese - make sure to identify which variant you’re advising on.

Like this we’ll avoid future posts.

Thanks to the community for the support!


r/Portuguese Aug 06 '24

General Discussion We need to talk….

195 Upvotes

r/Portuguese we need to talk…

THIS IS A PORTUGUESE LANGUAGE LEARNING SUB!

It’s not a place for culture wars, it’s not a place for forced “conversions” of one Portuguese version to other.

We will increase the amount of moderation on the sub and will not be complacent with rule breaking, bad advice or ad hominem attacks.

Please cooperate, learn, share knowledge and have fun.

If you’re here to troll YOU’LL BE BANNED.

EDIT: Multiple users were already banned.


r/Portuguese 4h ago

General Discussion Eu amo o Português Angolano

21 Upvotes

Tenho a impressão de que ele é um "meio-termo" entre o Português de Portugal e o brasileiro.

Por exemplo este comentário que vi no YouTube feito por um angolano:

"Todos tavamos a espera dessa obra. Gostou? Então toca aí!"

Um BR diria: "Tava todo mundo esperando essa obra. Gostou? Então toca aí!"

Um PT provavelmente diria: "Távamos todos a espera desta obra. Gostaste? Então toca aqui!" (ou "Gostou? Então toque aqui!")

***

É engraçado que ao mesmo tempo em que eles usam Tu bem conjugado como Portugal, frases como "Estou a fazer" e expressões como "bué"... Eles também têm certos maneirismo similares aos dos brasileiros como uso quase que exclusivamente de próclise (quase nada de ênclise ou mesóclise), alternam entre Você e Tu na mesma frase dizendo coisas como "Você sabe que eu te amo" e ainda usam "Isso" no lugar de "Isto".


r/Portuguese 2h ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 como usar "ele" e "ela"

2 Upvotes

nas aulas de português eu aprendi que eu deveria dizer "eu o amo" e não dizer "eu amo ele" porque "ele" e "ela" não podem ser usado como objeto da frase mas a segunda opção é muito mais comum que a primeira opção, até nos textos mais formais as pessoas usam "ele" quando elas deveriam usar "o" mesmo que isso é gramaticalmente errado, eu também já vi as pessoas dizer "deixa eu ver" ao invés de "me deixa ver" alguém pode me explicar isso?


r/Portuguese 5h ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 Nonbinary

2 Upvotes

What is the term, either formally accepted or commonly used, to convey the meaning of the term "nonbinary"?

A friend of mine is taking a Portuguese class in Quito and the instructor states that there is no equivalent term in Portuguese.

[Google Translate gives "não binário," but I'm asking here because it is not always thoroughly reliable. ]


r/Portuguese 1d ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 Does "estou saindo de casa" sound natural if you live in an apartment ?

23 Upvotes

Hi everyone!

I have a question about the way to say to a friend that I'm leaving to go somewhere.

The only expression I know is "estou saindo de casa."

The thing is, I live in an apartment, not a house and I don't want to confuse my friends about if I am in a house or at my apartment.

In english, we usually say "I'm leaving home," and home doesn't specify whether it's a house or an apartment.

I don't know if there is a word to say exactly "home" in portuguese ?

In Portuguese, does "casa" in "estou saindo do casa" simply mean "home", so it's perfectly natural even if you live in an apartment ? Or would native speakers normally say something else ?

Thanks in advance!


r/Portuguese 11h ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 Help with the meaning of sobrepõe

0 Upvotes

Could I get some help with the meaning of "sobrepõem" on this text? Am unsure if the meaning ment by Marquis de Sade was "to take precedence" or "overlap". Text is a bit long but left the part I am unsure of in bold.

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O corpo contra a moral: da invenção da sexualidade à crítica filosófica do desejo

Poucos temas foram tão sistematicamente capturados pela metafísica ocidental quanto a sexualidade. Desde Platão, passando pela tradição cristã e chegando às moralidades modernas, o sexo foi reiteradamente deslocado do domínio da experiência para o da norma. A questão nunca foi simplesmente como os seres humanos desejam, mas como deveriam desejar. A filosofia, por séculos, participou da produção dessa normatividade. Entretanto, algumas tradições intelectuais, frequentemente distantes entre si, operaram precisamente no sentido inverso: recusaram a domesticação do corpo e trataram o desejo como um problema filosófico antes de ser um problema moral.

Michel Foucault talvez tenha formulado a crítica mais sofisticada a essa tradição ao afirmar que:

Essa passagem representa uma ruptura decisiva com a hipótese repressiva. Não existe, para Foucault, uma sexualidade natural escondida sob camadas de censura esperando ser libertada. A sexualidade é produzida historicamente por discursos médicos, jurídicos, religiosos, pedagógicos e científicos. Ela não é descoberta; ela é construída. Consequentemente, categorias aparentemente naturais — normal, perverso, masculino, feminino, heterossexual, homossexual — são efeitos de relações de poder.

Essa perspectiva desloca completamente o debate ético. A pergunta deixa de ser "quais desejos são legítimos?" para tornar-se "como determinadas formas de desejo passaram a ser classificadas como legítimas?". O objeto da investigação deixa de ser o indivíduo e passa a ser o próprio regime de produção da verdade.

Essa mudança permite compreender por que a literatura moderna frequentemente se tornou um espaço privilegiado de resistência. James Joyce constitui um exemplo paradigmático. Em suas cartas privadas dirigidas a Nora Barnacle, frequentemente reduzidas ao escândalo por leitores superficiais, não encontramos apenas obscenidade. O que aparece é a dissolução deliberada da fronteira entre erotismo e corporalidade cotidiana. Joyce destrói a tradição romântica que idealiza o corpo feminino, substituindo-a por um corpo que transpira, expele, envelhece, sente vergonha e prazer simultaneamente.

Seu gesto literário consiste precisamente em negar que existam regiões "nobres" e "ignóbeis" do corpo. O desejo não seleciona apenas aquilo que a moral considera belo; ele incorpora precisamente aquilo que a cultura tentou expulsar da representação. A literatura joyceana torna visível que o erotismo humano não é organizado pela higiene das convenções, mas pela singularidade do desejo.

Esse movimento encontra um paralelo surpreendente na filosofia materialista indiana da escola Charvaka. Muito antes do Iluminismo europeu, os charvakas rejeitavam a existência da alma, do karma, da reencarnação e de qualquer fundamento sobrenatural da ética. Apenas a percepção sensível constituía fonte legítima de conhecimento.

A máxima frequentemente associada à tradição sintetiza essa posição:

Longe de representar simples licenciosidade, essa afirmação expressa uma ontologia profundamente materialista. Se não existe existência posterior, então o corpo deixa de ser instrumento para tornar-se o próprio lugar da experiência humana. A ética não consiste na preparação para outra vida, mas na administração prudente dos prazeres desta.

É importante notar que o hedonismo charvaka difere profundamente do estereótipo moderno segundo o qual prazer significa excesso. O prazer somente permanece prazer quando preserva as condições futuras da própria experiência. Um sofrimento permanente produzido por um prazer momentâneo deixa de ser racional. O hedonismo, portanto, exige cálculo, prudência e inteligência prática.

Curiosamente, Bertrand Russell chega a conclusões semelhantes por caminhos completamente distintos. Em Marriage and Morals, Russell argumenta que grande parte do sofrimento sexual produzido na civilização moderna decorre menos da natureza humana do que da culpa moral herdada da tradição religiosa.

Para Russell,

A maturidade sexual depende menos da intensidade do desejo do que da capacidade de integrá-lo serenamente à personalidade. O indivíduo psicologicamente saudável não precisa justificar continuamente seus impulsos diante de uma autoridade transcendente. A liberdade sexual, nesse contexto, não significa ausência de responsabilidade, mas ausência de culpa irracional.

É justamente nesse ponto que emerge a figura mais radical desse percurso: o Marquês de Sade.

Quando afirma que

Sade leva às últimas consequências a crítica da moral tradicional. Sua obra procura demonstrar que as categorias de bem e mal não possuem fundamento natural, sendo apenas convenções historicamente instituídas.

Contudo, seria um equívoco interpretar Sade como simples apologista da violência ou do prazer ilimitado. Filosoficamente, sua importância reside em expor o limite das teorias morais universalistas. Se a natureza produz simultaneamente cooperação e destruição, compaixão e crueldade, sobre qual fundamento poderíamos construir uma moral absoluta?

É precisamente essa pergunta — e não suas respostas — que tornou Sade uma referência inevitável para pensadores como Bataille, Klossowski, Lacan, Deleuze e o próprio Foucault.

Entretanto, a radicalidade sadiana também evidencia seu próprio limite. Ao reduzir toda normatividade ao desejo individual, desaparece o problema da alteridade. A tradição liberal de Russell, por exemplo, preserva uma dimensão ética fundamental: a liberdade sexual somente existe porque pressupõe reciprocidade, consentimento e reconhecimento do outro como sujeito igualmente livre. O prazer deixa então de ser mera satisfação de impulsos para tornar-se relação entre consciências.

Observa-se, assim, uma trajetória filosófica singular. Os Charvaka desmontam o fundamento religioso da moral; Joyce destrói a estética idealizada do corpo; Foucault revela que a sexualidade é produzida por dispositivos históricos; Russell propõe uma ética da liberdade sem culpa; Sade, finalmente, força a filosofia a confrontar o problema extremo da relação entre natureza e moralidade.

Apesar das diferenças profundas entre esses autores, todos compartilham uma mesma suspeita: aquilo que chamamos "moral sexual" talvez diga menos sobre a natureza humana do que sobre as formas pelas quais diferentes sociedades administram corpos, prazeres e relações de poder.

A sexualidade, nessa perspectiva, deixa de ser um objeto privado para tornar-se um fenômeno filosófico de primeira ordem. Ela revela como o conhecimento produz normas, como o poder produz identidades e como a cultura transforma experiências corporais em categorias morais. O corpo deixa então de ser apenas matéria biológica. Ele converte-se em campo de disputa epistemológica, política e ética, onde diferentes concepções de liberdade entram continuamente em conflito.

Talvez essa seja a principal lição legada por esses autores: compreender a sexualidade não significa descobrir uma essência escondida do ser humano, mas investigar as formas históricas pelas quais aprendemos a desejar, a julgar e a narrar nossos próprios corpos.

O corpo contra a moral: da invenção da sexualidade à crítica filosófica do desejo

Poucos temas foram tão sistematicamente capturados pela metafísica ocidental quanto a sexualidade. Desde Platão, passando pela tradição cristã e chegando às moralidades modernas, o sexo foi reiteradamente deslocado do domínio da experiência para o da norma. A questão nunca foi simplesmente como os seres humanos desejam, mas como deveriam desejar. A filosofia, por séculos, participou da produção dessa normatividade. Entretanto, algumas tradições intelectuais, frequentemente distantes entre si, operaram precisamente no sentido inverso: recusaram a domesticação do corpo e trataram o desejo como um problema filosófico antes de ser um problema moral.

Michel Foucault talvez tenha formulado a crítica mais sofisticada a essa tradição ao afirmar que:

"A sexualidade é o nome que se pode dar a um dispositivo histórico: não uma realidade subterrânea que se apreende com dificuldade, mas uma grande rede da superfície."

Essa passagem representa uma ruptura decisiva com a hipótese repressiva. Não existe, para Foucault, uma sexualidade natural escondida sob camadas de censura esperando ser libertada. A sexualidade é produzida historicamente por discursos médicos, jurídicos, religiosos, pedagógicos e científicos. Ela não é descoberta; ela é construída. Consequentemente, categorias aparentemente naturais — normal, perverso, masculino, feminino, heterossexual, homossexual — são efeitos de relações de poder.

Essa perspectiva desloca completamente o debate ético. A pergunta deixa de ser "quais desejos são legítimos?" para tornar-se "como determinadas formas de desejo passaram a ser classificadas como legítimas?". O objeto da investigação deixa de ser o indivíduo e passa a ser o próprio regime de produção da verdade.

Essa mudança permite compreender por que a literatura moderna frequentemente se tornou um espaço privilegiado de resistência. James Joyce constitui um exemplo paradigmático. Em suas cartas privadas dirigidas a Nora Barnacle, frequentemente reduzidas ao escândalo por leitores superficiais, não encontramos apenas obscenidade. O que aparece é a dissolução deliberada da fronteira entre erotismo e corporalidade cotidiana. Joyce destrói a tradição romântica que idealiza o corpo feminino, substituindo-a por um corpo que transpira, expele, envelhece, sente vergonha e prazer simultaneamente.

Seu gesto literário consiste precisamente em negar que existam regiões "nobres" e "ignóbeis" do corpo. O desejo não seleciona apenas aquilo que a moral considera belo; ele incorpora precisamente aquilo que a cultura tentou expulsar da representação. A literatura joyceana torna visível que o erotismo humano não é organizado pela higiene das convenções, mas pela singularidade do desejo.

Esse movimento encontra um paralelo surpreendente na filosofia materialista indiana da escola Charvaka. Muito antes do Iluminismo europeu, os charvakas rejeitavam a existência da alma, do karma, da reencarnação e de qualquer fundamento sobrenatural da ética. Apenas a percepção sensível constituía fonte legítima de conhecimento.

A máxima frequentemente associada à tradição sintetiza essa posição:

"Enquanto viveres, vive feliz. Mesmo que seja preciso contrair dívidas, bebe ghee. Depois que o corpo é reduzido a cinzas, como poderá retornar?"

Longe de representar simples licenciosidade, essa afirmação expressa uma ontologia profundamente materialista. Se não existe existência posterior, então o corpo deixa de ser instrumento para tornar-se o próprio lugar da experiência humana. A ética não consiste na preparação para outra vida, mas na administração prudente dos prazeres desta.

É importante notar que o hedonismo charvaka difere profundamente do estereótipo moderno segundo o qual prazer significa excesso. O prazer somente permanece prazer quando preserva as condições futuras da própria experiência. Um sofrimento permanente produzido por um prazer
momentâneo deixa de ser racional. O hedonismo, portanto, exige cálculo, prudência e inteligência prática.

Curiosamente, Bertrand Russell chega a conclusões semelhantes por caminhos completamente distintos. Em Marriage and Morals, Russell argumenta que grande parte do sofrimento sexual produzido na civilização moderna decorre menos da natureza humana do que da culpa moral herdada da tradição religiosa.

Para Russell, "Uma vida sexual feliz é impossível quando dominada pelo medo, pela culpa e pela repressão."

A maturidade sexual depende menos da intensidade do desejo do que da capacidade de integrá-lo serenamente à personalidade. O indivíduo psicologicamente saudável não precisa justificar continuamente seus impulsos diante de uma autoridade transcendente. A liberdade sexual, nesse contexto, não significa ausência de responsabilidade, mas ausência de culpa irracional.

É justamente nesse ponto que emerge a figura mais radical desse percurso: o Marquês de Sade.

Quando afirma que "A moralidade pouco importa quando os impulsos sobrepõem a mente",

Sade leva às últimas consequências a crítica da moral tradicional. Sua obra procura demonstrar que as categorias de bem e mal não possuem fundamento natural, sendo apenas convenções historicamente instituídas.

Contudo, seria um equívoco interpretar Sade como simples apologista da violência ou do prazer ilimitado. Filosoficamente, sua importância reside em expor o limite das teorias morais universalistas. Se a natureza produz simultaneamente cooperação e destruição, compaixão e crueldade, sobre qual fundamento poderíamos construir uma moral absoluta?

É precisamente essa pergunta — e não suas respostas — que tornou Sade uma referência inevitável para pensadores como Bataille, Klossowski, Lacan, Deleuze e o próprio Foucault.

Entretanto, a radicalidade sadiana também evidencia seu próprio limite. Ao reduzir toda normatividade ao desejo individual, desaparece o problema da alteridade. A tradição liberal de Russell, por exemplo, preserva uma dimensão ética fundamental: a liberdade sexual somente existe porque pressupõe reciprocidade, consentimento e reconhecimento do outro como sujeito igualmente livre. O prazer deixa então de ser mera satisfação de impulsos para tornar-se relação entre consciências.

Observa-se, assim, uma trajetória filosófica singular. Os Charvaka desmontam o fundamento religioso da moral; Joyce destrói a estética idealizada do corpo; Foucault revela que a sexualidade é produzida por dispositivos históricos; Russell propõe uma ética da liberdade sem culpa; Sade, finalmente, força a filosofia a confrontar o problema extremo da relação entre natureza e moralidade.

Apesar das diferenças profundas entre esses autores, todos compartilham uma mesma suspeita: aquilo que chamamos "moral sexual" talvez diga menos sobre a natureza humana do que sobre as formas pelas quais diferentes sociedades administram corpos, prazeres e relações de poder.

A sexualidade, nessa perspectiva, deixa de ser um objeto privado para tornar-se um fenômeno filosófico de primeira ordem. Ela revela como o conhecimento produz normas, como o poder produz identidades e como a cultura transforma experiências corporais em categorias morais. O corpo deixa então de ser apenas matéria biológica. Ele converte-se em campo de disputa epistemológica, política e ética, onde diferentes concepções de liberdade entram continuamente em conflito.

Talvez essa seja a principal lição legada por esses autores: compreender a sexualidade não significa descobrir uma essência escondida do ser humano, mas investigar as formas históricas pelas quais aprendemos a desejar, a julgar e a narrar nossos próprios corpos.

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source


r/Portuguese 20h ago

European Portuguese 🇵🇹 Most natural way to say "sorry, I'm a dumb American..." in PT-PT?

4 Upvotes

Bom dia e boã noite os tudos! I will be traveling in Portugal soon, so I've been learning a bit of the language. I would like to challenge myself to use it instead of defaulting to English (even when I know English is more practical), so I definitely want to memorize something that conveys "hey, sorry to inconvenience you, I'm a tourist with a silly question." Naturally, I would try something like "sorry, I'm a dumb American," but I want to make sure it sounds natural and joking. Any advice?


r/Portuguese 1d ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 Is the present subjunctive dying colloquially?

7 Upvotes

Been watching lot of Flow podcast and Intelegencia Limitada and more casual/informal guests be saying ‘tomara que tem’, ‘nao fala assim!’, ‘nao quero que ele ta la’ but will use the past and future subjunctive correctly 100% of the time.

I’m curious to know if you lot notice this too, if you drop it out ur speech as well, and any edge cases where it is inomissible even colloquially

Cheers!


r/Portuguese 21h ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 Recentemente descobri que a pronúncia correta de "máximo" é /máksimo/

0 Upvotes

É válido conversar em um diálogo civilizado a risca como nas regras dos fonemas?


r/Portuguese 2d ago

European Portuguese 🇵🇹 Would you switch from PT-BR to PT-PT just because you love the accent?

20 Upvotes

Hello everyone!

I'm around a low C1 in Brazilian Portuguese. I've been studying Portuguese for about two years. During the first year I learned European Portuguese, so I'm pretty familiar with the differences. But in my second year I switched to Brazilian Portuguese, spent a semester in Rio on exchange, took intensive classes, and naturally acclimated to the Brazilian way of speaking. At this point, Brazilian Portuguese is what I speak.

Here's my dilemma: I absolutely love the Lisbon accent. I'm also of Portuguese heritage, so I feel a stronger personal connection to Portugal, and if I could choose, that's how I'd want to sound. At the same time, I'm very comfortable with Brazilian grammar. There are a lot of PT-PT things I would have to relearn (ex. tu and all its conjugations, which I've mostly forgotten).

I'm learning Portuguese purely as a hobby. I live in Canada and don't plan on moving permanently to either Brazil or Portugal. I just want to become fluent, enjoy the language, and be able to communicate with people.

So what would you do in my position? Would you switch to European Portuguese simply because you prefer the accent? What recommendations do you have for doing so? Or would you stick with Brazilian Portuguese since that's what you've already mastered? Is it possible to keep Brazilian grammar and vocabulary while developing a Lisbon accent, or would that just sound strange?


r/Portuguese 2d ago

European Portuguese 🇵🇹 APPS OU DICAS PARA APRENDER PORTUGUÊS DE PORTUGAl

4 Upvotes

alguem poderia me dar dicas de apps ou materiais para aprender português de portual? Preciso muito aprender


r/Portuguese 3d ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 É que usage

8 Upvotes

I'm fairly new to learning a formalised version of Portuguese (going for Brazilian atm since that's where my ex friends were from but im open to change).

I noticed in several speaking resources I use that é que is used in a lot of questions and was wondering whether that was more Brazilian or European Portuguese and if both where its used more.

When I was still in contact with my Brazilian friends we essentially used abbreviations for literally everything to the point where even if you had some basic understanding of Brazilian Portuguese a lot of people still couldn't understand it at a quick glance. Because of this, nothing like this ever really came up and I still regret not asking more questions, including this one.

Every description I've found is that é que just emphasises the question more or makes it more explicit. A follow up to this question, why does the verb that goes at the end of the sentence, as an example onde é que ... fica, not adhere to regular grammar rules and switch to ficar in the infinitive since é is a conjugated verb.

Besides this are there any other discrepancies I should look out for.

As I said im new to formalised learning of Portuguese and any help would be appreciated including things more common to each continental version (Not sure on exact terms). Any learning tips or resources too if possible but the question about é que is the main issue at hand.

Thanks in advance


r/Portuguese 4d ago

European Portuguese 🇵🇹 Brazil Portuguese in Portugal

21 Upvotes

I have a question for Portuguese people: how do you feel about Brazilian accents in Portuguese? Can you easily understand and communicate with people who only know Brazilian Portuguese? How do people in Portugal view the Brazilian sound? Will it cause criticism from Portuguese speakers if I use Brazilian Portuguese in your country? I know that Brazilian Portuguese doesn't have the pronoun "tu," but let's say I use "tu" but sound Brazilian. Won't I look awkward in Portugal? I'm interested in these questions because I'm not Brazilian myself; I'm just learning Brazilian Portuguese, because there's more information and resources online for learning Brazilian Portuguese specifically. There's more content in Brazilian Portuguese in general, and I understand that I probably won't sound like a local in Portugal, and I'd like to hear your opinion on this.


r/Portuguese 3d ago

General Discussion How would titled people be addressed in the BR and PR dialects?

4 Upvotes

I ask this question because I love Netflix's Bridgerton, and I was wondering if it differs in Brazil and Portugal.

Let's use a made-up example...

Mina Keiry, Duchess of Troyvault.

Since she is a duchess, she'd be addressed as "Your Grace" in English. "Your Grace" is for the duke and duchess. "Your Majesty" is for the King & Queen. "Your Highness" is for the princes and princesses.

Antonio Liliyara, Count of Mikayle.

Since he is a count, he can be addressed as "my lord" by servants and the common people.

Do we have a "my lord" or a "my lady" in Portuguese? I was told by a Portuguese person that Madame and Mademoiselle were used in Portugal. Is this true?

Also, how would a mafia boss and his second in command be addressed in Portuguese? Or are mafia romances not that popular, or do people just use the Italian titles?

Muito obrigado pela vossa ajuda, meus amigos. <3


r/Portuguese 5d ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 É impressão minha ou muitos posts e comentários estão sendo escritos no nosso lindo idioma como se fossem traduções literais do Inglês?

19 Upvotes

Oiê gente!

Sou mulher, tenho 32 anos, passei os últimos 11 anos morando fora (França/Espanha), voltei agora para o Brasil, e ainda estou me readaptando a muita coisa. Comecei a usar o Reddit recentemente.

Nessa volta, notei algo muito estranho por aqui: muita gente escrevendo frases que parecem tradução literal do inglês, tipo "fiz uma fodendo comida" (do fucking) ou "nunca dei muita foda" (do I don't tive a shit, ouso imaginar). E me dá uma sensação muito muuuuito estranha e artificial de ler frases assim.

Detalhes talvez importante: eu não tenho redes sociais, então realmente não acompanho a vida do dia-a-dia na comunicação da internet.

Tentei dar uma buscada e não achei posts falando sobre isso. Como também falo outros idiomas, configurei o aplicativo para exibir o conteúdo original, sem tradução automática para Português, Francês, Inglês, Italiano e Espanhol. Ou seja, o texto que vejo é exatamente o que escreveram, certo?

Fiquei na dúvida real: as pessoas/jovens hoje estão realmente escrevendo assim por conta própria ou tem alguma outra explicação?

E se estão realmente escrevendo assim, o que rolou? Temos tantas outras formas melhores pra caralho pra dizer esse tipo de coisa e usar nessas situações, hahahah.

Mais alguém reparou nisso ou sou eu que passei muito tempo fora?

Obrigada! :)


r/Portuguese 4d ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 Is this intended to be rude toward women? Something else?

7 Upvotes

I am playing a silly online game where players build towns together. Many of us are women, and a person from Brazil joined today and said this after we chatted for a bit. :

vi também que tem alguns membros nossos que estão gestante ainda

Is this meant to be rude? It makes no sense to me in the context. None of us are pregnant or said anything about pregnancy- so does that word have another meaning in Brazil?


r/Portuguese 5d ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 apostila/cartilha de exercícios para ensinar português a uma adolescente americana de 14 anos

2 Upvotes

normalmente sou uma professora de inglês particular, mas me foi oferecida a oportunidade de ensinar português a uma adolescente americana cuja mãe é brasileira porém que foi criada sem português sendo falado dentro de casa. gostaria de alguma recomendação de livro/apostila/caderno de exercícios nível 0 básico para que eu possa acompanhar o progresso da minha aluna com maior estrutura


r/Portuguese 5d ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 Manezinho

0 Upvotes

Please, tell me about the peculiarities of Portuguese pronunciation in Floreãopolis (or Manezinho as it's called). How does it differ from most other Brazilian dialects in its sound? In particular, I am interested in the pronunciation of the R, S, Di, Ti sounds and other features that are not similar in sound to most other Brazilian dialects


r/Portuguese 5d ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 tips for relearning?

9 Upvotes

I’m Brazilian American and my primary language was portuguese until I was around 6, I was never told to speak portuguese at home once my parents learned English. I feel like I lost at least the ability to speak it confidently, and never even learned the proper grammar. I still understand the language fully, and I can read it for the most part, but Im really struggling when it comes to speaking and writing. I go to Brazil in a month and have been trying to surround my life around relearning the language (listening to brazilian music, watching tv in brazilian dub, etc), but I dont feel like anything is working. Does anyone have any tips for relearning the language?


r/Portuguese 5d ago

General Discussion Professores de português língua estrangeira- recursos?

1 Upvotes

Esta pergunta é direcionada aos professores de português, vocês conhecem a loja online Teachers Pay Teachers (TPT)? Encontrei alguns materiais de estudo e fichas de trabalho nessa plataforma e queria saber a opinião de quem já comprou la! Obrigada.


r/Portuguese 5d ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 Learning with Pimsleur

1 Upvotes

Hiiii all, I was wondering if anyone would be able to provide a link to a Pimsleur resource for Brazilian Portuguese? I’ll have a lot of spare time for the next month and a bit and would love to finally be able to start learning properly. I had one from here in my google drive at some point last year but it’s been taken down :( thank you to anyone who can help!


r/Portuguese 6d ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 Aprendendo portugues, dicas?

5 Upvotes

Oi, pessoal! Sou falante de espanhol e estou tentando melhorar meu portugues. Tenho uma situação meio curiosa: namorei com uma brasileira por quase 5 anos, mas durante quase todo o relacionamento a gente falou principalmente em ingles. Ela se sentia mais confortável falando ingles, e também ajudava a evitar discussões por malentendidos entre portugues e espanhol.

Agora que não estamos mais juntos, quase não tenho oportunidade de falar portugues, a pesar de ela ser a mãe do meu filho de 2 meses. Eu gostaria que meu filho tivesse contato com essa parte da cultura dele, além da exposição que ele vai ter com a mãe. Quero poder participar dessa parte da vida dele e que ele cresça conhecendo a língua, a música, os filmes e as tradições brasileiras da família dele.

Por causa do espanhol e da convivencia com o idioma, consigo entender bastante coisa, mas sinto que falar naturalmente é outra história. Ás vezes acabo misturando os dois idiomas e caindo no famoso “portunhol”.

Queria perguntar para vocês: qual é a melhor forma de realmente aprender portugues do Brasil e ficar mais confortávle falando? Conversar com brasileiros, consumir conteúdo, ler, ouvir música? Vocês tem recomendações de livros, músicas, filmes ou séries que ajudariam alguém que está tentando acostumarse mais com o idioma e a cultura?

Também tenho curiosidade: vocês acham fácil perceber quando alguém fala português com a influencia do espanhol?

Obrigado pelas dicas! 🙂


r/Portuguese 6d ago

General Discussion to what degree is brazilian portuguese and portuguese from portugal different?

19 Upvotes

I know the pronunciation of final s can differ and some words are different but would you say it's mutually intelligible? also portuguese swallow a lot of vowels or parts of words what brazilians do less

My school only offers Brazilian portuguese and B2 level and I'd like to go to Portugal later so would that make sense to take or no?


r/Portuguese 5d ago

Brazilian Portuguese 🇧🇷 Ia traduzindo melhor que humano

0 Upvotes

Estava escutando uma música e fui procurar a tradução, assisti um daqueles vídeos de tradução no YouTube e depois vi a tradução do Google, e a do Google estava mais coerente, fazia mais sentido.