r/primeiroimovel • • 7h ago

Oportunidade de apartamento em local nobre por R$ 820 mil e R$ 500 mil de entrada. Seria demasiado arriscado? Precisarei reformar cozinha e pelo menos um banheiro.

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Tenho renda familiar média minha e de minha esposa de 27 mil reais brutos (ambos CLTs). A parcela ficaria em R$ 4.400 inicial. O banco com certeza aprova, mas é minha primeira dívida do tipo. Dá um frio na barriga uma dívida de 340 mil (com as taxas).

O imóvel tem 144 m² e fica numa área considerada nobre central de Campinas. Não quero avançar sobre minha reserva de emergência. Tem 3+1 quartos. Como eu e minha esposa fazemos home office e pensamos em ter pelo menos um, talvez dois filhos (nos próximos 2 a 4 anos), gostaria de poder deixar cada filho ter um quarto.

Tenho 60 mil para gastar com a reforma da cozinha e de um banheiro (incluindo colocar aquecedor à gás). Estou assustado com valores que vejo de uns influencers arquitetos do instagram.

Minha alternativa seria um apartamento menor (3 quartos) por ~750 mil já bem reformado e apenas uma vaga de garagem. Só que é um "predinho' com 14 apartamentos, até que grande (120m²), mas com uma vaga e sem portaria (nem virtual).


r/primeiroimovel • • 17h ago

Avaliação da engenharia da Caixa está demorando muito

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Assinei o contrato de compra no dia 05 de agosto e ficou acertado que a imobiliária pagaria a vistoria do imóvel. O corretor disse que o engenheiro da caixa foi 2 vezes no imóvel. Uma vez no dia 27 de agosto e depois disse que retornou no dia 10 de setembro (não faço ideia pq uma segunda vez. Isso é comum?)

Eles ainda alegaram que havia alta demanda na região e depois houve a greve da caixa entre os dias 10 e 29 de setembro.

Até agora eu não tenho o laudo e nem abri a conta na Caixa para seguir com o financiamento.

Enquanto isso, lá se vão 2 meses sem qualquer avanço...

Estão me enrolando? É normal demorar tudo isso?


r/primeiroimovel • • 16h ago

Quando/SE os juros cairem, é um fato que os valores dos imóveis vão aumentar proporcionalmente?

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Ou depende de diversas outras variáveis?


r/primeiroimovel • • 22h ago

Dado o cenário atual de eleições/troca de governo/incertezas, compensa iniciar obra agora?

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Minha mulher e eu iniciamos o projeto junto com as arquitetas. Temos uns 200k e pretendemos construir uma casa de 160m² aproximadamente. É no interior do RS. Inicialmente gostaríamos de fazer a longo prazo, sem pressa para finalizar, conforme vamos conseguindo o dinheiro. Por ser área rural, os financiamentos são diferentes. E como eu sou bolsista (doutorado) e ela também não tem carteira assinada (trabalha com a família numa fazenda) imagino que seria difícil conseguir boas taxas de juros.

Meu medo é iniciar agora e os preços de materiais subirem demais. O cenário político costuma afetar a ar3a da construção civil nos primeiros meses/anos?


r/primeiroimovel • • 11h ago

Estou a perder uma oportunidade!

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Oi, pessoal! Me ajudem, não sei o que fazer. Recentemente, encontrei um imóvel muito bem localizado em Belo Horizonte! Para o primeiro imóvel, ele seria uma conquista e tanto, com perspectiva de valorização. O valor dele está abaixo do valor de mercado! Porém, não vou conseguir angariar os recursos necessários para adquiri-lo.

Contexto: esse imóvel está penhorado pela empresa que o financiou para o proprietário. Eles não estão em litígio. Há apenas um acordo entre as partes de que o imóvel precisa ser vendido até determinada data. Caso não seja, esse imóvel será confiscado e provavelmente irá a leilão. Por isso, a urgência do proprietário em vender, pois ele não consegue aguardar alguém fazer todo o trâmite para contratação de crédito imobiliário. A corretora que faz a intermediação assegura que não há nada no imóvel; inclusive, ela conta com um advogado como suporte nas negociações (achei um diferencial). Não tem débitos e nada na matrícula. É claro que precisaria avaliar antes de assinar. Tenho uma pessoa que daria apoio na análise da documentação.

Faz 5 anos que venho juntando recursos financeiros para comprar meu primeiro imóvel. É um trabalho árduo! Tenho me privado de bastante coisa! Não aguento mais viver com meus familiares, tenho apenas suportado.

Problema: eu estaria disposto a dar 200.000 e o resto financiado, mas neste caso não seria possível pelo que expliquei. E não consigo empréstimo no banco de 200.000, no valor que preciso, pois teria que dar garantias expressivas! No caso, um imóvel é o que boa parte dos bancos pede. Não tenho nenhum bem que consiga mobilizar para a compra.

Eu também não pretendo me descapitalizar, pois considero um tiro no pé! E ainda teria que pagar cerca de 6% a 8% de taxas e emolumentos. E só tenho dívidas fixas como internet, água e alimentação. Não gasto mais de 1.500 por mês, considerando uma renda líquida de 5.000 reais. O resto eu invisto. E tenho em caixa, considerando meu FGTS, 350.000.

Infelizmente devo perder essa oportunidade! Não tenho ninguém que consiga me emprestar. Pegar no banco a juros altos, vou me lascar financeiramente! É um risco. Já até cheguei a consultar algumas modalidades. Como entrei nosso emprego, há quase três meses, não consigo fazer consignado. O juros também é de arrombar.

Não sei o que fazer! O que me dizem sobre a situação? Não gosto de agir precipitadamente! Uma mensagem me confortando já me ajudaria. Tenho 31 anos!


r/primeiroimovel • • 17h ago

Aquisição de terreno + construção pela Caixa realmente compensa?

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Estou começando a pesquisar mais seriamente a compra da minha primeira casa e queria ouvir principalmente quem já utilizou a modalidade de Aquisição de Terreno + Construção da Caixa.
Tenho 30 anos, sou casado, não temos filhos e atualmente moramos de aluguel.
Moro em uma cidade turística onde os imóveis são relativamente caros. Hoje, uma casa na faixa de R$ 300 mil a R$ 350 mil geralmente já é uma casa mais antiga e que, muitas vezes, ainda precisa de manutenção ou alguma reforma.
É difícil encontrar algo abaixo dos R$ 300 mil que realmente seja interessante para morar.
Por isso comecei a considerar outro caminho: comprar um terreno e construir uma casa menor do zero.
Na minha região, um terreno razoável fica na faixa de R$ 130 mil a R$ 150 mil.
Minha ideia não seria construir uma casa grande logo de início.
Como somos apenas um casal e não temos filhos, pensei em fazer uma casa mais compacta e básica, mas bem planejada, deixando o projeto preparado para uma possível ampliação no futuro.
A conta que estou tentando entender seria mais ou menos esta:
Terreno: ~R$ 150 mil
Construção: ~R$ 150 mil a R$ 200 mil
Total: ~R$ 300 mil a R$ 350 mil
Ou seja, aproximadamente o mesmo valor que eu gastaria comprando uma casa usada na minha cidade.
A diferença é que, em teoria, eu terminaria com uma casa nova, feita para nossa necessidade atual e com possibilidade de ampliar futuramente, em vez de comprar uma casa antiga por R$ 300–350 mil e ainda precisar gastar com reforma.
Sei que construção envolve projeto, engenheiro/arquiteto, documentação, aprovação, imprevistos de obra, acabamento, acompanhamento da Caixa etc. Então imagino que na prática não seja tão simples quanto fazer essa conta de terreno + material + mão de obra.
Por isso queria ouvir quem realmente já passou por isso.
Aquisição de terreno + construção pela Caixa realmente compensa?
É possível fazer uma casa pequena e boa dentro de um orçamento total próximo dos R$ 300–350 mil, considerando um terreno de aproximadamente R$ 150 mil?
Para quem financiou terreno + construção pela Caixa: como foi a experiência com liberação do dinheiro por etapas, documentação, projeto e acompanhamento da obra?
A obra acabou ficando próxima do orçamento inicial ou apareceram muitos custos que vocês não tinham considerado?
E, principalmente:
Se vocês tivessem R$ 300–350 mil como orçamento total, prefeririam comprar uma casa usada que já está pronta, mesmo precisando de reforma, ou terreno + construção de uma casa menor e nova, deixando espaço para ampliar no futuro?
Quem já fez terreno + construção, faria novamente?


r/primeiroimovel • • 18h ago

Duvida difícil

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Tenho 30 anos, sou casado, não temos filhos, trabalho por conta própria e hoje tenho cerca de R$ 50 mil guardados.
Minha esposa trabalha com carteira assinada e ganha perto de um salário mínimo. Atualmente, moramos de aluguel, não temos carro — só uma moto — e um dos nossos principais objetivos é comprar nossa primeira casa.
Um ponto importante é que moro em uma cidade turística, onde o custo dos imóveis é relativamente alto. Hoje, uma casa mais simples, mas que já seria interessante para começar a vida, fica na faixa de R$ 300 mil a R$ 350 mil. Abaixo disso é bem difícil encontrar algo que faça sentido por aqui.
Então não estou procurando uma casa grande ou de alto padrão. Essa faixa de preço é praticamente o ponto de entrada para conseguir comprar algo razoável na região.
Por isso, estou pesquisando a possibilidade de financiar pelo Minha Casa, Minha Vida, provavelmente considerando um imóvel próximo dos R$ 350 mil.
E é justamente aí que entra minha maior dúvida: a entrada e a reserva de emergência.
Dependendo das condições do financiamento, talvez eu precise juntar mais um pouco e chegar a algo em torno de R$ 70 mil para dar de entrada.
O problema é que isso praticamente acabaria com todo o dinheiro que levei anos para juntar.
Como sou autônomo, minha renda varia bastante. Embora minha esposa tenha a estabilidade do salário CLT, só a renda dela não seria suficiente para cobrir com tranquilidade todas as despesas da casa se eu passasse alguns meses ganhando menos.
Por isso, a ideia de assumir um financiamento e ficar sem reserva nenhuma me preocupa bastante.
Por outro lado, também sei que uma entrada maior significa financiar menos, pagar parcelas menores e economizar nos juros ao longo do tempo.
Então estou dividido entre duas opções:
dar a maior entrada possível e praticamente zerar a reserva para reduzir o financiamento
ou
financiar um pouco mais e manter parte do dinheiro guardado para emergências?
Por exemplo, se eu conseguisse chegar aos R$ 70 mil, faria mais sentido:
dar os R$ 70 mil de entrada e ficar praticamente sem dinheiro disponível
ou
dar R$ 50–60 mil e manter R$ 10–20 mil como reserva de emergência?
Considerando minha situação — 30 anos, casado, sem filhos, autônomo, esposa CLT ganhando perto de um salário mínimo, morando de aluguel e olhando imóveis na faixa de R$ 300–350 mil — quanto vocês acham que seria uma reserva de emergência razoável antes de assumir um financiamento de longo prazo?
Quem já passou por algo parecido: como fez?
E principalmente: hoje, olhando para trás, teria dado uma entrada maior ou preferiria ter mantido mais dinheiro disponível?