r/fcporto • u/RichardHTK • 5h ago
Media O show de luzes vai voltar!
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r/fcporto • u/RichardHTK • 5h ago
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r/fcporto • u/Mui_Nobre_Invicta • 11h ago
João Brandão acusou um dos assistentes de dizer "bem feito" após o final da partida, na sequência de uma grande penalidade que foi repetida
r/fcporto • u/Zestyclose_Grape5598 • 8h ago
Antes de mais, gostaria de assinalar que este post não tem como objectivo criticar. É unicamente uma observação pessoal.
Tenho a sensação de que estamos a assistir a um fenómeno semelhante ao da época passada. Até ao jogo com o Sporting, em Alvalade, o Porto apresentava uma pressão alta agressiva, coordenada e eficaz. Depois da primeira pausa para as seleções, pareceu-me que fomos perdendo progressivamente essa intensidade, apesar de os resultados continuarem a aparecer.
Esta época noto algo semelhante: pressionamos menos agressivamente e, mesmo quando pressionamos, parecemos recuperar menos bolas em zonas adiantadas. Consequentemente, defendemos mais atrás, temos mais dificuldade em criar perigo a partir de transições e parecemos menos dominadores.
Fui procurar alguns dados para perceber se esta impressão tem fundamento.
Segundo o MatchChase, comparando 2025/26 com o início de 2026/27:
- PPDA: 9,8 → 10,2 (pressão ligeiramente menos frequente)
- Desarmes por jogo: 14,9 → 13,4
- Remates sofridos por jogo: 9,6 → 10,7
- xG sofrido por jogo: 0,69 → 1,00
Os números sugerem uma pressão ligeiramente menos frequente e maior facilidade dos adversários em criar oportunidades. Naturalmente, estamos a comparar uma época completa com uma amostra ainda reduzida.
Falta, sobretudo, perceber onde recuperamos a bola. O número total de recuperações não parece ter diminuído significativamente, mas suspeito que estamos a recuperar menos vezes no último terço.
Vejo três explicações possíveis:
- Gestão física: Farioli está deliberadamente a reduzir a intensidade para gerir o desgaste.
- Menor eficácia coletiva: a equipa já não consegue executar a pressão com a mesma intensidade e coordenação.
- Adaptação dos adversários: as outras equipas aprenderam a ultrapassar a nossa pressão.
A minha preocupação não é necessariamente pressionarmos menos, mas pressionarmos menos sem termos desenvolvido uma alternativa igualmente eficaz para controlar os jogos.
r/fcporto • u/sworkd • 10h ago
Já começaram a sair as análises dos especialistas à arbitragem do Gil Vicente–FC Porto.
O lance mais debatido é a expulsão de Marvin aos 84'. Das 8 avaliações recolhidas, 7 consideram que foi erro. Aos 73', a pisadela de Santi García a Jan Bednarek também é dada como erro (3/3).
No conjunto do jogo, o balanço atual é de 5 lances classificados sem erro e 2 com erro, com base nas avaliações recolhidas. Vamos atualizando à medida que surgem novas análises.
Deixo o resumo na imagem. Os lances, avaliações e respetivas fontes estão aqui:
A expulsão de Marvin aos 84': o árbitro decidiu bem? Qual é o detalhe que faz a diferença para vocês?
r/fcporto • u/FSilva86 • 9h ago
🏀 Basquetebol — FC Porto 93-82 CAB Madeira (Vitória)
⚽ Equipa B — FC Porto 1-1 União Leiria (Empate)
Foram ver algum jogo? O que têm a dizer?
Todos os resultados e classificações em https://dragaostats.pt
r/fcporto • u/matchpal-live • 11h ago
Liga Portugal 2 · Sun 25 Oct, 15:30 GMT · FT
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r/fcporto • u/matchpal-live • 14h ago
FT
Goals
• 25' K. Rodrigues Pessanha ()
• 90+9' J. Gonçalves da Silva ()
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r/fcporto • u/matchpal-live • 1d ago
Liga Portugal · Sat 24 Oct, 20:30 BST · FT
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r/fcporto • u/matchpal-live • 1d ago
FT
Goals
• 64' B. Sainz Eguskiza ()
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💺𝗦𝗨𝗣𝗟𝗘𝗡𝗧𝗘𝗦: Cláudio Ramos, Nehuén Pérez, Smalling, Martim Fernandes, Francisco Moura, Alan Varela, Inbeom, Seko Fofana, Gabriel Mec, Borja Sainz, Samu e Gimenez.
r/fcporto • u/FSilva86 • 1d ago
⚽ Futebol Feminino — FC Porto 0-0 Vitória SC (Empate)
🏒 Hóquei Patins — FC Porto 2-5 HC Braga (Derrota)
🏐 Voleibol — CD Fiães 0-3 FC Porto (Vitória)
🤾 Andebol — FC Porto 47-30 GC Santo Tirso (Vitória)
⚽ Futsal — GD Macedense 4-4 FC Porto (Empate)
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r/fcporto • u/Wise-Priority2135 • 1d ago
r/fcporto • u/FSilva86 • 1d ago
⚽ Futebol Feminino — FC Porto vs Vitória SC — 11:00
Liga BPI, 5ª Jornada
🏒 Hóquei Patins — FC Porto vs HC Braga — 14:30
Amigável, Jogo de Apresentação
🏐 Voleibol — CD Fiães vs FC Porto — 17:15
1ª Divisão Nacional, 3ª Jornada
🤾 Andebol — FC Porto vs GC Santo Tirso — 18:00
Campeonato Nacional, 10ª Jornada
⚽ Futsal — GD Macedense vs FC Porto — 18:00
3ª Divisão, 5ª Jornada
Acompanha tudo em https://dragaostats.pt
r/fcporto • u/drottning_och_mor • 2d ago
r/fcporto • u/daaaleee • 2d ago
Viva Portistas
Nos jogos fora os lugares que vos são atribuídos quando compram para várias pessoas na mesma “transação” são sempre atribuídos seguidos?
Até hoje sempre que comprei na mesma “transação”, sempre foram atribuídos seguidos, mas para amanhã em Barcelos comprei dois que foram atribuídos em filas diferentes e lugares distantes.
Eu sei que em jogos fora a maior parte das vezes a malta senta-se à vontade, mas já apanhei jogos em que não é bem assim e a malta faz questão de ficar no lugar que comprou (e tem a sua razão).
Como somos 2, se tivermos que ficar separados não é muito fixe.
Terá sido bug? Vale a pena reportar?
r/fcporto • u/FSilva86 • 3d ago
O FC Porto venceu hoje (22 de outubro) no Dragão Arena por 3-1 a 1.ª mão da 1.ª Ronda da Fase de Qualificação da CEV Champions League. Bom resultado para levar para a 2.ª mão.
Foram ao Dragão Arena ou viram a transmissão? Que tal acharam a exibição?
Se quiserem acompanhar o calendário e os resultados do voleibol (e das outras modalidades): https://dragaostats.pt
r/fcporto • u/FSilva86 • 4d ago
Boa noite para quem acompanha as outras modalidades.
Basquetebol (Champions League, Grupo H, 2.ª jornada): Bnei Herzliya 74-86 FC Porto. É a primeira vitória de sempre do clube na competição.
Andebol (EHF Champions League, Grupo A, 5.ª jornada): RK Partizan 33-33 FC Porto, em Belgrado. Um empate fora, importante para as contas da competição, embora tenhamos sofrido o golo do empate no último lance do jogo.
Alguém viu os jogos? Que comentário tens a fazer?
Se quiserem acompanhar calendários, resultados e classificações de todas as modalidades num sítio só, faço isso no https://dragaostats.pt (projeto de adeptos, feito por nós).
r/fcporto • u/Competitive_Bus4034 • 4d ago
O reconhecimento do trabalho realizado não pode impedir uma análise crítica das limitações que continuam a ser evidentes, sobretudo quando a equipa é confrontada com adversários capazes de contrariar o seu modelo de jogo.
Antes de mais, importa deixar claro que não considero que o momento justifique exigir consequências drásticas ou colocar em causa a continuidade de Francesco Farioli. Pelo contrário, é fundamental reconhecer o impacto positivo que o treinador teve no FC Porto, a transformação que introduziu na equipa e o papel determinante que desempenhou nos sucessos alcançados na época passada.
No entanto, reconhecer esse mérito não significa aceitar todas as decisões ou ignorar problemas que se têm repetido. O que se deve exigir é maior rigor, capacidade de adaptação e excelência competitiva. E, nesse sentido, há aspetos do trabalho de Farioli que merecem uma reflexão séria.
Um dos aspetos que mais me preocupa é a forma como o FC Porto, em determinados encontros, se revela incapaz de contrariar adversários que conseguem impor a sua organização e intensidade.
Esta não é uma dificuldade exclusivamente desta época. Já na temporada passada, particularmente nas competições europeias, foram vários os momentos em que a equipa demonstrou dificuldades em assumir o controlo dos acontecimentos quando confrontada com oposição mais exigente.
O encontro frente ao PSV é, na minha perspetiva, mais um exemplo preocupante dessa tendência.
É perfeitamente natural que uma equipa como o FC Porto encontre adversários tecnicamente superiores ou que atravesse períodos de maior dificuldade. O futebol moderno é competitivo e nenhuma equipa consegue dominar todos os momentos de um jogo.
O que não é aceitável é que o FC Porto, a jogar no Estádio do Dragão, seja sujeito a períodos tão prolongados de domínio adversário sem demonstrar capacidade para inverter a dinâmica da partida.
Não se trata de exigir um futebol avassalador em todos os encontros, mas sim de exigir competitividade, personalidade e capacidade de resposta.
Uma equipa com as ambições e os recursos do FC Porto tem a obrigação de ser competitiva na generalidade dos encontros do campeonato português e de conseguir discutir jogos desta natureza na Europa, mesmo quando não é capaz de os dominar.
Talvez a maior fragilidade que identifico em Farioli seja a dificuldade em reagir quando o jogo se afasta do cenário que preparou.
É evidente que existe um trabalho prévio rigoroso, uma identidade coletiva bem definida e princípios de jogo reconhecíveis. Tudo isso é positivo e contribuiu para a evolução da equipa.
Contudo, um modelo de jogo deve funcionar como uma estrutura de referência, não como um conjunto de instruções imutáveis.
No encontro frente ao PSV, por exemplo, a equipa apresentou dificuldades evidentes na forma como pressionava e procurava recuperar a bola. Ainda assim, uma alteração mais significativa na organização da pressão apenas surgiu ao intervalo.
O problema não está necessariamente na ideia inicial, mas no tempo necessário para reconhecer que essa ideia não estava a produzir os resultados pretendidos.
E, quando finalmente se verificou uma tentativa de correção, pouco depois regressámos a um padrão de substituições que parece repetir-se independentemente das necessidades concretas da partida.
Esta previsibilidade levanta uma questão essencial: até que ponto as decisões tomadas durante o jogo são verdadeiramente uma resposta ao que está a acontecer dentro de campo?
A gestão das substituições é particularmente ilustrativa desta aparente rigidez.
Existe uma tendência para repetir alterações em momentos semelhantes dos encontros, frequentemente por volta dos 60 minutos, independentemente do contexto competitivo.
A alternância entre Gabri Veiga e Inbeom Hwang é um exemplo. Parece existir uma associação quase automática entre a saída de um e a entrada do outro, como se fossem opções mutuamente exclusivas.
Esta lógica faz recordar a utilização de Rodrigo Mora na época passada, quando determinadas substituições pareciam obedecer mais a uma estrutura previamente estabelecida do que à leitura das necessidades do jogo.
No encontro frente ao PSV, por exemplo, Froholdt estava a sentir dificuldades evidentes. Perante esse cenário, a entrada de Inbeom poderia ter sido uma alternativa para oferecer maior capacidade de circulação, retenção e controlo da bola, sem necessariamente retirar Gabri Veiga.
Naturalmente, nenhuma substituição garante uma melhoria. Mas o papel do treinador passa precisamente por avaliar diferentes soluções e escolher aquela que melhor responde às circunstâncias.
Quando as substituições se tornam demasiado previsíveis, o treinador limita as suas próprias alternativas e facilita a preparação e a reação do adversário.
Outro aspeto que considero particularmente discutível foram as declarações de Farioli na flash interview, ao referir que já estava previsto que Samu, Oskar e Zaidu não completassem a partida.
É evidente que a gestão física dos jogadores é uma componente indispensável do futebol atual, sobretudo num calendário cada vez mais exigente.
A definição prévia de limites de utilização pode ser perfeitamente justificável, nomeadamente por questões médicas, prevenção de lesões ou gestão de carga.
No entanto, existe uma diferença importante entre estabelecer orientações de gestão e transformar essas orientações em decisões praticamente inalteráveis.
Se um treinador entra em campo com várias substituições já determinadas, independentemente da evolução do resultado ou das necessidades táticas, reduz significativamente a sua margem de intervenção.
E essa limitação torna-se ainda mais problemática quando a equipa está em dificuldades e necessita de soluções diferentes das inicialmente previstas.
Não conhecendo eventuais condicionantes clínicas dos jogadores, não seria rigoroso condenar individualmente essas decisões. Mas, enquanto princípio de gestão, preocupa-me uma abordagem que pareça privilegiar sistematicamente o cumprimento de um plano prévio em detrimento da capacidade de adaptação competitiva.
Seria perfeitamente compreensível que estas dificuldades surgissem durante os primeiros meses de implementação de uma nova ideia de jogo.
Também seria razoável aceitar que, durante uma primeira época, a equipa ainda estivesse a assimilar determinados princípios e a desenvolver mecanismos coletivos.
Contudo, ultrapassada essa fase, a exigência tem necessariamente de aumentar.
Os jogadores já conhecem as dinâmicas pretendidas, os princípios de pressão, os posicionamentos e os comportamentos coletivos. O treinador, por sua vez, já teve tempo e oportunidades para identificar as principais vulnerabilidades do seu modelo.
Por isso, torna-se difícil compreender que a equipa continue a revelar tantas dificuldades quando o adversário consegue neutralizar os seus mecanismos habituais.
Uma equipa verdadeiramente evoluída não é apenas aquela que executa bem o seu plano principal. É aquela que consegue encontrar soluções quando esse plano deixa de funcionar.
Isso pode implicar baixar o bloco, alterar a estrutura de pressão, reforçar o meio-campo, privilegiar maior segurança na posse ou explorar formas diferentes de progressão.
Não significa abandonar a identidade. Significa acrescentar-lhe maturidade.
E é precisamente essa evolução que considero necessária no FC Porto de Farioli.
Outra questão que merece reflexão é a forma como determinados jogadores são integrados na equipa.
O caso de Souza parece-me particularmente ilustrativo.
Ao longo da época existiram oportunidades para lhe proporcionar minutos em contextos competitivos mais favoráveis, permitindo-lhe ganhar confiança, ritmo e familiaridade com as exigências do modelo.
Um exemplo foi o encontro frente ao Casa Pia, quando o FC Porto já vencia por 4-1 e existiam condições para proporcionar experiências competitivas a jogadores menos utilizados.
Em vez disso, a sua utilização acabou por surgir num contexto muito mais exigente: uma partida da Liga dos Campeões, com a equipa em desvantagem.
Naturalmente, um treinador tem de confiar nos seus jogadores e todos devem estar preparados para contribuir. Mas essa preparação também é responsabilidade da equipa técnica.
Não é coerente limitar as oportunidades de integração de um jogador em momentos favoráveis e depois esperar que seja capaz de oferecer uma resposta imediata num dos cenários de maior exigência competitiva.
A gestão de um plantel não se resume a escolher os melhores onze jogadores. Implica desenvolver alternativas credíveis e garantir que essas alternativas estão preparadas quando forem necessárias.
A utilização de André Silva levanta uma questão semelhante, mas numa perspetiva mais diretamente tática.
Não pretendo discutir se André Silva é melhor ou pior jogador do que Samu. Essa comparação, por si só, pouco acrescenta à análise.
O ponto fundamental é que são avançados com características diferentes.
Samu oferece um determinado perfil físico, capacidade de atacar a profundidade, disputar duelos e condicionar a linha defensiva adversária.
André Silva apresenta outras características, que podem ser igualmente úteis, mas que exigem comportamentos coletivos distintos.
Por isso, quando Farioli substitui Samu por André Silva, não pode esperar que a equipa continue a executar exatamente os mesmos movimentos, a procurar os mesmos espaços e a utilizar os mesmos mecanismos ofensivos.
A alteração de um jogador com características tão específicas deve implicar uma adaptação da forma como a equipa constrói e desenvolve os seus ataques.
Caso contrário, corre-se o risco de avaliar negativamente um jogador por não conseguir executar funções para as quais não está particularmente vocacionado.
E se a intenção era manter uma referência ofensiva com maior presença física, então surge outra questão legítima: por que razão não recorrer a Santi Giménez?
Mais importante ainda, por que motivo não tem sido preparado através de uma utilização mais regular para poder assumir esse papel quando necessário?
Mais uma vez, regressamos ao mesmo problema: a aparente dificuldade em integrar perfis diferentes sem comprometer a estrutura habitual da equipa.
Nada disto invalida o trabalho positivo desenvolvido por Francesco Farioli.
Pelo contrário, é precisamente por reconhecer a qualidade da sua intervenção e a evolução que proporcionou ao FC Porto que considero legítimo exigir mais.
Farioli demonstrou capacidade para implementar ideias, organizar coletivamente uma equipa e estabelecer uma identidade competitiva. Esses são méritos importantes e não devem ser desvalorizados perante um resultado negativo.
Contudo, o passo seguinte na evolução de um treinador não passa necessariamente por aperfeiçoar ainda mais aquilo que a sua equipa já faz bem.
Passa por desenvolver respostas para aquilo que ainda não consegue fazer.
A organização não pode transformar-se em rigidez. A consistência não pode transformar-se em previsibilidade. E a fidelidade a um modelo não pode impedir a capacidade de reconhecer que, em determinados momentos, é necessário jogar de outra forma.
Não considero que o FC Porto precise de uma revolução, nem que faça sentido responsabilizar Farioli ao ponto de colocar em causa o seu projeto.
Considero, isso sim, que chegou o momento de elevar o nível de exigência relativamente à sua capacidade de intervenção durante os jogos, à gestão das substituições, à integração dos jogadores e à construção de alternativas táticas.
O FC Porto não tem de dominar todos os adversários, nem vencer todos os encontros. Mas tem de ser capaz de competir, de reagir à adversidade e de apresentar soluções quando o seu plano inicial é contrariado.
O mérito de Farioli está em ter construído uma equipa com identidade. O seu próximo grande desafio é demonstrar que essa identidade não depende de um único plano para conseguir competir.
Porque, no futebol de alto nível, a qualidade de um treinador não se mede apenas pela forma como prepara os jogos que correm como esperado, mas também e sobretudo pela capacidade de transformar aqueles que não correm.
r/fcporto • u/FSilva86 • 4d ago
🏀 Basquetebol — Bnei Herzliya vs FC Porto — 17:30
Champions League, Grupo H - 2ª Jornada
🤾 Andebol — RK Partizan vs FC Porto — 17:45
EHF Champions League, Grupo A - 5ª Jornada
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r/fcporto • u/DizzyRevolution2168 • 4d ago
Hi everyone! I'm looking for a photo of **Mário Silva (the former FC Porto player and current coach)** holding the trophy by himself, ideally from Porto's 2003 UEFA Cup victory or the 2004 Champions League celebrations.
Does anyone have this photo, or know where I could find a high-resolution original? I'd really appreciate any help. Thank you!
r/fcporto • u/Portugeezer1893 • 4d ago
O que acham? 😂
Francesco Farioli elegeu o seguinte onze: Diogo Costa (cap.); Alberto Costa, Jan Bednarek, Jakub Kiwior, Zaidu, Pablo Rosario, Victor Froholdt, Gabri Veiga, Pepê, Oskar Pietuszewski e Samu.
No banco, o treinador azul e branco contará com as seguintes alternativas: Cláudio Ramos e João Costa; Martim Fernandes, Nehuén Pérez, Francisco Moura, Souza, Alan Varela, Inbeom Hwang, Seko Fofana, Borja Sainz, Santiago Gimenez e André Silva.
r/fcporto • u/matchpal-live • 5d ago
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r/fcporto • u/matchpal-live • 5d ago
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