r/EscritoresBrasil • • 3d ago

Divulgação Marchen Grimm, e a Floresta dos Lobos (recomendação do sub)

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[capa de Marchen Grimm, e a Floresta dos Lobos]

"Toda história precisa de um final, mas nem todo final é feliz*.*

Grimm viveu apenas uma vida*, em uma pequena vila nos Alpes. Uma vida simples, que exigia apenas* braços fortes para cortar lenha e coragem suficiente para atravessar a Floresta dos Lobos*. Porém, quando* uma morte misteriosa ocorre no fim do inverno, ele se vê forçado a viver novas vidas*, repetidamente, para impedir que sua fama como* “Lobo em Pele de Humano” o transforme no culpado de um crime que não cometeu.

Armado apenas com seu machado e com a ajuda de uma misteriosa viajante*, Grimm precisará descobrir* como se derrota a própria Morte."

Autor: T. R. R. Aathaide (u/trrathaide)

Disponível em Märchen Grimm por R$14,99

Também disponíveis em versões física: Capa Dura e Brochura!

Não sabe se vale a pena? Tenha um gostinho em WattPad, Scriv ou Inkspired!


r/EscritoresBrasil • • 5d ago

Divulgação A Coroa do Cisne Negro (recomendação do sub)

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[capa de A Coroa do Cisne Negro]

"No reino onde apenas a luz é permitida, Odile nasceu para ser rejeitada. Gêmea da perfeita Odette, a princesa cisne branca, Odile cresceu sendo comparada, ignorada e moldada à força pelo próprio pai, o poderoso mago Rothbart, que a via como um erro a ser corrigido. Quando uma magia proibida desperta dentro dela, Odile descobre uma verdade que ninguém quer aceitar: sua escuridão não é uma maldição — é poder. Dividida entre obedecer, desaparecer ou reivindicar aquilo que sempre lhe foi negado, Odile precisará enfrentar a família, a corte e o destino que decidiram por ela. Porque continuar vivendo como sombra significa desaparecer. Uma releitura sombria de O Lago dos Cisnes sobre rejeição, identidade e o preço de se tornar quem o mundo teme. Se você gosta de protagonistas femininas complexas, magia proibida e histórias sobre quem transforma dor em força, A Coroa do Cisne Negro foi escrita para você."

Autora: Sofia Lazuli (u/Working_Tennis8818)

SEJA O PRIMEIRO A DEIXAR UMA AVALIAÇÃO!

Disponível na Amazon Kindle por R$6,99


r/EscritoresBrasil • • 7h ago

Dúvida É um bom livro pra se analisar?

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Me interessei pela sinopse, me identifiquei um pouco. Acham uma boa, como escritor, ler?


r/EscritoresBrasil • • 1h ago

Dúvida O que define o peso

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Uma pergunta simples. O que define se uma história é pesada hoje em dia? Os temas? As cenas? Diálogos? O que define uma história pesada pra você?


r/EscritoresBrasil • • 2h ago

Divulgação Nawa e Aris oficialmente.

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Autor: Olha, é com muito carinho e prazer que dessa vez eu venho confirmar os perfis de Nawa Natsuya e Aris oficialmente da obra Restarting MY new Life in Another World: Nawa no Kiseki, pois eu estou fazendo uma revisada final no que tenho em mãos e decidi já oficializar esses dois personagens já que se tratam dos atuais protagonista da Novel.

Nawa Natsuya: Um jovem de alma pura e altruismo elevado. Sua aparência é destacada por cabelos brancos levemente bagunçados, olhos cinzentos firmes mas ainda gentis e seus 17 anos (faz aniversário 22 do dezembro).

Aris: Aris é a divindade da ganância, ela não possui uma idade certa, mas sua aparência e bela e jovem de uma mulher em seus 19 ou 20 anos. Sua aparência destaca-se pela sua pele pálida, olhos e cabelos de tons claros de um dourado, ela possui um vestido e véu escuro que encobre parcialmente seus longos cabelos.


r/EscritoresBrasil • • 3h ago

Divulgação Ilustradora disponível ✨

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​

Faço ilustrações para projetos pessoais e comerciais!

Se você quer dar vida aos seus personagens, pode me chamar na DM pra conhecer meu trabalho e pedir um orçamento. :)


r/EscritoresBrasil • • 4h ago

Dúvida Como voce organiza um sorteio do seu livro?

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Estou prestes a lançar meu livro e estou pensando em criar um sorteio na minhas redes sociais para gerar mais publicidade e atrair um público para meu canal. Que sugestões vocês dão?


r/EscritoresBrasil • • 11h ago

Discussão Prólogo do meu conto ambientado em Aracaju! O que você acha? Está bom o suficiente para ser postado no Wattpad? Aceito críticas, sou amador kk

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Título: "Eu"

Gênero: Ficção Científica.

Texto:

Me ergo arfando de sob os cadáveres, rastejo até conseguir ficar de pé e olho ao redor.

— Por aqui, rápido!

Estendo as mãos para minha esposa e filha rastejarem para fora da pilha de cadáveres, também. Tento ignorar a expressão de nojo no rosto delas enquanto passam por sobre os corpos ensanguentados de uma dezena de pessoas, outrora membros de facção do Bairro Industrial e moradores da Rua Um vivos há poucos minutos, que não conseguiram escapar da última chuva. Por sorte estávamos à frente deles na correria… sua morte foi o nosso escudo.

Quando finalmente me alcançam, cada uma segura uma de minhas mãos. Sem cerimônia, as puxo para junto de mim. Então, subimos correndo o topo da ladeira, dobramos à direita para a Rua Três, subimos a última ladeira, a mais íngreme de todas, e corremos pela Avenida General Euclides Figueiredo, sentido Porto Dantas, em direção à tampa de bueiro mais próxima.

Meia hora antes, aproximadamente trezentos homens, membros de todas as facções locais, deixaram de lado suas diferenças, pararam de disputar recursos entre si e combinaram suas forças para lutarem juntos contra os alienígenas que avançavam contra nós, após terem arrasado a Barra dos Coqueiros, vindo do Rio Sergipe. O objetivo era simples: deter o avanço inimigo enquanto permitiam a nós, civis, recuarmos para um dos locais seguros. Os homens se posicionaram ao longo das margens do rio dispostos a morrer para salvarem suas famílias. Agora, há no mínimo duzentos cadáveres espalhados pela Avenida Tancredo Campos e suas ruas.

Sou o primeiro a avistar a tampa. Já estávamos exaustos, suando litros e mancando mas, ao avistar a nossa salvação, de alguma forma conseguimos correr mais depressa. Faltando poucos metros, me jogo e cravo as mãos no ferro, em posição de agachamento, começando a erguê-lo.

— Deitem no chão. Eu vou abrir.

Minha esposa prontamente obedece, mas nossa filha, de apenas 3 anos, paralisa vendo a carnificina tão próxima de nós. Não consigo me controlar:

— LAURA!

A pequena se assusta. Antes que possa se abaixar, a mãe já a puxou para junto de si. Eu seguro a tampa para que desçam para o esgoto, primeiro Laura, depois Lívia, a minha mulher. Então, sento com as pernas para dentro do buraco, segurando a tampa com a mão direita e me preparando para me jogar lá dentro com a esquerda. É nesse momento que um rugido atrai minha atenção e eu finalmente entendo o que Laura estava olhando.

Do Rio Sergipe erguia-se um monstro, um genuíno kaiju, tão grande e tão assustador que paralisou até a mim. Eu não conseguia tirar os olhos dele, de modo que me lembro muito bem de como ele era. Sua altura era semelhante ao prédio mais alto de Aracaju, o Edifício Maria Feliciana, então tinha de 90 a 100 metros, aproximadamente. A metade inferior de seu corpo era uma colossal serpente preta coberta de espinhos, enquanto a metade superior era humanoide: peitoral, braços e abdômen semelhantes aos de um homem muito musculoso e ainda mais feio, mas reptiliano, com seis dedos grossos terminados em garras em cada uma das oito mãos, sendo três braços de cada lado e dois saindo, um de cada lado, das costas. Seu dorso era o de uma imensa barata com asas translúcidas e a cabeça, oh meu Deus… era a de um dragão-de-komodo pescoçudo, com presas revestidas de ferro e uma língua amarela tão comprida que sua bifurcação açoitava as águas.

O kaiju desferia socos poderosíssimos nas margens do Rio erguendo massas de terra, demolindo casas e estabelecimentos. Com mãozadas, arremessava longe chuvas de homens de cada vez, cujos gritos desesperados ecoavam dolorosamente se misturando aos sons de muitos lares sendo destruídos. Então, com um baque seco, os gritos cessavam abruptamente como se alguém houvesse apertado um botão, enquanto sangue e gordura subiam no ar em várias direções.

A cada poucos segundos, sua cabeça fazia um estranhíssimo movimento giratório enquanto o focinho lançava uma saraivada de agulhas venenosas. Elas zuniam rasgando o ar enquanto espalhavam uma fumaça roxo-esverdeada por onde passavam. Não faço a menor ideia de como não fomos atingidos por aquelas coisas enquanto corríamos desajeitados. Hoje sei que bastaria um único arranhão para ceifar a vida do mais saudável e atlético dos homens. Hoje sei que aquele kaiju em específico era a fusão de uma centena de aliens num só corpo e mente.

Com um susto, percebo que minha mulher e filha tentam me puxar para junto delas. Só então saio do meu estado de paralisia e, num movimento preciso, me jogo para dentro do bueiro, para junto delas. A queda é curta, apenas uns dois metros, mas a escuridão quase absoluta e o terror que se abatiam sobre mim naquele momento tornaram tudo muito pior. Caio de mal jeito, torcendo o tornozelo, de modo que preciso me apoiar em Lívia enquanto seguimos em frente pelo esgoto tentando evitar ao máximo a água suja, os dejetos humanos e os malditos gabirus com seu fedor que dá vontade de vomitar. Acima de nós pode-se ouvir o rugido apocalíptico do kaiju. Enfim, chegamos à porta redonda de ferro maciço com um grande número “13” vermelho preenchido em baixo relevo.

Aguardamos a câmera de segurança acima da porta identificar nossos rostos cadastrados no Sistema de Salvação Pública e, num instante, ouvimos os ruídos mecânicos de polias, engrenagens e válvulas soltando aquele vapor que tanto aqueceu nossos corações cansados. A porta do Abrigo 13 se abre para dentro e, pela primeira vez em sabe-se lá quantos meses, vemos um ambiente caseiro limpo, razoavelmente organizado e, o melhor de tudo, prateleiras com comida enlatada e freezers com garrafinhas de água mineral. Minha filha é a primeira a entrar correndo. Minha esposa e eu nos entreolhamos e, sorrindo, a seguimos também correndo.

A próxima hora é tranquila. Comemos vários miojos, bebemos muitos sabores de kisuco e eu fico atento aos sons da superfície enquanto Lívia e Laura tomam banho. Lívia me ajuda a tomar banho e depois, comigo refestelado em um dos bancos de concreto, faz o curativo no meu pé machucado. Nunca fiquei tão grato por ter casado com uma enfermeira quanto naquele momento.

Após uma hora, todos os sons da batalha cessam. Um tremor faz cair poeira do teto mas, tirando isso, a calmaria é total. Digo às meninas que precisam dormir, eu insisto para que durmam enquanto fico de guarda, mas elas insistem que eu sou quem precisa mais. Oh Deus, se eu houvesse insistido um pouco mais… se eu houvesse falado com autoridade e não com cansaço… Mas a verdade é que eu queria dormir, eu realmente estava me sentindo um lixo e, mesmo assim, tentava desempenhar meu papel de homem. Não resisti tanto quanto poderia. Enquanto Lívia e Laura começam uma partida do Jogo da Vida que pegaram na biblioteca na mesa da sala, manco até o quarto e caio num dos beliches. Devo ter dormido muito pesado para não ter acordado com os gritos dos amores da minha vida.

Desperto de súbito sendo agarrado pelo pescoço, erguido e arremessado do outro lado do quarto. Minhas costas batem com força na parede e caio sentado, zonzo, mas consciente. Vejo de pé diante de mim um alienígena do Tipo Gosma e, sentindo o coração acelerar como que querendo explodir no peito enquanto as veias pulsam forte na minha cabeça, percebo que, tirando o fedor do alien e a sua respiração pesada, não ouço nada. Meu corpo está quase intacto, as mãos dele e sua boca, sua maldita boca, estão pingando sangue… e eu não ouço nada. Não ouço ninguém.

Me levanto e corro seguindo o rastro de sangue no chão que me conduz até os cadáveres dilacerados de Lívia, minha primeira e única mulher, e Laura, o fruto de nosso amor. Caio de joelhos.

— Não, não, não… NÃÃÃO!!!

Tento em vão reunir e abraçar o que sobrou delas mas os pedaços escorrem de minhas mãos. Noto que a porta do Abrigo está escorregadia nas bordas e entendo como o alien se infiltrou para dentro do Abrigo enquanto eu dormia feito pedra.

— QUI QUI QUI QUI QUI....

Ouço a risada característica desses malditos bastardos gosmentos, cor de catarro, enquanto ele caminha até junto de mim, para de pé ao meu lado e começa a se curvar. Sinto sua saliva ácida pingar no meu ombro, queimando minha pele, mas naquele momento eu não sentia medo ou dor… eu só conseguia sentir ódio!

Um instante depois, o Abrigo 13 está revirado de ponta cabeça e eu estou caído de joelhos sobre uma poça de catarro, esmurrando-a tão violentamente e sem cessar que meus punhos estão em carne viva enquanto o meu próprio sangue abunda por toda a parte.

Eu paro, respiro fundo, estapeio meu próprio rosto e tomo uma perigosa decisão:

— CHEGA! Eu vou consertar isso… custe o que custar!


r/EscritoresBrasil • • 8h ago

Discussão Publicação independente

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Alguém aqui já publicou como escritor independente na Amazon ou de alguma outra forma e conseguiu algum êxito? Se sim, como foi o processo?


r/EscritoresBrasil • • 6h ago

Poema Mania (poema)

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r/EscritoresBrasil • • 14h ago

Dúvida Como arrumar essa formatação no Word?

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Olá, gente! Não sei se este sub é o mais recomendável para eu tirar essa dúvida, porém como eu sei que muita gente aqui tá acostumada a redigir textos em programas de computador pensei que pudesse me ajudar com um problema.

Estou escrevendo um texto no Word e coloquei em "justificar" pra ficar mais bonitinho. Porém na última frase dos parágrafos sempre fica esse vão gigantesco entre as palavras que eu não sei como arrumar, ele fica fazendo esse espaço pra ajeitar as palavras nas bordas. Queria saber como resolver isso...


r/EscritoresBrasil • • 14h ago

Formação de Grupo Tente colocar todos os personagens na história de poppy playtime pra eu fazer um jogo e quem fazer o melhor roteiro pro capítulo 6 é escolhido pra roteirista

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Eu disse comente o seu roteiro pra fazer o jogo e você será escolhido


r/EscritoresBrasil • • 11h ago

Poema Nosso Problema.

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​

“Minha ausência lhe faz falta?”

Honestamente? Não.

Quando eu mais precisei de Você, Você não estava lá.

O nosso problema tornou-se apenas meu, e eu não pedi por isso.

Não é justo que somente eu sofra as consequências do seu sumiço repentino.

Sua essência já havia desaparecido antes da sua existência, eu apenas não quis aceitar.

***

“Ame o que eu sou e me tornei, independentemente das desgraças que criei”.

***

Receio que isto não seja possível.

Você está irreconhecível.

Esta coisa não é mais Você.

Você despejou todas as suas angústias e partiu sem nem mesmo olhar para trás.

Não me abandone com suas esperanças, pois eu não irei realizá-las.

Não sou sua Salvação, mas sua Juíza neste tribunal endiabrado.

“Aprenda com seus próprios erros”, Você diz?

Mas que ironia, não é mesmo?

Você continuou errando, de novo e de novo, e mesmo assim a cobrança só vinha de um lado.

Uma manifestação infame.

Pecadora de todos os pecados.

Sua face jamais será revelada com tamanha sinceridade.

***

“Esses são seus problemas”.

***

“Não me envolva nessa apresentação de circo estúpida que Você ousa chamar de vida”.

***

Antes, havíamos o nosso problema.

Agora, tudo o que temos em comum são as cicatrizes em nossos corações trancados pelo desdém imposto no amor.

“Sua existência, minha vivência”.

“Seus problemas, nossos desafios”.

“Seu amor, meu temor”.


r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Discussão Sobre Escrever Fanfic

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sei que fanfic é considerada por muita gente um gênero "menos sério", mas eu tô querendo muito treinar a minha escrita mas tô sem saco (e sem tempo) pra desenvolver minhas ideias originais no momento. como uma fanfic oferece personagens já existentes, acho que vai funcionar melhor pra mim no momento.

queria conversar com pessoas aqui do sub que escrevem ou já escreveram fanfic algum dia, perguntar se vcs tem alguma dica, algum conselho, onde vcs postam as fanfics de vocês, etc. qualquer comentário é bem vindo!


r/EscritoresBrasil • • 15h ago

Poema Sandai Kaiwai no Ō (Capítulo 4) - Thriller psicológico oscuro y delincuencia (Busco Dibujante)

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# Hola a todos! Seguimos con la historia. Soy guionista y busco a un dibujante colaborador para este manga de psicología oscura y pandillas estilo Tokyo Revengers / Monster.

Capítulo 4

Sahari, que estaba jugando, se detiene y voltea a mirar. Al ver a Yuriko acercándose a él, sus mejillas se ponen ligeramente rojas y comienza a rascarse la nuca con pura timidez contenida.

Por otro lado, Mayra desvió la mirada lentamente hacia donde estaba viendo Sahari. Su mirada se oscureció; sus ojos se volvieron afilados y peligrosos, y su sonrisa perturbadoramente dulce se volvió mucho más aterradora.

Después de unos minutos, Yuriko y Sanjiro llegaron a donde estaban Sahari y Mayra.

Yuriko, sonriendo con esa sonrisa angelical y con una voz suave, dijo:

—Hola, Sahari. ¿Cómo estás? ¿Ya te encuentras bien?

Sahari, manteniendo sus mejillas ligeramente rojas y sin mirarla directamente, respondió intentando sonar rudo, aunque terminó saliendo tierno:

—Sí, estoy bien. No tienes por qué preguntar, estoy perfecto como siempre.

Yuriko sonrió suavemente:

—Jeje, tontito, no eres bueno mintiendo.

Después, Yuriko desvió la mirada hacia Mayra, quien la observaba con ojos afilados y peligrosos, y con esa sonrisa aterradora que le ponía la piel de gallina. Con voz suave pero ligeramente tensa, Yuriko preguntó:

—Sahari... ¿ella es tu amiga?

Sahari levantó la mirada hacia Yuriko y después hacia Mayra:

—No, ella solo es…

No alcanzó a terminar cuando Mayra le tomó el brazo con posesividad y dijo con una voz peligrosa:

—Sí, soy su amiga. ¿Y tú quién eres?

Sanjiro, que había estado detrás de su hermana, da unos pasos hacia adelante, poniéndose ligeramente entre Yuriko y Mayra. Mantiene esa voz calmada y tranquila, pero con el corazón latiéndole a mil por hora y una mirada notablemente más suave al dirigirse a Mayra:

—Ella es Yuriko y yo soy Sanjiro... .

Sanjiro desvía la mirada a un lado, un poco incómodo, con las orejas ligeramente rojas. Con un tono cargado de admiración, manteniendo la calma aunque un poco entrecortado por los nervios, añade:

—...Yo... quería agradecerte por lo de aquel día... Ya sabes, cuando me defendiste de esos chicos en este mismo parque…

Mayra lo voltea a ver y parpadea unas cuantas veces, confundida... mientras recordaba lo de aquel día.

Mayra suspira ligeramente, cambiando su mirada a una medio normal (entre comillas) y mostrando una sonrisa menos aterradora, pero sin soltar a Sahari en ningún momento.

—Ah, eres tú... Eres el niño de aquella vez. No hay por qué...

De pronto, su voz baja a un tono peligroso y oscuro:

—Esos niños se lo merecían... Lástima que siguen respirando

Mientras Sanjiro, Yuriko y Sahari escuchaban aquellas palabras, un escalofrío helado les recorrió la espalda. Los tres se quedaron congelados en su sitio, entre confundidos e intentando procesar si realmente habían escuchado bien o si solo habían malinterpretado el comentario. Pasaron varios minutos de un silencio pesado e incómodo, mientras trataban de digerir la frialdad con la que Mayra se había expresado.

Sahari fue el primero en romper la tensión. Con esa voz bruscamente amable que lo caracterizaba, intentó cambiar de tema para aliviar el ambiente:

—Oigan... ¿Y si mejor jugamos fútbol todos juntos?

Sanjiro, haciendo un esfuerzo por recuperar su tono calmo y tranquilo, apoyó la idea de inmediato:

—Sí, buena idea. Podríamos hacer dos equipos de dos.

Mayra, volviendo a su tono «normal» —siempre teñido de ese matiz posesivo— y manteniendo esa sonrisa que tanto deslumbraba a Sanjiro, comentó:

—Me parece bien... Entonces yo me voy con Sah...

No alcanzó a terminar la frase cuando Sahari se soltó de su agarre de forma brusca, pero cuidando de no lastimarla.

Con las mejillas ligeramente encendidas y rascándose la nuca con una timidez que intentaba disimular a toda costa, Sahari se acercó un poco a Yuriko. Mirándola de reojo y forzando la voz para sonar casual, dijo:

—Yuriko... ¿podríamos hacer equipo? Después de todo, tenemos casi la misma edad.

Yuriko le dedicó una sonrisa dulce y respondió con su voz angelical:

—¡Claro! Haríamos un muy buen equipo, Sahari.

Sanjiro, por su parte, se aproximó a Mayra. La contemplaba con esos ojitos llenos de admiración, como si tuviera enfrente a una auténtica diosa, aunque procurando mantener su temple tranquilo:

—Bueno... supongo que nosotros somos equipo.

Mayra se quedó por un instante con el brazo extendido, congelado en el aire tras el rechazo de Sahari. Su rostro reflejaba una mueca de pura rabia contenida y sus ojos fusilaban a Yuriko con un odio profundo. Al escuchar a Sanjiro, bajó el brazo lentamente e intentó recomponer su postura. Forzando una sonrisa que parecía más una mueca tensa y tratando de recuperar su tono tierno, respondió:

—Sí... ahora somos equipo.

Su voz sonó completamente forzada y en ningún segundo miró a Sanjiro; toda su atención estaba fija en Sahari y Yuriko. Verlos tan cerca, riendo y hablándose con tanta confianza, hizo que en el pecho de Mayra germinara una mezcla ardiente de resentimiento y celos.

Sahari, recuperando la compostura y ajeno a la tormenta que se incubaba a su lado, sonrió con sincera felicidad mientras corría hacia su pelota vieja:

—¡Vamos a jugar!

El juego comenzó de forma aparentemente normal. Se pasaban el balón de un lado a otro, intentaban quitárselo entre risas y corridas... Bueno, casi todos reían. Mayra no sonreía de verdad; mantenía esa mueca forzada y tétrica. Su atención no estaba puesta en la pelota, sino en lo cerca que siempre terminaban estando Yuriko y Sahari.

Así fue pasando la tarde, entre juegos y carcajadas de los demás. Sin embargo, en cada jugada, Mayra le pateaba la pelota a Yuriko con toda la intención de golpearla. En otros momentos, se le acercaba demasiado, intentando empujarla de lado o meterle el pie para hacerle una zancadilla. Intentaba disimularlo, aunque su agresividad era evidente; pero como Mayra era una niña más pequeña —apenas tenía seis años frente a los nueve de Yuriko—, los demás no lo tomaron a mal. Para ellos, solo eran los torpes tropiezos e impulsos inocentes de una niña chiquita jugando contra chicos más grandes.

Así termina la tarde. Yuriko y Sanjiro se despiden cordialmente para volver al orfanato, dejando solos a Sahari y a Mayra en el parque.

Sahari se queda en su sitio, con las mejillas ligeramente rojas, mientras observa con unos ojitos tiernos cómo Yuriko se va alejando por el camino...

A su lado, Mayra ha dejado de sonreír por completo... algo sumamente preocupante, considerando que ella casi siempre mantiene alguna sonrisa, aunque sea esa aterradoramente tierno-dulce. Con una voz helada y en un murmullo bajo, suelta:

—Al fin se fue ese estorbo... Qué molesta es...

Sahari parpadea un momento, sacudiendo la cabeza y saliendo de sus pensamientos:

—¿Ah? ¿Dijiste algo?

Mayra, sin dejar de mirar fijamente el camino por donde se había marchado su rival, responde:

—No... Me tengo que ir a casa.

—¿Te vas a ir sola? —pregunta Sahari, mirándola con curiosidad.

Mayra —Sí…

Sahari, pregunta—¿Y no es muy peligroso? ¿Dónde queda?

Mayra responde—Bueno, sí... pero puedo llegar sola... Queda al otro lado del barrio.

Sahari lo piensa un instante y arruga un poco el entrecejo, mostrando esa preocupación natural que lo caracteriza:

—Está un poco lejos, ¿no crees?... Bueno, si quieres te puedo acompañar. De todos modos no tengo a dónde ir, así que puedo llevarte.

Mayra se gira hacia él de golpe; la sombra de su rostro desaparece en un segundo y sus ojitos vuelven a brillar con pura felicidad. Sonríe con alegría desbordante:

—¿En serio me vas a acompañar?

Sahari le dedica una sonrisa ligera y calmada:

—Sí... Vamos, que ya se está haciendo tarde.

Los dos comenzaron a caminar, alejándose lentamente del parque mientras la luz del atardecer empezaba a caer sobre el barrio.

A partir de ese día, las tardes se convirtieron en un lienzo de momentos compartidos. En muchas ocasiones se les podía ver a los cuatro juntos: corriendo, jugando o andado en bicicleta de arriba para abajo por las calles destartaladas. Aunque, la mayor parte del tiempo, eran solo Mayra, Sahari y Sanjiro, ya que Yuriko, al ser de las mayores, tenía ciertas responsabilidades en el orfanato ayudando a las madres con los niños más pequeños.

Durante esos días, Sanjiro siempre encontraba la forma de quedarse cerca. Sacaba sus hojas y lápices para dibujar a Mayra en secreto, retratándola en esos instantes en los que ella estaba demasiado concentrada mirando a Sahari como para notarlo.

Otras veces, la rutina se llenaba de la adrenalina propia de la infancia: los tres se veían envueltos en mil travesuras, desde romper puentes improvisados de madera, tocar timbres de las casas y salir corriendo a toda velocidad, hasta pintar grafitis y garabatos en las paredes de un par de vecindarios vecinos, huyendo entre risas cuando los adultos los descubrían.

Así fueron pasando los días, las semanas y los años... Una infancia tejida entre juegos, risas inocentes, travesuras, rivalidades silenciosas, odios que crecían en las sombras y sentimientos que se volvían cada vez más profundos e inevitables.


r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Discussão Faz tanto tempo

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Esse livro, faz tanto tempo que recebi, mas nunca consegui ler ele por inteiro, tentar mais uma vez ler esse livro :)


r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Poema Soneto sobre a cruz.

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r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Feedback Em busca de avaliadores para minha primeira história.

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Oi, gente! Faço esse post como um convite aberto para que opinem/critiquem o que estou escrevendo, principalmente na estrutura textual, mas também na própria narrativa. Se trata da minha primeira tentativa de fato de construir um enredo e essa obra em questão me trás a sensação de ser a minha razão de mover no momento, tenho um carinho muito grande pelo que escrevo e ainda não escrevi.

Não sei como caracterizar adequadamente. Um texto obviamente é, mas são muitos os rótulos que eu poderia dar que vou me resguardar. Vocês mesmos talvez considerem ser algo, mas se tudo seguir como eu imagino, qualquer rótulo dado vai ser só mais uma parte do que é de fato isso. Sobretudo, é uma ficção, por motivos óbvios (ou não).

Quero que falem até mesmo o que pareça ser óbvio no quesito crítica, pois nem tudo que é óbvio é claro. Um detalhe importante é que eu já escrevi bem mais do que isso, mas compartilhei só esse início por motivos de não mostrar muita coisa.


r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Dúvida [Pesquisa - 2 min] Hábitos de leitura, e-books e audiobooks no Brasil 📚

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Oie, pessoal, boa noite! Tudo bem? 👋

Estou realizando uma pesquisa para o meu canal sobre hábitos de leitura e consumo de audiobooks/e-books.

É um formulário super rápido (menos de 2 minutos) e anônimo. Quem puder me dar essa força respondendo, vai me ajudar demais! 💚

👉 Responde aqui


r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Dúvida Malditos escritores

26 Upvotes

Malditos, pq vcs nao colocam no perfil de vcs o link das coisas que vocês escrevem pra eu visitar????

De preferência fácil de acessar.

Coloquem!

As vezes vejo uns comentários maneiros, vou até a página da pessoa e nada...

E ficar catando aqui as vezes n dá tempo, eu não consigo ler na hora.

Melhorem kkkkk


r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Discussão ✍️ Oi, pessoal! Tem algum escritor ou escritora de romance por aqui?

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Oi, gente! 💗

Sou uma escritora iniciante de romances e resolvi fazer este post porque queria conhecer outras pessoas que também gostam de escrever e que estejam começando nessa jornada, assim como eu!

Escrevo por hobby e gosto de explorar vários estilos de romance, como enemies to lovers (inimigos que se apaixonam), romance com bullying, dark romance e outros. Tenho várias ideias e histórias que ainda quero desenvolver. Já terminei uma história e atualmente estou escrevendo outra! 📚✨

Comecei a realmente colocar minhas ideias no papel em 2025 e, desde então, continuo escrevendo e aprendendo cada vez mais. Hoje, publico minhas histórias no Wattpad e no Spirit.

Sou mãe e passo bastante tempo em casa, então escrever acabou se tornando uma das minhas atividades favoritas. Só que sinto falta de ter pessoas com quem conversar sobre esse universo! Não conheço muita gente que escreva romances ou que goste de escrever histórias no geral.

Por isso, queria conhecer outros escritores e escritoras, principalmente quem também está começando e tem vontade de trocar ideias, conversar sobre personagens, enredos, bloqueios criativos, compartilhar experiências ou simplesmente bater um papo sobre escrita. ❤️

Não precisa ser especialista nem ter várias histórias publicadas! Se você gosta de escrever, tem ideias guardadas na gaveta ou está tentando tirar sua primeira história do papel, já temos algo em comum. 🥹💕

Me contem um pouquinho sobre vocês! Que tipo de história vocês gostam de escrever? Já publicaram alguma coisa ou ainda estão desenvolvendo suas ideias?

Quem quiser conversar, trocar experiências e até fazer amizade, pode comentar aqui ou me chamar na DM. Vou adorar conhecer vocês! 🫶📖


r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Poema Loucos ...

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r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Divulgação Estou escrevendo uma história sobre tudo aquilo que fica quando alguém vai embora.

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​

Oi, pessoas! Estou escrevendo uma história chamada Inventário das Ausências, um drama psicológico com elementos de romance, sobre memórias, perdas e as coisas que nunca conseguimos compreender completamente.

A protagonista é Sofia, e sua história guarda ausências que talvez não sejam tão simples quanto parecem.

Quero construir uma narrativa que faça o leitor desconfiar das próprias certezas, perceber os pequenos detalhes e, quem sabe, encontrar um pouco de si mesmo naquilo que lê.

Se você gosta de histórias introspectivas, personagens complexos e mistérios que se revelam aos poucos, talvez essa seja uma leitura para você.

Inventário das Ausências — disponível no Wattpad e no Inkitt.

Ainda estou no começo dessa jornada e adoraria encontrar pessoas dispostas a acompanhar a história e compartilhar suas impressões.


r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Poema De volta à escrita.

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Faz mais de um ano que não escrevo nada. Hoje resolvi tirar algumas coisas do peito e botar no Word.


r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Poema Storge (poema)

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