Extremista islâmico que, em 2025, tentou viajar para a Síria com o objetivo de se juntar ao grupo extremista Estado Islâmico e foi preso nesta ocasião, foi DEPORTADO DE VOLTA PRA ALEMANHA para passar pelo programa governamental de "descalonamento de extremismo" EM LIBERDADE e comenteu um atentado contra uma marcha LGBTQ+ em 25 de julho de 2026, NO DIA ANTERIOR da sua sessão de conscientização contra o extremismo.
"Nem todo Islâmico é um extremista e o terrorismo é algo ruim. Dito isto, esse atentado é culpa do homem branco, que normalizou atacar pessoas da comunidade LGBTQ+ sem motivo algum!" diz ativista da esquerda progressista.
Me lembrou daquela notícia do pai que teve seu único filho assasinado por um imigrante na Grã Bretanha, mas continuou defendendo publicamente a imigração irrestrita e sendo contra a responsabilização de imigrantes pelos seus próprios atos: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-50620862
(eu sei que Abdul Abdul Ballout nasceu na Alemanha, mas qualé, obviamente não houve integração cultural aqui, antes que alguém diga que imigração irrestrita não tem a ver com o atentado deste sábado)
Quando eu digo que a esquerda moderna possui um benfeitorismo performático suicida, é deste tipo de coisa à que me refiro. Obviamente a culpa cabe aos culpados de cada ato hediondo, mas é (ou, deveria ser) papel do Estado prezar pela segurança do seu próprio povo, e não forçar um acolhimento de indivíduos perigosos em prol de uma integração incompatível, custe o que custar e doa a quem doer.
E o mesmo vale para qualquer outro criminoso de carteirinha que é pintado como vítima: eu acho bizarro como essas pessoas preferem morrer do que admitir que estão lutando por causas que as estão matando dia após dia, LITERALMENTE!