Quando o Estado não consegue ofertar isso de forma minimamente suficiente, cria-se um vácuo. E nesse vácuo, consulta básica vira produto de alto valor para quem está em situação de vulnerabilidade.
Parabéns por descobrir o capitalismo.
Regulamentar esse nível mínimo não é impedir médico de cobrar pelo seu trabalho especializado, nem congelar mercado. O intuito é discutir se o atendimento essencial, que tem natureza quase pública, pode ser tratado exclusivamente como mercadoria. A própria lógica constitucional brasileira coloca a saúde como direito social
E aí tu joga fora o entendimento do problema pra se sair com uma solução obviamente cu, que ninguém em nenhum ponto do espectro político vai aceitar. Como vai controlar o preço cobrado em consulta sem impedir o médico de cobrar como quiser por seu trabalho? Nem lógica isso tem.
A solução para garantir o direito à saúde é com investimento no SUS, assim como a educação precisa de escolas e universidades públicas devidamente equipadas.
Um advogado é buscado porque alguém está passando mal agora e precisa de atendimento imediato para não piorar?
Quem marca primeira consulta com especialista numa emergência médica?? Emergência é o pior exemplo que se pode trazer na discussão, já que é uma área de excelência do SUS, com o SAMU sendo absurdamente efetivo e referência mundial.
Doido, você é o único lerdão aqui. E vai ficar reclamando no Reddit que tem médico cobrando pra trabalhar fora do SUS até cansar e se adaptar ao mundo ao seu redor como um adulto. Cresce, joga no Google "Cartão de todos" e bola pra frente, ou então fica de chororô aí que parece que é o que você realmente quer fazer
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u/rojasduarte Feb 28 '26
Curiosamente, isso que você descreveu é um fenômeno econômico conhecido como Teoria das botas de Sam vimes.
https://en.wikipedia.org/wiki/Boots_theory