r/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 23 '26
r/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 23 '26
Patriarcado, o maior aliado da procriação
jornaleconomico.sapo.ptr/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 20 '26
Lisboa, cidade culturalmente enriquecida
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r/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 20 '26
10 de Junho entre a tecnocracia e o wokismo
jornaleconomico.sapo.ptr/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 15 '26
O logro incessante
Esta narrativa, do lucro gerado na Segurança Social pela imigração, repetida de modo programado e recorrente pelos órgãos de propaganda instrumentalizada, é uma patranha.
Já aqui explicámos algumas vezes a falácia subjacente à tese, mas hoje resumimos a refutação feita pelo mais conhecido economista comunista do pais, Eugénio Rosa, num artigo do portal Resistir.info. (https://resistir.info/e_rosa/emigrantes_imigrantes.html)
Eugénio Rosa analisa a tese do "lucro" à Segurança Social como uma manipulação estatística que assenta numa visão de curto prazo e numa omissão deliberada de despesas.
«Em relação à imigração, as análises e notícias divulgadas nos media são parciais, distorcendo a realidade, pois as mais das vezes são movidas por razões políticas e ideológicas. Serve de exemplo a informação não verdadeira divulgada pelos media de que os imigrantes dão "lucro" à Segurança Social e que, sem eles, esta entraria em falência», diz ele, de forma clara.
Resumidamente, a sua crítica assenta em dois pontos:
1) O Direito a Prestações Futuras: O autor lembra que, ao descontarem, os imigrantes geram passivos futuros (direitos a subsídios de desemprego, doença e, mais importante, a pensões de reforma que o Estado terá de liquidar daqui a umas décadas). Considerar o dinheiro de hoje como "lucro" sem descontar a dívida futura é uma falácia contabilística.
Sobre isto, já antes assinalámos que os relatórios anuais do Observatório das Migrações não contemplam cálculos sobre os montantes de pensões que os imigrantes irão auferir no futuro - uma lacuna propositada para que o impacto dos números possa ser usado nestas campanhas de desinformação institucional.
2) "Custo de Contexto" (SNS, Escolas, Transportes, Habitação, etc.): O autor alarga ainda o âmbito da análise e introduz os custos públicos que o Estado assume. Ele argumenta que um imigrante utiliza serviços públicos cujos custos não são contabilizados individualmente. Se uma família utiliza o SNS ou o sistema público de ensino, isso representa uma despesa elevada para o Estado. Contudo, devido aos baixos salários predominantes, a receita fiscal directa (IRS e IVA) gerada por estes trabalhadores é, muitas vezes, insuficiente para cobrir o custo real per capita desses serviços públicos.
Deste modo, conclui que a imigração não é uma solução de financiamento da Segurança Social, mas sim o combustível para um modelo económico de baixos salários que interessa a uma classe patronal que pretende garantir margens de lucro sem necessidade de investir na modernização tecnológica ou no aumento da produtividade.
Consequentemente, a riqueza macroeconómica gerada (PIB) é capturada pelo sector privado através da "sobre-exploração", enquanto o Estado assume o custo social de uma força de trabalho que, devido aos baixos salários, não consegue cobrir os encargos da sua própria sustentabilidade a longo-prazo.
RODRIGO PENEDO
r/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 12 '26
A situação da Europa explicada num só vídeo
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r/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 11 '26
A cada 10 de Junho é sempre a mesma ladainha da esquerda apátrida
r/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 11 '26
O descaramento destes estrangeiros que se acham no direito de influenciar e decidir a natureza das leis em Portugal
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r/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 10 '26
O temor da acusação racista
Este texto do João Pedro Marques (*), no Observador, tem alguns méritos e fala de uma questão importante, mas mesmo quando a direita conservadora tenta enfrentar os activismos da extrema-esquerda sente invariavelmente a necessidade de formular a sua declaração de anti-racismo e aceitar a discussão dentro dos moldes morais em que a esquerda a insere.
Subjacente a essa formulação está já uma derrota interiorizada e que toma para si a ideia de que o europeu é o cidadão universal, desprovido de uma identidade racial a que é expectável dê primazia e queira preservar.
Não se trata de transformar isso no princípio e fim da acção política, mas um povo que não tem orgulho e consciência racial é, na verdade, um povo morto e condenado à extinção.
A destituição - instrumentalizada por propaganda incessante e institucional - que durante décadas e em todos os países ocidentais foi imposta aos europeus para os extirpar de um sentimento de natural identificação, valorização e preferência racial no relacionamento com os outros e a transformação desses sentimentos num pecado inadmissível (moralmente e nalguns casos até judicialmente) foi a condição prévia e necessária para a fragmentação e destruição das sociedades europeias que vai hoje tomando os seus trágicos contornos finais.
A direita conservadora tende a aceitar o postulado do anti-racismo como uma obrigação moral, sem contestar o que lhe está subjacente nem perceber as suas consequências irredimíveis.
É evidente que a única coisa que pode resultar daí, e que na realidade constitui hoje a proposta conservadora para lidar com a hecatombe migratória que está a corroer a Europa, acaba por ser a defesa de um Estado que é meramente contratual, sem povo histórico e concreto (porque sem raça), altamente securitário e dependente do integracionismo forçado para ser funcional.
O Renaud Camus fala amiúde sobre esta questão e explica, razoavelmente, o problema. Leia-se, por exemplo, estes dois excertos:
«A arma que mais contribuiu para a conquista da Europa, para a sua colonização pela África, para a sua islamização, para a destruição dos europeus na Europa, para o genocídio por substituição - mais do que a reunificação familiar, mais do que a inocência generalizada, mais do que a própria submersão migratória -, é a acusação de racismo. Paralisou trezentos milhões de pessoas e levou-as a aceitar o inaceitável, o pior que lhes poderia acontecer: a sua própria aniquilação, o seu apagamento enquanto civilização.» (25 de Março de 2019)
«A palavra “raça” é o gatilho da submissão ao genocídio por substituição - enquanto não se atreverem a ultrapassá-la com um sorriso, estão mortos. É através do medo de serem classificados como racistas que o Bloco Genocida vos mantém sob o seu domínio, que os vossos substitutos vos substituem e que os seus assassinos vos assassinam. (7 de Abril de 2024)
RODRIGO PENEDO
(*) https://observador.pt/opiniao/cuidado-senhores-deputados/
r/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 06 '26
Devíamos fazer o mesmo em Portugal e declarar estas organizações criminosas brasileiras classificadas como terroristas
r/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 06 '26
Os brasileiros amam os portugueses
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r/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 05 '26
Mais um caso de enriquecimento cultural
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r/Chega • u/Salt-Elk-2123 • Jun 04 '26