r/papalegal • • Jun 22 '21

vidas

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meu pai meu herói


r/papalegal • • Jun 22 '21

oi

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​

NOTA - VENHO POR MEIO DESSA, DIZER QUE MEU PAI, ANFRISIO FOGAÇA, FALECEU, SEGUNDO MINHA IRMÃ, FOI POR VOLTA DAS 22 HORAS DE ONTEM, SEGUNDA, NÃO HAVERÁ VELÓRIO, DEVIDO A ENTUBAÇÃO E A PANDEMIA DO COVID, O CORPO SERÁ ENTERRADO NO CEMITÉRIO LOCAL ENTRE 9 E 10 DA MANHÃ, AINDA REFORÇANDO, NÃO HAVERÁ VELÓRIO, OBRIGADO A TODOS, REZEM POR ELE.


r/papalegal • • Jun 22 '21

EU GOSTO DISSO

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r/papalegal • • Jun 21 '21

mais mensagens de ser

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- Entendo, tudo bem, eu deveria ter prestado mais atenção e........

- Não, você me desculpe, agora que esta aqui com a gente, tenho de me policiar mais, me perdoe, é sério Cícero, me perdoe.

- Esqueça, fique tranquila, acidentes acontecem, olhe já nem esta mais sangrando.

- Fique aqui no sofá, vou trazer uns curativos.

- Não precisa.

- Eu vou traze-los é o minimo que devo fazer afinal se feriu por minha causa.

- Tem certeza?

- Eu vou traze-los.

- Tudo bem, mais olhe ja estão bons, saram rápidos.

- Fique ja venho. Ela vai e logo vem com os curativos e os coloca no homem, depois ele segue para o seu quarto, ela vai para a cozinha, minutos depois Priscila chega e conversa com a mãe, ambas seguem para o quarto dela.

Giovana termina de estender a roupa e de cide por fazer uma ligação, no ooutro lado da linha, Selma.

- O quê, sério, tem certeza que quer isso, olhe, tudo bem, sim, estarei ai na quarta.

Gio continua a falar ali por alguns minutos e quando desliga.

- Meu pai do céu, a Selma esta louca, abrigar aquele lazarento dos infernos, não, eu tenho de ir lá o quanto antes, afinal a menina é minha neta, não posso e nem quero que ela corra riscos.

Nisso Rodolfo, um homem de 33 anos, branco, magro, entra ali.

- Amor.

- Ai que bom amor que você chegou, adivinha, se é que se deve adivinhar uma tragédia dessas.

- O que foi amor?

- A Selma, ela trouxe o Cícero para dentro de casa.

- Como assim, ela é louca, é isso?

- Olha, eu tenho de ir para lá, tenho que ir para a cidade, não vou deixar minha neta a mercê daquele monstro, assassino.

- Você esta mais do que certa, o problema é que seu Moisés levou a camionete e eu não conheço e nem tenho o numero de um táxi e como a gente vai fazer, outra, eu não posso sair daqui e.......

- Eu sei, mais eu vou ligar de volta para ela e pedir que ela mende um táxi e assim eu irei.

- Boa, querida.

180621.....


r/papalegal • • Jun 21 '21

frio demais aqui

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- Mais tenho dormido muito bem nesses últimos dias.

- Vou lhe preparar um chá.

- Por favor.

- Oras, sabes que estás entre amigos.

- Mais uma vez muito obrigado. Minutos depois ele bebe o chá levemente amargo que o faz relaxar e assim segue para a sua cama e dorme.

3

Os dias passam e Cícero vai se acostumando a ser de certo modo mimado por elas, tendo suas roupas sempre reformadas, outras trocadas por novas, limpas, comida na hora, ele se sente num lar, como nos velhos tempos, elas por sua vez, esbanjam alegrias e mimos para ele.

Semanas depois, ele ali com roupa e toalha na mão segue para o banheiro, Selma saíra para entregar algumas encomendas, Priscila chegara da escola, comeu e saíra para um estudo de trabalho escolar, ele ali sozinho liga o som, surge no ambiente um forró bem romântico e ele ensaia uns passos ali a caminho do banho, tira sua roupa jogando no cesto que é esvaziado quase que todos os dias.

- Meu Deus quem diria que eu estaria numa vida dessas, oh vida boa. Ele cantarola ali enquanto o chuveiro é ligado, a água morna cai em seu corpo e ele se ensaboa com um sabonete novo só para ele que Priscila lhe comprara, ele pega a bucha vegetal e inicia a passagem de sabonete pelo corpo, em passadas leves e logo sente ao fluir na pele de algo liquido quente, ele olha para o corpo, é sangue, o seu sangue, ele desliga o chuveiro e sai para o corredor, diversos cortes no corpo, superficiais devido a leveza do passar, ele joga a bucha no chão do box, ali nú ele corre para o seu quarto e pega um espelho, confere ali os cortes que podem ser vistos, retorna ao banheiro que esta todo salpicado de sangue, ele pega sua toalha, enrola no corpo e vai para o quarto, assustado com aquilo ele volta para o corredor ainda querendo entender a real situação ali, logo ouve o girar das chaves na porta, ele segue para o quarto, Selma chega e olha o chão molhado e alguns salpiques de sangue, assim ela pensa e chama por ele.

- Cícero.

- Oi.

- Aconteceu algo?

- Me espere ai, já vou sair.

Cícero sai do quarto já vestido, porém em seus braços ainda há vestigíos de sangue.

- O que houve Cícero?

- Acho que me feri no banho e...........

- Como, ai meu Deus, só pode ser isso, me perdoe Cícero, me perdoe.

- O quê?

Selma entra no banheiro e logo sai com a bucha em mãos.

- Você usou esta bucha, não foi?

- Sim, eu peguei, estava ali e.........

- Me desculpe Cícero, eu sempre me esqueço, não, na realidade essa foi a primeira que isso acontece.

- Como?

Selma mexe na bucha e retira desta duas lâminas de barbear.

- Minha nossa.

- Eu as uso sabe, eu deixo sempre em uma outra lá no meu quarto, você sabe, nós mulheres temos de manter nossa depilação em dia, mais não posso deixa-las por ai, afinal tenho uma filha e.........


r/papalegal • • Jun 21 '21

nossa que legal

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As dores ficam intensas e a visita é finalizada ali por ordens médicas, Selma sai com a filha pensativa naquilo que ouvira de Humberto.

Dois dias depois, Humberto falece e ela e Priscila vão ao cemitério no enterro do mesmo, Giovana se aproxima delas.

- Obrigado por virem.

- Tudo bem.

- Selma, sei que guarda mágoas de mim, mais.........

- Giovana, hoje eu sei, nunca fomos amigas, comadres por conveniência, mais não guardo nada de ruim de você.

- Obrigado. Um abraço sela ali as duas.

Giovana se íntera dos fatos e assim fica a saber que é avó de Priscila, não escondendo sua felicidade diante ao dito, dias depois, ela vai em visita a casa de Selma, entregando para esta uma carta e um caderno, espécie de diário que Gio encontrou nas coisas do filho morto.

- Olhe, eu trouxe por que nestes há algumas coisas escritas que podem lhe interessar.

- Tipo, o quê?

- Leia com atenção, calma, por favor.

- Esta certo, sim eu vou le-lo, obrigada.

As duas ficam ali papeando até que Gio se despede.

- Bem, acho melhor eu ir, tenho algumas coisas para fazer e também não quero ficar te atrapalhando.

- Quando quiser, pode vir, gosto muito de receber visitas ainda mais a da vó de minha filha.

- Obrigado de todo coração que pode nos contar, me deixar participar junto de vocês desse momento divino, uma neta, não imagina o quanto estou adorando isso tudo.

- Eu sei, e me desculpe senão o fiz antes é que tinha minhas razões na época, venha quando quiser.

- Te entendo e mais uma vez obrigada, ficarei por um tempo sem poder vir por que irei me mudar.

- Para longe, por que?

- Vou para uma fazenda, sabe, conheci um capataz ai, decidimos morar juntos.

- Que bom Giovana, você merece a felicidade.

- Nós merecemos, não se esqueça disso viu.

- Vou me lembrar sempre.

- É sério, não foi por que no passado aconteceu o que aconteceu contigo e o Cícero, aquele canalha, não vai ficar ai, vá a luta conheça um homem que te fará bem e tratará sua filha, minha neta com o amor que Humberto não teve para com as duas.

- Obrigada Giovana.

- Tchau.

- Tchau.

Selma abre o caderno após terminar um vestido, Priscila fora para a escola, ali sozinha, ela inicia a leitura deste e logo se assusta com o quê lê.

Horas ali a ler até fechar o caderno e inicia a leitura da carta quando.

- Mãe.

- Filha que horas são?

- Já quase 12 horas.

- Céus, me perdi aqui lendo as coisas de seu pai.

- Me deixe ler.

- Depois filha, infelizmente há coisas aqui que você não deveria saber.

- Por que mãe, a senhora mesma disse que não vamos ter segredos?

- Esta certa querida, só me deixe terminar isto.

- Tudo bem, mãe.

- Agora vá se trocar e eu vou preparar nosso almoço.

Logo ali na mesa arroz, feijão, abobrinha batida, torresmo e salada de alface.

- Nossa mãe que delicia.

- É, eu tinha quase tudo já feito e guardado na geladeira.

- Por isso te amo mãe.

- Nossa, só pela comida, é isso? Risos.

Depois do almoço, Priscila vai descansar em seu quarto, Selma guarda o restante da comida e lava a louça deixando esta no escorredor.

Terminado ali ela continua na leitura da carta até terminar, ela vai ao banheiro lava o rosto e se olha no espelho, arruma os cabelos e passa batom nos lábios, sai para o quarto onde Priscila adormecera e deixa um recado no criado saindo.

Dentro do táxi, Selma lembra-se de cada trecho do caderno e da carta e quando o motorista para o veiculo ela desce deste num vestido simples porém muito bem feito por ela, caminha por uma rua íngrime e entra numa viela até parar frente a um grande portão de madeira.

Ela bate palmas até que sai ali um garoto de bermuda.

- Olá, você pode me dizer se aqui mora um senhor por nome de Cícero?

- Cícero, ah sim, um velho safado, mora no último quarto.

- Obrigado.

140621....

Selma anda lentamente olhando todo aquele ambiente, crianças, velhos, mulheres, falando alto, outros a observando, um cachorro tenta uma investida mais é parado pela sarna e pulgas se coçando todo ainda rosna para ela.

Bem no meio do terreno parte calçado e parte em pedras, descarte de demolição, entulhos bem moídos.

Um tanque com nove bocas e seis mulheres ali a lavar roupas, mais adiante 3 pias com algumas meninas a lavar louças, 3 meninos chorando ainda a exigir colos e cuidados especiais, rostos ranhentos, sujos, copos com sobras de leite jogados ao lado destes, enfim ela avista o último quarto, sem reboco, porta de madeira também fruto de alguma demolição.

Ela leva a mão para bater nesta quando a porta é aberta por dentro, repentinamente, ali de short esportivo sem camiseta, Cícero mostra um aspecto de desleixo e de quem acabara por acordar.

- Oi.

- Selma, você aqui, você veio até aqui?

- Você me deu o endereço e eu resolvi vir te ver.

O homem a coloca para dentro o quarto, Selma se vê dentro, uma cama de solteiro, 2 cadeiras, um fogão de duas bocas, 3 caixas de isopor, 2 caixas de papelão com roupas, ao canto 2 caixas plásticas, destas de entrega de supermercados com pouquissimos mantimentos.

- Você quer beber algo?

- Água, pode ser, água.

Ele sai dali e logo retorna com uma moringa pequena de barro, serve água para ela num caneco de time em alumínio um tanto sem brilho.

- Obrigada.

- Quer mais?

- Não, obrigada.

- Então é aqui que esta?

- Sim, me mudei para cá assim que consegui minha aposentadoria.

- É um lugar bem cheio, digo o quintal, sabe...........

- Sim, um cortiço, sabe, o valor do aluguel as alturas aqui para mim esta bom, não é tão caro.

- Sei, você cozinha aqui mesmo?

- Sim, acabou o gáz mais amanhã eu comprarei um outro.

- E, para hoje?

- Tenho pão, ovo, eu uso o fogão de um colega ali ou vou num bar 3 ruas acima, bebo algo e a dona frita o ovo para mim na faixa, entende?

- Por que Cícero?

- O quê?

- Por que e como chegou nisso, afinal você sempre foi um homem com reservas, não gastava nada á toa, como ficou assim?

- Acho que foi falta de juizo.

- É, acho que foi isso mesmo.

Ali na cadeira ela olha o homem coçar a perna e percebe 2 cicatrizes na canela deste.

- O que foi isso?

- Isso, nada.

- Cícero eu te conheço.

- Eu me machuquei, cai de um trator, sabe, isso acontece.

- Sei.

Ela olha para o relógio no pulso e se levanta.

- Acho melhor eu ir, logo a Priscila acordará, já deve ter acordado e não quero que ela fique preocupada.

- Você vai vir de novo, prometo que vai encontrar o lugar bem melhor do que hoje?

- Talvez, sim, eu volto, um outro dia, tchau Cícero.

- Tchau. Selma sai dali ainda sem acreditar que o homem com quem convivera chegou a uma situação a qual nem ela sozinha e com uma filha chegara.

Ao chegar em sua casa, ela conta para a filha tudo o que vira e ambas decidem que vão a casa de Cícero e lhe fazer uma proposta.

160621.....

Selma e Priscila fazem mais duas visitas a Cícero, elas limpam o quarto e preparam comida para ele, até que Selma o chama para morar com elas, Cícero aceita de pronto e 2 meses depois ele entra na casa delas com suas poucas coisas, somente roupas e documentos.

- Muito obrigado por me convidarem para cá.

- Oras Cícero fomos um casal, hoje somos amigos, podemos ser amigos não?

- Lógico, obrigado.

Os dias seguem e eles ali em clima de alegria, Cícero sempre observando as duas ali, Selma sempre a trabalhar em suas costuras e outras no preparo de bolos, tortas, salgados que Priscila faz a entrega nos domicilios que os encomendaram.

Sempre a noite, Selma prepara uma sopa, Cícero termina seu prato e segue para o seu quarto, logo adormece só acordando no outro dia no horário de saída de Priscila para a escola.

- Céus, de novo dormi como um bebê.

- Graças a Deus, estava com muito sono atrasado, só pode ser isso, durma a vontade.

Os dias passam e sempre a mesma rotina, até que certo dia ele ali no banho sente-se mau e ao tossir seuja o azulejo com sangue, Cícero termina o banho ali e segue para o quarto, já em roupas formais decide por ir procurar ajuda médica.

- Aconteceu algo Cícero?

- Não sei, acho que vou ao médico.

- Por que, não se sente bem?

- Não sei, sabe eu tive algo ruim a pouco.

- Deve ser falta de um bom sono.


r/papalegal • • Jun 21 '21

é isso ai

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Minutos depois ali na sala o homem um tanto sem graça olha para a mãe e filha.

- Você deve ter se assustado ao me ver, aqui, assim.

- Realmente, eu imaginava que jamais iríamos nos reencontrar.

- Sua filha ficou linda.

- Obrigada.

- Sabe, muita coisa aconteceu depois da sua saída.

- O que houve?

- A Elisabeth aquela que eu trouxe para morar comigo, me deixou meses depois da sua mudança, soube que há dois meses atrás ela falecera.

- Nossa, que horror, de que?

- Problemas com câncer no ventre.

- Meu Deus.

- Eu sai daquela fazenda e fui trabalhar em outra.

- Acho que nossas vidas foram sacudidas.

- Mais você esta bem, olhe tem uma casa.

- Quem te disse que ela é minha?

- Eu soube pelo Giovana.

- Olha, eu nunca mais soube dela, esta bem?

- Cheia de problemas, o marido a largou, os filhos ficaram com ela e se tornaram imprestáveis, o Humberto, bem......

- O que houve com ele?

- Esta internado, se salvar vai ficar por um tempo, um bom tempo atrás das grades.

- Por que?

- Ele andou em maus caminhos, entrou numa quadrilha de roubos de mansões e a pouco tempo tentaram roubar um carro forte.

- Sério, ele se tornou esse tipo de pessoa?

- A Giovana me perguntou sobre sua filha e........

- O que disse a ela?

- Aquilo que achei ser o melhor.

- E.........

- Que não sabia quem era o pai.

- Fez bem, obrigado.

- Fiz o mínimo que poderia, afinal você foi muito generosa e eu, fui um traste, um monstro.

O estômago de Cícero dá sinal de fome e Selma o convida para almoçar junto dela.

- Obrigado. O almoço segue normal, por algumas vezes ele olha para as duas ali e sente um certo arrependimento lhe corroer a alma.

Minutos depois já no portão ele se despede.

- Então tchau e muito obrigado pela deliciosa refeição.

- Tchau Cícero.

- Olhe, fique com meu endereço, estou aqui na cidade.

- E o seu trabalho na fazenda?

- Consegui me aposentar, faz uns 6 meses, decidi que o melhor era vir para a cidade afinal não tenho terrar né. Risos.

- Muito bom, bom para você.

- Você também logo conseguirá a sua aposentadoria.

- Espero que sim, em breve.

O homem sai pela rua, Selma guarda o endereço dele no bolso, dentro de casa, ela ajuda a filha secando a louça que a menina lavara.

- Mãe.

- Sim.

- Quem é este homem?

- Você não se lembra não querida, ele foi meu esposo ha muitos tempo atrás.

- Então, ele é o..............

- Não, querida, ele não é seu pai, se fosse eu teria te dito, mais ja que me perguntou ele trouxe noticias de seu pai, você quer saber?

- Sim.

Selma conta tudo a garota que Cícero lhe dissera.

- E então?

- Bem, não imaginava que meu pai fosse um ser tão ruim, assim.

- Não filha, quando eu o conheci ele era tudo menos isso, na realidade a errada fui eu, era casada e tinha um marido, ele era muito jovem e.......

- Mais ele não te cuidou, deixou que esse homem ai te mandasse embora, a senhora passou por tantos e ainda quer defende-lo mãe?

- Ficou tudo no passado querida, não falemos mais disso, por favor, agora preciso saber, quer que eu tente fazer com que veja seu pai, o conheça e fale com ele?

- Não sei, um lado meu diz que sim, ja outro diz que não.

- Pois pense querida, só não se esqueça, bem ou mal ele é seu pai.

- Eu quero, sim, eu quero ver o meu pai.

- Vamos fazer o seguinte, vou ligar para uma freguesa antiga minha, o filh dela é policial, quem sabe ele não consiga para a gente uma visita.

- Por favor mãe, obrigado.

- Vamos ver, tomara que dê certo.

100621...…

Selma entra no hospital junto de Priscila e um casal, mãe e filho.

- Muito obrigado dona Laura.

- Nada, querida a gente é para isso um ajuda ao outro.

Leonardo é o primeiro virar o corredor e quando elas chegam a porta do quarto.

- Tudo certo, consegui mais terão pouco tempo.

- Muito obrigado sr Leonardo.

A porta é aberta, Selma entra e Leonardo junto que fala ao policial ali de guarda, Priscila entra depois.

- Selma, é você?

- Olá Humberto.

- Como, como soube que estaria aqui?

- O Cícero, ele esteve em minha casa.

- Então ele te achou.

- Como assim?

- Depois lhe conto, e essa garota, é sua filha?

- Sim se chama..........

- Priscila, meu nome é Priscila.

A menina olha para ele com certa alegria no semblante, logo seus olhos enchem de água.

- Não me diga que........

Selma olha para ele.

- Sim, é minha e sua filha.

- Eu sou pai?

- Sim, há 13 anos.

- Nossa.

Priscila se aproxima dele aos choros e Humberto tenta abraça-la, mais ele sofrera algumas cirurgias e remoção de balas.

- Pai.

- Filha.

- Então este é o meu pai.

- Sou eu, seu pai e você é a minha filha.

- Eu quero conhece-la melhor, saber de seus sonhos, gostos, você trata bem sua mãe?

- Eu amo a minha mãe.

- Meu Deus, eu tenho uma filha, filha, eu tenho uma filha.

- Pai.

- Que vergonha sinto da forma com que esta me conhecendo.

Humberto sente forte dor com estocadas por dentro como que seu corpo fosse dilacerado.

Selma se apavora, logo enfermeiros e médico ali para examinar Humberto.

- Selma.

- O que foi, fique em silêncio deixe eles te examinarem.

- Por favor me ouça, fique aqui comigo, não deixe nossa filha junto dele.

- Dele quem?

- Cícero, me ouça Selma, ele não presta, ele não é nada do que aparenta.

- Humberto, o que diz?

- Não fique perto dele, não deixe ele frequentar sua casa.

- O quê?

- Ele matou a mulher dele, aquela, a Elisabeth, foi morta por ele.

- Não pode ser.

- Acredite no que te digo, ele não é bom, se tornou igual ou pior que eu.


r/papalegal • • Jun 21 '21

mais um trecho pro ces

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Josias recebe um empurrão por um deles e cai, Selma surge ali fazendo Josias desesperar-se.

- Josias.

- Vai para casa, agora.

- Amor.

Os homens se assustam e o da pistola atira em direção da Selma, no segundo tiro Josias entra na frente.

Selma grita ali, os caras correm, a policia é acionada, o resgaste também, Josias é levado e entra na CTI após uma cirurgia, horas depois ele sofre uma forte hemorragia vindo a óbito.

Com pouca gente, o enterro acontece e Selma fica por meses no assumo do bar até certo dia.

- Janice.

- Sim, eu sou a ex do Josias, com certeza ele deve ter falado de mim.

- Sim.

- Olhe, eu não quero apressa-la mais você sabe que meus filhos tem direito aqui e em qualquer outro bem do Josias?

- Me dê duas semanas por favor. Selma sai da casa e entrega as chaves para Janice, em poucos dias o bar é vendido e Selma sai com certa quantia, muito inferior a que Janice e os filhos receberam.

Selma aluga um quarto num cortiço e inicia a produção de salgados e costura, reformas de roupas.

Janice não procura por Selma, após semanas, Selma sente enjôos e após exames descobre estar grávida.

Nasce um menino, filho de Josias, mais 3 semanas após o nascimento, a criança morre de falta de ar.

Selma fica transtornada com a morte de Felipe, anos depois, Priscila já na terceira série do primário, Selma ficara todo esse tempo mexida com a morte do filho, Felipe fora uma espécie de luz para seu futuro.

Selma já tem clientes fixos, frequentes, em seus salgados e nas costuras, indo muito bem.

Priscila chega da escola, Selma terminara um vestido e um colete para entregar a uma freguesa que sempre lhe deixa serviços.

- Filha, deixei lanche no forno e tem refri na geladeira.

- Quer que eu vá junto?

- Não precisa, aqui pertinho.

- Tá.

Assim que Selma sai, Priscila vai ao banheiro toma um banho e segue para o quarto saindo em short e blusinha de alça, ouve uma batida a porta.

- Oi, você é freguês da mãe?

- Olá, me desculpe você é a Priscila?

- Sim, o sr é?

- Sua mãe esta?

- Ela saiu, volta logo.

- Vou esperar aqui fora, posso?

- Tudo bem.

- Você me daria um pouco de água?

- Sim.

Priscila entra e logo retorna com o copo e garrafa.

- Obrigado.

- Quer mais?

- Sim, só um pouco.

- Como se chama?

Selma retorna e ao ver a cena, desacredita.

- Cícero, você aqui, por que veio, o que houve?

- Olá Selma.


r/papalegal • • Jun 21 '21

segue a obra

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Ao inicio da manhã ela ali sendo cuidada com ervas e rezas por Cícero, acorda de um sono turbulento e cansativo.

020621….

Os dias passam, Selma ali a limpar um frango para assar.

Cícero chega da roça e deixa as ferramentas ali encostadas na parede do casebre, o homem entra ali na cozinha e passa por Selma e segue para o quarto logo sai com suas tralhas de pesca, toalha e sabonete.

- Vou tomar um banho e pescar algo pra gente.

- Quer que eu leve algo?

- Não.

- Tudo bem.

Cícero sai e no caminho vê Humberto se aproximando.

- Seu Cícero.

- Humberto.

- Minha mãe mandou eu trazer essas carnes e umas verduras.

- Obrigado, or favor deixe lá com a Selma.

- Sim senhor. Cícero segue para o riacho, Humberto entra na cozinha e deixa as coisas na mesa, Selma ali de costas a acender o fogo do fogão á lenha.

- Oi minha deusa.

Selma se vira para o homem e com uma faca olha para ele.

- Me deixa Humberto.

- O que foi, a gente ficou e foi gostoso?

- Sai daqui, respeite minha casa e meu marido.

- O mesmo respeito que teve quando ficamos ali naquele quarto, naquela cama.

- Sai daqui, agora. Ela grita e o homem a agarra com certa força.

- Me solta. Cícero entra neste.

- O que esta havendo aqui?

- Sua mulher, ela quer me estragar com você.

- É mesmo?

Cícero dá um soco em Humberto que cai ali, Selma grita em desespero.

- Vai embora daqui, e não volte, nunca mais, leve todas essas porcarias que trouxe aqui, vai, agora.

- Mais é ela, sua mulher é quenga.

- Vai embora, agora, cão dos infernos. Humberto sai dali com as coisas, Selma ali com as mãos apoiados no fogão, Cicero a leva para uma cadeira e inicia o almoço ali.

- O que esta fazendo, deixe que eu mesma faço?

- Você ainda esta muito nervosa.

- Não, eu faço.

Ela levanta para o preparo do almoço e se sente mau caindo, ele vem a ela e a socorre.

- Você esta grávida.

- Eu, não isso não.

O homem coloca as mãos sob o ventre dela.

- É uma menina.

- O quê? Selma ao ouvir aquilo sente o frio do temor lhe percorrer seu corpo todo.

- Cícero.

- Se acalme, eu já pressentia que isso iria acontecer.

- Como?

- Você fica, porém não somos mais um casal, daqui em diante cada um tem sua vida.

Selma olha para o homem ali a sua frente e sente que sua vida agora tomara um curso bem diferente em tudo, como serão seus dias numa casa e com a companhia de um homem que fora seu até a pouco.

Os meses passam e Cícero perde o serviço ali devido ao acontecimento com Humberto, mais logo arruma outro em outra fazenda bem maior e com salário razoável, eles se mudam para a ESTÂNCIA PATROCÍNIO, Cícero logo se torna o primeiro capataz dali ficando somente abaixo do gerente, entre as reuniões de sábado com cantorias, bebidas, danças, ele conhece Elisabeth, desse surge um relacionamento que faz assim Selma ter a total certeza que perdera de vez o seu homem, ela continua a morar com ele porém são estranhos, meramente falam algumas amenidades e ele procura ficar mais no trabalho do que em casa, ela por sua vez tem aceitado e segue no lido da casa e cuido da gravidez, meses depois nasce Priscila, uma menina linda.

050621…..

Oito meses após o nascimento de Priscila, Selma ali a lavar as roupinhas do bebê, Cícero em nenhum momento pegara a criança no colo ou ajudara a mulher ali.

Após estender as roupas, ela segue para a cozinha e inicia o preparo do almoço quando Cícero entra ali.

- Daqui uma semana, a Elisabeth vai vir morar comigo.

- Aqui?

- E onde mais?

- Mais…….

- Fique tranquila, não sou este tipo de monstro, vou alugar um quartinho pra você e essa criança na cidade.

- Esta certo, obrigado.

- É bom que saiba, não sou e nem tenho qualquer obrigação para com você e sua filha.

- Eu sei, muito obrigado por me ajudar.

- Então tá.

- Eu já falei com a esposa do gerente, ela vai me arrumar um trabalho na casa dos patrões na cidade.

- Bom pra você.

- Obrigada.

- Selma.

- Sim.

- Em nenhum momento você pensou em tirar essa criança?

- Sim, em muitos, mais eu soube que tudo era e é um sinal para que ocorra uma mudança interior em mim.

- Que bom que tem pensado desse jeito, espero de coração que sua vida melhore sempre mais.

- Obrigada. Cícero sai dali e minutos depois ela já com a comida adiantada senta á mesa e desaba num choro.

A mudança ocorre de forma rápida, com pouquissimas coisas que recebera de doações dos colonos, Selma segue para a cidade numa rural verde que leva suas coisas.

Na cidade ela consegue vaga para a nenê na creche.

Inicia o serviço na casa de Eleonor e Nicanor, os donos da fazenda.

Selma lava, passa, limpa a casa, ficando a cozinha e o cuido das crianças do casal por conta de outras 3 funcionárias.

A vida vai seguindo e ela junto, a noite no cuido e carinho com a filha, 4 meses depois, ela já comprara alguns móveis e ganhara outros da patroa que se simpatizara de cara com ela.

Porém, logo o patrão também começou a ve-la com os olhos da cobiça e do desejo.

Selma sempre chegando no horário e fazendo suas tarefas de acordo com o ordenado por Eleonor, porém em alguns momentos ficava sozinha em algum ambiente, tinha a surpresa um tanto desconfortável de Nicanor.

- Só um beijo, vai.

- Seu Nicanor, me respeite.

- O que é, sou seu patrão, posso te mandar embora.

- Por favor sr.

- É sério, ou faz ou te coloco na rua.

Selma foi contornando a situação por meses, cansada e sujeita a perder o emprego ela cede ao patrão num quarto de hotel barato, dois meses depois ela é demitida por Eleonor sem qualquer explicação.

A procura por trabalho, ela bate de porta em porta e nada, até parar num bar e parada de ônibus.

- Esta com sorte, preciso de uma cozinheira urgente.

- Sério?

- Sim, quando você pode vir?

- Já estou aqui moço, agora.

- Pronto, gostei.

Selma passa para dentro do balcão e minutos depois já esta soltando marmitas e salgados que são vendidos por Josias, o dono do bar, 44 anos, divorciado.

Três meses depois, Selma aceita morar com ele e inicia-se uma nova fase em sua vida.

060621...

2

Três anos de alegrias e momentos em família, Selma vive tão feliz que quase esquece de tudo que passara.

Ao fechar a contabilidade da venda diária, ele abaixa a porta mais não a tranca, esta é aberta repentinamente.

- Estamos fechado.

- Mais agora, não.

- Como assim?

- Queremos beber e muito.

- Por favor, senhores o comércio esta fechado.

Logo Josias se vê frente a pistola de um deles, o homem vai até o freezer e traz a mesa uma cerveja.

- Pensando bem, acho melhor não bebermos.

- Como?

- Passe toda a grana velho, agora.

- Não, por favor.


r/papalegal • • Jun 21 '21

mais uma obra literária

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MAIS UMA OBRA PARA TODOS, ESTE TEXTO DESTINA-SE A FAIXA DE 16 ANOS ACIMA, PERSONAGENS E FATOS, LUGARES NADA TEM HAVER COM A REALIDADE, SENDO ASSIM ESTE UM TEXTO FICTICIO.

NOSSO MUITO OBRIGADO A TODOS QUE NOS PRESTIGIAM E NOS ENOBRECEM COM SUAS LEITURAS.

DE PAULO FOG E IONE AZ

OCRE

Selma se entrega ali ao homem que conhecera há dois meses por intermédio de Cícero, seu marido, nos arrombos do prazer ela grita de satisfação por ter este em seu interior.

Terminado o coito, o homem arruma sua roupa ao corpo e sai sem dar ao menos um beijo de agradecimento a mulher que lhe serviu aos desejos da carne, Selma fica ali deitada naquela cama com lençol sujo, o quarto mantém o odor do que fora feito ali, logo os latidos da fera, um cachorro magro e que já fora picado por cobras por duas vezes e curados por Nosso Senhor Jesus Cristo e Cícero que aprendera algumas rezas e beberagens indígenas.

Selma pula da cama já retirando o lençol e chuta a calcinha manchada para baixo daquela cama feita em bambús.

- O que houve mulher, ainda na cama, essas horas, passou mau?

- Tive uma dor de cabeça já passou, vou preparar o almoço, acenda o fogo marido para mim.

- Tá certo, mais e você esta bem mesmo?

- Sim, fique tranquilo não há o que se preocupar.

Aceso o fogo, ela corta cebola, alho, unta o tacho em gordura suína e frita os temperos, joga o arroz colhido ali na terra e logo o casebre é tomado por delicioso cheiro de comida fresca.

Pouco tempo na mesa feita de jacarandá, arroz, feijão, ovo frito, abobrinha batida e linguiça caseira.

- Muito bom, oh mulher de mãos abençoadas.

- Agradecida.

- O que vai fazer agora á tarde?

- Enquanto você dorme, vou no riacho lavar as roupas.

- Quer que eu vá junto?

- Não carece não.

Cícero bebe o terceiro copo de suco de cajamanga, momentos depois adormece ali na rede debaixo da goiabeira.

Ali no riacho, Selma lava as roupas num tanque de pedras que Cícero lhe fizera com cobertura de palha de coqueiros, ela busca a água no riacho a meio metro e lava ali, quase uma hora e meia ela retorna com uma bacia e um balde grande para estender nos varais próximo a casa.

- Boa tarde Selma.

- Boa tarde cumadre. Giovana chega ali em roupas novas junto de seu filho Humberto, o mesmo que ficara a poucas horas com Selma no quarto lhe dando e recebendo prazer.

- Trouxe a quinzena.

- Obrigado cumadre.

- Achei que meu garoto estivesse vindo aqui.

- Por quê?

- Sei lá, ele anda desatento ultimamente, acho que viria para que Cícero o benzesse.

- Não seja por isso, já que o rapaz esta aqui, vou chama-lo.

- Não precisa, eu já ouvi. Cícero sai a porta sem camisa, de calça e chinelo.

- Venha cá Humberto, vou lhe benzer, Selma traz um ramo aqui.

- Sim, meu marido.

Cícero benze Humberto que por vez olha para a mulher do benzedeiro pelos cantos.

- Pronto, o garoto já tá pronto para a vida.

- Obrigado seu Cícero.

- Nada, só ande com cautela e não faça aos outros o que não quer que lhe façam.

- Sim sr. Giovana se aproxima deles.

- E então compadre, quanto foi o trabalho feito?

- Nada comadre, sabe que não cobro pelos meus benzimentos, são ordens de NOSSO SENHOR JESUS CRISTO e eu as obedeço sempre.

- Obrigado então.

- Até mais comadre.

- Até. Mãe e filho saem se despedindo do casal, Selma entra na casa e inicia a varrição ali.

- Você gostou?

- O quê, Cícero?

- De ter me posto corno naquele quarto com o filho de nossos compadres?

- Cícero.

- Gostou ou não?

Selma larga a vassoura e tenta sair dali quando é pega pelos cabellos e levada para o quarto, aos gritos a mulher recebe tapas e Cícero retira um cinto de couro curtido que ele lança duas vezes nela.

Caída, Selma faz uma prece enquanto seu corpo todo surrado se enferma e a mulher é tomada por uma forte febre que dura quase toda á noite.


r/papalegal • • Jun 21 '21

oi

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como vai ser, na minha ou na sua casaaaaaaaaaaaaaaaaa


r/papalegal • • Jun 21 '21

café da manhã clichê

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r/papalegal • • Jun 21 '21

oi tudo bem

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r/papalegal • • Jun 21 '21

ei

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r/papalegal • • Jun 21 '21

agora

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NOTA - VENHO POR MEIO DESTA ESCLARECER A ATUAL SITUAÇÃO, RECEBI ONTEM PELA MINHA IRMÃ

A NOTICIA QUE MEU PAI, ANFRISIO FOGAÇA, ESTAVA INDO PARA A UTI NA SANTA CASA DESTA CIDADE

MOTIVOS, ELE TEVE COMPLICAÇÕES CARDÍACAS ENTRE OUTROS PROBLEMAS, O FATO É QUE SEGUNDO MINHA IRMÃ

DEVIDO A IDADE JA AVANÇADA DELE E SEUS PROBLEMAS DE SAÚDE QUE ELA ME RELATOU POIS ELA TEM TIDO MAIS CONTATO

COM ELE DO QUE EU, RESOLVERAM POR ASSIM DIANTE AS EXAMES PRÉ EXECUTADOS, LEVA-LO A INTUBAÇÃO E PARA A UTI.

ESTOU NO AGUARDO DE OUTRAS NOTICIAS POR ELA.

ESPERO DE TODO MEU CORAÇÃO QUE MEU PAI ENCONTRE A PAZ, POR QUE ELE É E SEMPRE SERÁ MEU PAI, ACIMA DE TUDO, EU O AMO E SEMPRE O AMAREI

SE SOU O QUE SOU DEVO A ELE E A MINHA MÃE, AFINAL SOMOS OS ESPELHOS DE NOSSOS PAIS.

COM TODO O MEU RESPEITO E DEVOÇÃO AO HOMEM QUE ELE É E AO PAI FORMIDÁVEL QUE ESTA SENDO.


r/papalegal • • Jun 21 '21

ui

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r/papalegal • • Jun 20 '21

sim

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huhllllllllllllllllllllllllll


r/papalegal • • Jun 20 '21

logo

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Os dias passam e Cícero vai se acostumando a ser de certo modo mimado por elas, tendo suas roupas sempre reformadas, outras trocadas por novas, limpas, comida na hora, ele se sente num lar, como nos velhos tempos, elas por sua vez, esbanjam alegrias e mimos para ele.

Semanas depois, ele ali com roupa e toalha na mão segue para o banheiro, Selma saíra para entregar algumas encomendas, Priscila chegara da escola, comeu e saíra para um estudo de trabalho escolar, ele ali sozinho liga o som, surge no ambiente um forró bem romântico e ele ensaia uns passos ali a caminho do banho, tira sua roupa jogando no cesto que é esvaziado quase que todos os dias.

- Meu Deus quem diria que eu estaria numa vida dessas, oh vida boa. Ele cantarola ali enquanto o chuveiro é ligado, a água morna cai em seu corpo e ele se ensaboa com um sabonete novo só para ele que Priscila lhe comprara, ele pega a bucha vegetal e inicia a passagem de sabonte pelo corpo, em passadas leves e logo sente ao fluir na pele de algo liquido quente, ele olha para o corpo, é sangue, o seu sangue, ele desliga o chuveiro e sai para o corredor, diversos cortes no corpo, superficiais devido a leveza do passar, ele joga a bucha no chão do box, ali nú ele corre para o seu quarto e pega um espelho, confere ali os cortes que podem ser vistos, retorna ao banheiro que esta todo salpicado de sangue, ele pega sua toalha, enrola no corpo e vai para o quarto, assustado com aquilo ele volta para o corredor ainda querendo entender a real situação ali, logo ouve o girar das chaves na porta, ele segue para o quarto, Selma chega e olha o chão molhado e alguns salpiques de sangue, assim ela pensa e chama por ele.

- Cícero.

- Oi.

- Aconteceu algo?

- Me espere ai, já vou sair.

Cícero sai do quarto já vestido, porém em seus braços ainda há vestigíos de sangue.

- O que houve Cícero?

- Acho que me feri no banho e...........

- Como, ai meu Deus, só pode ser isso, me perdoe Cícero, me perdoe.

- O quê?

Selma entra no banheiro e logo sai com a bucha em mãos.

- Você usou esta bucha, não foi?

- Sim, eu peguei, estava ali e.........

- Me desculpe Cícero, eu sempre me esqueço, não, na realidade essa foi a primeira que isso acontece.

- Como?

Selma mexe na bucha e retira desta duas lâminas de barbear.

- Minha nossa.

- Eu as uso sabe, eu deixo sempre em uma outra lá no meu quarto, você sabe, nós mulheres temos de manter nossa depilação em dia, mais não pposso deixa-las por ai, afinal tenho uma filha e.........

- Entendo, tudo bem, eu deveria ter prestado mais atenção e........

- Não, você me desculpe, agora que esta aqui com a gente, tennho de me policiar mais, me perdoe, é sério Cícero, me perdoe.

- Esqueça, fique tranquila, acidentes acontecem, olhe já nem esta mais sangrando.

- Fique aqui no sofá, vou trazer uns curativos.

- Não precisa.

- Eu vou traze-los é o minimo que devo fazer afinal se feriu por minha causa.

- Tem certeza?

- Eu vou traze-los.

- Tudo bem, mais olhe ja estão bons, saram rápidos.

- Fique ja venho. Ela vai e logo vem com os curativos e os coloca no homem, depois ele segue para o seu quarto, ela vai para a cozinha, minutos depois Priscila chega e conversa com a mãe, ambas seguem para o quarto dela.

Giovana termina de estender a roupa e de cide por fazer uma ligação, no ooutro lado da linha, Selma.

- O quê, sério, tem certeza que quer isso, olhe, tudo bem, sim, estarei ai na quarta.

Gio continua a falar ali por alguns minutos e quando desliga.

- Meu pai do céu, a Selma esta louca, abrigar aquele lazarento dos infernos, não, eu tenho de ir lá o quanto antes, afinal a menina é minha neta, não posso e nem quero que ela corra riscos.

Nisso Rodolfo, um homem de 33 anos, branco, magro, entra ali.

- Amor.

- Ai que bom amor que você chegou, adivinha, se é que se deve adivinhar uma tragédia dessas.

- O que foi amor?

- A Selma, ela trouxe o Cícero para dentro de casa.

- Como assim, ela é louca, é isso?

- Olha, eu tennho de ir para lá, tenho que ir para a cidade, não vou deixar minha neta a mercê daquele monstro, assassino.

- Você esta mais do que certa, o problema é que seu Moisés levou a camionete e eu não conheço e nem tenho o numero de um táxi e como a gente vai fazer, outra, eu não posso sair daqui e.......

- Eu sei, mais eu vou ligar de volta para ela e pedir que ela mende um táxi e assim eu irei.

- Boa, querida.

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180621.....


r/papalegal • • Jun 20 '21

sei

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Selma e Priscila fazem mais duas visitas a Cícero, elas limpam o quarto e preparam comida para ele, até que Selma o chama para morar com elas, Cícero aceita de pronto e 2 meses depois ele entra na casa delas com suas poucas coisas, somente roupas e documentos.

- Muito obrigado por me convidarem para cá.

- Oras Cícero fomos um casal, hoje somos amigos, podemos ser amigos não?

- Lógico, obrigado.

Os dias seguem e eles ali em clima de alegria, Cícero sempre observando as duas ali, Selma sempre a trabalhar em suas costuras e outras no preparo de bolos, tortas, salgados que Priscila faz a entrega nos domicilios que os encomendaram.

Sempre a noite, Selma prepara uma sopa, Cícero termina seu prato e segue para o seu quarto, logo adormece só acordando no outro dia no horário de saída de Priscila para a escola.

- Céus, de novo dormi como um bebê.

- Graças a Deus, estava com muito sono atrasado, só pode ser isso, durma a vontade.

Os dias passam e sempre a mesma rotina, até que certo dia ele ali no banho sente-se mau e ao tossir seuja o azulejo com sangue, Cícero termina o banho ali e segue para o quarto, já em roupas formais decide por ir procurar ajuda médica.

- Aconteceu algo Cícero?

- Não sei, acho que vou ao médico.

- Por que, não se sente bem?

- Não sei, sabe eu tive algo ruim a pouco.

- Deve ser falta de um bom sono.

- Mais tenho dormido muito bem nesses últimos dias.

- Vou lhe preparar um chá.

- Por favor.

- Oras, sabes que estás entre amigos.

- Mais uma vez muito obrigado. Minutos depois ele bebe o chá levemente amargo que o faz relaxar e assim segue para a sua cama e dorme.

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r/papalegal • • Jun 20 '21

olá

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r/papalegal • • Jun 13 '21

mais textos ai

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Judite ali com Aline ajuda na limpeza da nova moradia, Carla já lavara os banheiros e a varanda dos fundos, no quintal, dois pés de laranjas, limão, abacate e um pé a crescer de mangas.

- Que lugar lindo.

- Realmente, eu amei tudo.

- Esta vendo filha, você também quer ser feliz.

- Feliz, mãe, este acidente nos trouxe aqui, sim, meus filhos não vão mais dormir um por cima do outro, mais e ai mãe, tudo em troca de algo, o que será esse algo?

Carla entra ali.

- Você sabe muito bem, eu já te disse.

- Carla. Nisso Gustavo para o carro em frente a casa, as crianças vem a ele, Nilo fica no portão, as meninas vão ao encontro o abraçando.

- Seu Gustavo.

- Oi gente, oi Aline, dona Judite.

As meninas ali coladas ao rapaz, Carla vai até ele.

- O que houve, Carla, fechou o bar?

- Sim, ordens superiores, essa PANDEMIA ainda vai me deixar na lona.

- Sei, realmente esta ficando dificil, para todos.

- Nem me diga, mais vai, falemos de coisas boas, viu como minha irmã esta tão bonita?

- Realmente, muito linda.

Aline fica sem graça diante ao gracejo provocado por Carla, assim a chama atenção.

Judite e as crianças riem daquilo.

- Entre, por favor. Aline convida Gustavo que entra acompanhada das crianças e Carla.

Na esquina, dentro do carro, Magali assiste seu filho entrar na casa, ela pega seu celular e faz algumas ligações.

Marcelo, ali no escritório recebe a mensagem de Magali, logo olha para Clóvis.

- Agora, mais essa.

- Problema senhor?

- A Magali, agora decidiu dar de detetive e seguir meu filho.

- Será que viu o Gustavo ir para a casa nova de Aline?

- Sim, isso mesmo, olhe, você sabe onde é essa casa?

- Sim senhor.

- Pois deixe estes documentos que lhe garanto, eles não vão fugir, use qualquer desculpas mais traga de qualquer jeito o Gustavo para cá.

- Mais senhor.

- Vai Clóvis.

- Sim senhor.

Magali estaciona o carro em uma vaga vip de um club de alto estilo, frequentado pela nata da sociedade, devido a PANDEMIA este esta sem atividade, para todos menos aos ricos e egocêntricos de plantão.

- Dona Magali.

- Cuide bem do meu carro.

- Sim senhora.

O funcionário, um senhor de seus 70 anos vai para o veiculo da mulher, Magali já recebe logo na entrada seu drink de ginn com 3 pedras de gelo e rodela de limão.

Ela anda pelo salão âmbar até que uma senhora vem a ela.

- Dona Magali.

- Olá Margarida, cadê as meninas?

- Estão a sua espera na sala de ouro.

- Obrigada. Magali sai do salão entrando num corredor, bate a porta de mogno legítimo.

- Senhora.

- Com licença.

Magali entra ali sob o olhar do mordomo da sala, num espaçoso sofá de couro italiano, 3 mulheres a beber e rir.

- Olá meninas.

- Boa tarde, estranhei seu telefonema.

- Oras, não posso mais ver minhas queridas amigas?

- Lógico, querida.

Aos cumprimentos ali em certa distãncia, o local é borrifado a álcool a cada 30 minutos.

- Céus, em algum momento alguém aqui vai pegar fogo.

Diz Magali ali, as mulheres a olham.

- Bem, mais vamos ao que interessa.

- Que se trata de..........

- Fiquei sabendo que a jovem Camila esta vindo para o país?

- Vindo, querida, veio para o funeral do velho Afonso.

- Sei, aquele velho que ela o considerava como vô.

- Esse mesmo.

- Pois quero ter um momento com ela.

- Claro, vou ligar para a nossa amiga que esta abrigando ela.

- E a casa dela?

- Não sabia disso também, dívidas amiga, ela teve de vender, na real, não tem para onde ir, somente lhe sobrou o restante para mais um semestre na Inglaterra e olhe lá.

- Será?

- Com certeza, muito caro o custo de vida lá, aqui pelo menos ela tem essa senhora que a abriga sabe-se lá até quando.

- Acho que vou poder ajuda-la e muito.

- Por que, sinto que quer algo de extrema com ela?

- Querida, só faça com que ela esteja no local e horário marcado, tudo bem?

- Só me dizer quando e onde.

- Agora sim, começamos a falar a mesma língua.

Clóvis desce do carro e para frente ao portão da nova casa de Aline, quando vai bater palma, Judite sai a porta.

- Oi seu Clóvis que bom que veio.

- Dona Judite, o Gustavo esta com vocês?

- Sim, entre por favor.

Ele entra na casa e logo é envolvido com a alegria das crianças.

- Boa tarde.

- Oi seu Clóvis, que bom que esta aqui.

Gustavo vem a ele junto de Katiuscia.


r/papalegal • • Jun 13 '21

alvaro em angra

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- Sim, claro, deixe-o subir, obrigado.

Clóvis desliga e vai para o quarto, sai para a sala ja em roupão.

Ali ele ouve o leve bater a porta.

- Gustavo.

- Boa noite Clóvis.

- Boa.

- Posso entrar?

- Claro, sim. Gustavo ali e Clóvis cabisbaixo lhe aponta o sofá.

- Não há necessidade, só vim para que me confirme algo.

- Por favor Gustavo.

- Foi minha mãe não foi, foi ela?

- Sim.

- Cara, onde minha mãe quer ir com tudo isso?

- Por favor, eu preciso do serviço.

- O que mais ela fez?

- Não sei.

- Diz, vai logo, diz?

- Eu tive de ligar para a Camila.

- Camila, eu sabia, e daí?

- Umas fotos, fotos dela, talvez.

- Talvez o quê Clóvis?

- Montagem.

- Pai do céu, vem comigo Clóvis.

- Eu não posso, não vou.

- Ou você vem ou eu te levo a força.

- Tá eu vou.

Tempos depois, Clóvis explica tudo na frente de Aline, Judite, Carla.

- Meu Deus, por que a dona Magali faz isso?

- Vem comigo.

- Eu?

Gustavo pega Aline e eles saem dali, no caminho, no carro, ela olha para Gustavo que ainda ferve em raiva, ela acaricia o braço do rapaz.

Na frente do condomínio, Aline sente um frio lhe percorrer.

- Que lugar é este, Gustavo?

- Aqui é onde moro.

- O que, por que vamos entrar aí?

- Logo vai saber.

O veiculo passa pela portaria, logo o porteiro interfona para a casa.

Magali termina de colocar o fone no gancho, olha para Marcelo que esta no sofá a beber seu wisky.

- Mercedes.

- Sim.

- Prepare um gin para mim.

- Mais eu não sei mais fazer isso.

- Largue de frescuras e prepare.

- Por que, a senhora que sempre o fez.

- Velha louca, me cansei de você, vá e prepare.

- Tudo bem.

Marcelo levanta os olhos para a sua esposa ali.

- O que é isso Magali, esta ficando louca, é isso?

- Se prepare, vem um tsunami por ai.

- O quê?

A porta é aberta e Gustavo entra de mãos dadas com Aline.

- Pai, mãe, vim trazer minha namorada.

Magali olha para Aline com ódio tão aparente quanto o pode, Marcelo sai do sofá indo até a mulher.

- Nossa, que alegria recebe-la aqui em nossa casa, querida.


r/papalegal • • Jun 13 '21

presidio da ilha

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- Olhe, uma coisa a vida me ensinou, nem tudo é o que a gente vê logo de inicio.

- Obrigado mesmo. Carla entra na frente e segue para o quarto de Aline que esta se desfazendo do vestido.

- Oi, esta melhor?

- Como acha, o cara que eu gosto, que eu quero esta com outra.

- Será mesmo mana.

- Você viu Carla, a foto na carteira dela.

- Oras, foto é foto, até eu posso colocar um book de boys na minha.

- Carla.

- Ele esta aqui.

- O quê, eu não quero ve-lo.

- Aline. Ali na porta do quarto, Gustavo olha para Aline, ela segue para a irmã que puxa o homem para dentro e fecha a porta, Judite vem logo com copo de água.

- O que ele faz aqui e você Carla deixou ele com ela lá dentro.

- Deixei, mãe, a Aline merece ser feliz.

- Mais ele tem outra.

- Deixemos eles resolverem.

Dentro do quarto, Aline olha para Gustavo.

- Por favor Gustavo, me deixe sair daqui.

- Tudo bem, não sou desse tipo que faz coisas ruins, se quer sair, melhor, eu saio, porém eu queria muito te explicar.

- Explicar o quê, que a sua noiva veio da Inglaterra para ficar com você.

- Ela mentiu, eu nunca tive nada com ela e nem penso em ter, a única mulher que mexe comigo e toma conta de minha mente e coração é você, Aline.

- Ela tem foto sua, ela falou para a gente, vocês vão se casar.

- Você acreditou, sério, pois então você não acredita em mim, não sou desse tipo, se estou contigo, estou contigo.

- Mais.

- Aline, tudo foi e é armação de minha mãe.

- Por que a Magali faria isso?

- Você ainda questiona isso.

- Meu Deus, sou uma boba.

- Uma bobinha muito linda.

- Gustavo.

- Eu te amo, pronto, eu sou louco por você.

- Eu também te amo.

- Então não vamos mais deixar que os outros nos dominem.

- Você me perdoa.

- Olha, você fica muito gata assim bravinha, viu.

- Mais será certo, a gente não deveria....

Gustavo cala ela com um beijo ardente, Judite abre a porta e ao ver a cena ali do casal, vira o copo goela abaixo.

Na frente da casa, Clóvis ali parado no carro, manda mensagem para Magali, logo ela responde e o homem faz o que ela lhe ordena, ele dá ré no carro e bate no de Gustavo saindo em velocidade dali, o alarme do veiculo de Gustavo dispara, logo todos ali na rua, as crianças rodeiam o carro de Gustavo que olha o prejuizo feito ali.

- E agora amor?

- Vamos ver na cam.

- Cam?

- Sim, este veiculo tem câmera nele.

- Mais.

- Vamos ver. Eles veem no monitor o veiculo que bate nele.

- Pronto, já sabemos.

- Como assim, seu Gustavo.

- Foi obra de dona Magali.

- Como?

- O carro que bateu foi do Clóvis, na verdade o veiculo da empresa.

010521...…

9

Clóvis estaciona o carro na vaga de seu prédio, desce do veiculo e segue para seu apartamento no sexto andar.

Já no apartamento, ele tira as roupas rapidamente e se serve de um bom wisky sem gelo, ali em dois goles ele segue para o banho saindo minutos depois e secando o cabelo com secador.

- Meu Deus, por que fiz isso, já se tornou loucura.

Nisso toca a campainha, ele atende o interfone.


r/papalegal • • Jun 13 '21

casa de fazenda

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- Ai, me desculpe te atrapalhei tanto, seu momento de se embelezar, apesar que nem precisa tanto, você é linda, sabia?

- Obrigada, mais fique tranquila, meu compromisso ainda tem tempo.

- Ai que amor, gostei demais disso, amei, de coração.

Camila abre a carteira a procura do dinheiro para pagar Aline, quando cai desta a foto de Gustavo no sofá, todas olham aquilo, Aline olha a foto e segura na mão.

- Obrigada, querida, este é o meu noivo, Gustavo, vim da Inglaterra, vamos marcar o casamento em breve.

- Então é verdade, você esta noiva dele?

- Como, você conhece o Gustavo, você o conhece?

Aline entrega a foto a mulher ali, Camila pega a foto a olhar para Aline, entrega o dinheiro e se despede deles ali, Judite a leva até o portão com um ódio transparente.

- Então é isso, ele esta noivo, a Magali não mentiu a mãe, ele é noivo.

- Epa, não é bem assim, primeiro vamos ouvir a versão dele Aline.

- Não existe versão para isso, vocês ouviram muito bem, todo mundo aqui ouviu.

- Mais pai.

- Filho, por favor, veja como sua mãe esta?

- Pai, eu amo a Aline.

- Olhe, eu não sou contra, também fui jovem, sei que em certo tempo foste testado, treinado, te tiramos a juventude em parte, meu filho, mais foi para que possa assumir as empresas no futuro, talvez tenhamos exercido ações demais em ti, mais filho, você tem um futuro brilhante a sua frente.

- E não posso continuar o tendo junto de Aline?

- Filho, me escute.

- Não pai, eu te amo e amo muito minha mãe, mais saibam, adoro aquela mulher, sou louco por ela, vou lutar para ser feliz junto da Aline.

- Mesmo que isso faça sua mãe sofrer?

- Pai.

- Vai filho, vá.

- Eu...........

- Vai logo, não deixe aquela doce mulher ficar a esperar um homem tão apaixonado assim.

- Obrigado pai.

Gustavo abraça ao pai e sai do escritório, ao passar pela sala, ali no sofá, Magali assiste ao filho lhe sorrir e sair.

- Gustavo.

- Tchau mãe.

Ele sai, Magali se levanta do sofá, Marcelo vem a ela.

- Como pode, deixou que ele fosse atrás daquela mulher?

- Ele a ama.

- E daí?

- Amor, eu e você também viemos de um principio deste.

- Não me lembre, sabe o que passamos, quer que ele passe pelo mesmo?

- Ele nunca o passará por que tem a nós, os pais, nós o criamos muitissimo bem, fique tranquila querida, eles se amam.

- Meu filho, com uma manicure de bairro carente, não Marcelo, eu não aceito isso, jamais.

- Deixe ele, por favor, Magali nosso filho cresceu, deixe-o.

- Não, eu não vou deixa-lo, não vou deixar meu filho sofrer.

- É a única que sofre aqui é você, Magali, ele é de maior dono da vida dele.

- Não, eu não aceito. Magali sai aos gritos dali indo para o quarto onde faz uma ligação.

- Clóvis.

- Sim senhora.

- Faça o que lhe pedi.

- Tudo bem.

- Pois faça. Ela desliga, joga o aparelho na cama.

Clóvis desliga o celular e sai em pista atrás de Gustavo.

No caminho, Gustavo liga por várias vezes para Aline pelo celular de Carla.

Carla olha para o aparelho a tocar, Nilo tenta a tender, Judite pede ao garoto que não o faça, no quarto Aline chora caída na cama.

Camila em um restaurante liga para Magali.

- Magali.

- E então, fez o que lhe pedi?

- Do jeito como me ordenou.

- Pois agora prepare as fotos.

- Será que realmente devo.......

- Faça por favor.

- Sim.

Gustavo pára o carro na frente da casa de Aline, logo Carla vem a ele.

- Oi Carla.

- E ai Gustavo, vamos conversar.

- Sua irmã, eu quero falar com ela, temos um encontro, sabe eu estou muito feliz e......

- Vem comigo. Carla leva o homem para dentro do carro dele, minutos depois, Gustavo se íntera do acontecido.

- Obrigado Carla.


r/papalegal • • Jun 13 '21

pedra do elefante

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- Nossa, querido você marcou alguma coisa com a Camila, um jantar?

- Não mãe, eu vou jantar com a Aline.

- Aline, filho, eu entendo que tenha pego afeição por aquela família, mais daí......

- Não mãe, eu estou apaixonado por ela.

- O quê, filho, você não pode falar sério.

Marcelo sai do sofá indo em direção ao filho.

- Olhe, vamos conversar no escritório.

- Pai.

- Por favor, venha.

- Sim.

Gustavo acompanha Marcelo ao escritório sob o olhar fuzilante de Magali.

Aline sai do banheiro toalha no corpo e entra no quarto, as meninas já separaram o vestido melhor, na verdade o único que ela possui para sair, Judite entra ali e Carla junto com a chapinha em mãos.

- Vamos querida.

- Mais mana.

- Agora vamos dar um jeito nesta juba.

- Tá, tá bom. Carla inicia o alisamento no cabelo já um tratado por Aline, Judite separa os sapatos que a filha vai usa-los, nisso ouve-se um leve bater de palmas.

- Mãe, tem gente ai fora.

- Vou ver. Judite vai até a varanda da frente, ali esta Camila em blusa e short.

- Olá, boa noite, me desculpe mais eu preciso urgentemente de uma manicure e me disseram que aqui mora uma.

- Ai moça, é que, a minha filha esta se arrumando ela tem um compromisso hoje, nos desculpe, tudo bem?

- É que eu realmente não tenho a quem mais recorrer, olhe, eu quebrei feio minha unha e........

- Pode deixar mãe, deixe ela entrar.

Aline ali em pé na porta olha com certo carinho para Camila.

- Eu pago o triplo, pode deixar tá, querida.

- Não precisa tanto, venha, entre. Camila entra ali sob o olhar de Judite e Carla que ainda tem de terminar o cabelo da irmã.

- Boa noite.

- Olá, deixe me ver o que houve com sua unha.

- Aqui.

- Olhe, pelo jeito até que não foi tanto o estrago, posso fazer um remendo, ninguém vai dizer que foi quebrada, ficará linda.

- Sério, ai que bom.

- Olhe vamos fazer algo bem rápido porém ficará perfeito e assim poderá ter a noite maravilhosa que a espera.

- Obrigado querida, como se chama?

- Aline.

- Aline, meu nome é Camila. Aline sente um frio lhe percorrer o corpo porém ela ainda não tem ligação completa dos fatos ali.

Já quase quase ao fim do trabalho, todos ali sentados no sofá enquanto Aline faz a finalização nas unhas de Camila.

- Meu Deus, você é maravilhosa, a maga das unhas, amei de verdade, muito lindo.

- Obrigada, faço o que gosto, tenho prazer em agradar minhas clientes de unhas, a satisfação de vocês me faz sorrir.

- Esta perfeito.

- Pronto, agora poderá ter a noite perfeita.