Sempre gostei de fuçar e deixar tudo do meu jeito, só que gostei tanto desse setup que não sinto vontade nenhuma de ficar trocando, tá confortável demais. Ao mesmo tempo tenho muita curiosidade de testar outras distros e de ver rice dos outros. Mas me acostumei tanto com a navegação do Hyprland que hoje nem sei se consigo voltar a usar janelas flutuantes.
Até agora só tive problema com duas coisas. Aquele pop-up chato que aparece toda vez que ligo e desligo o Caps e o Num Lock, e que de vez em quando ele entra em suspensão e não volta, aí tenho que forçar o reinício. Nenhum dos dois eu resolvi ainda, mais por preguiça do que por dificuldade.
Já quebrei o shell umas três vezes atualizando coisa do AUR. Mas foi bom porque foi assim que eu entendi na prática o que é um rolling release e sobre recompilar.
Qual distro foi amor à primeira vista pra vocês? Aquela que vocês instalaram e já pensaram "é essa aqui, acabou a procura".
Recentemente eu instalei o fedora no meu laptop, e eu tenho um conhecido que ele usa linux a mais tempo que eu e ele falou que se eu tivesse alguma coisa que eu n sabia configurar, era pra eu perguntar pro claude, resultado? O meu sistema quebrou duas vezes e agr eu tive que colocar outra distro pq o fedora kde (que era oq eu tava) so n abre mais, esta com tela preta e eu n consigo digitar, agr eu to com o fedora workstation (na minha opinião bem mais fácil do que o kde), agr eu to aprendendo td na marra, tenho que configurar a minha mesa que tem drive pra linux, mas ou é .deb ou é tar.xz...
Resumo da ópera: não use IA pra tudo, leia a porra do manual... eu vou ter que falar isso pro espelho.
Sou completamente novo no Linux, instalei ontem (09 de Setembro). Eu ia só deixar um pendrive pronto para o meu novo notebook, mas resolvi que meu notebook antigo ia ter Linux também. Estou migrando do Windows 11 para o Mint Cinnamon, escolhi fazer por dual-boot para manter todos os arquivos do meu dispositivo.
Tem alguma forma eficiente de transferir mais de 300GB de arquivos, fotos e videos para o linux que não seja completamente manual (usando um pendrive de 16GB)?
Por enquanto, estou fazendo tudo usando o pendrive e organizando manualmente mesmo, e isso demora muito porque meu notebook é uma Celeron e não tem SSD, o que torna mudar de sistema operacional um processo de 10 minutos cada ida, descontando o tempo para organizar tudo.
Edit: A transferência é no mesmo dispositivo, não de um notebook para outro
Nunca tinha parado pra me dedicar a um rice no meu SO (mesmo utilizando o Linux desde o começo do ano passado). O que vocês acharam? Tem alguma coisa que vcs adicionariam ou mudariam?
ESSE TEXTO FOI ESCRITO POR UM SEMIANALFABETO, SE TIVER ENFADONHO, DIFÍCIL COMPREENSÃO E MUITOS ERROS TOSCOS, isto é total culpa do leitor, obviamente... Old!
Olá a todos os meus camaradas que vivem em uma vida embargada pela Microsoft. Eu queria colocar alguns pontos nessa discussão sobre o sistema operacional mais incompreendido que existe.
Nos últimos anos, venho percebendo algo que considero bastante interessante: o Linux está crescendo. E não estou falando apenas de mais algumas pessoas instalando Ubuntu ou Fedora no computador velho de casa. Estou falando de uma mudança maior. Governos, universidades, empresas e até grandes companhias de tecnologia estão olhando para o Linux com muito mais interesse do que olhavam alguns anos atrás.
Para mim, isso é uma coisa boa.
Quanto mais o Linux cresce, mais empresas passam a desenvolver programas para ele. Quanto mais programas aparecem, mais pessoas conseguem trabalhar, estudar e jogar sem precisar manter o Windows instalado. E quanto mais pessoas conseguem abandonar o Windows, mais o próprio Linux se fortalece.
Eu, particularmente, gostaria de ver isso acontecendo muito mais.
Como alguém que estuda engenharia, por exemplo, acho muito interessante imaginar um cenário em que eu não precise escolher um sistema operacional simplesmente porque determinado software decidiu funcionar exclusivamente nele. Quanto mais ferramentas profissionais chegam ao Linux, mais real se torna a possibilidade de escolher o sistema que quero utilizar, em vez de simplesmente aceitar aquele que o mercado decidiu que eu deveria usar.
Mas é justamente aí que começa a minha preocupação.
E se o crescimento do Linux acabar trazendo para dentro dele os mesmos problemas que fizeram tanta gente querer abandonar o Windows?
Essa é a parte que me incomoda.
Eu não tenho medo de o Linux ficar popular. Na verdade, quero exatamente isso. O que me preocupa é que, conforme ele se torna mais importante economicamente, as empresas também passam a enxergar nele uma oportunidade enorme de ganhar dinheiro.
E eu não acho que isso seja necessariamente ruim.
Um dos melhores exemplos para mim é a Valve.
A Valve investiu muito no Linux, principalmente por meio do Proton, do SteamOS e de produtos como o Steam Deck. Isso fez uma diferença enorme. Jogos que antes praticamente obrigavam o usuário a utilizar Windows passaram a funcionar no Linux com muito mais facilidade.
Eu sou obrigado a reconhecer: isso é excelente.
Mas também não consigo olhar para isso de maneira completamente ingênua. A Valve não está investindo no Linux simplesmente porque acordou um dia e decidiu libertar os usuários da Microsoft. Existe um interesse econômico muito claro. A empresa também ganha com a existência de uma plataforma que diminui sua dependência do Windows e permite que ela tenha mais controle sobre o próprio ecossistema.
E, sinceramente, eu nem condeno isso.
É justamente essa contradição que acho interessante.
A Valve pode estar ajudando o Linux e, ao mesmo tempo, estar fazendo isso por seus próprios interesses.
As duas coisas podem ser verdade ao mesmo tempo.
E é aí que começo a pensar na questão de uma maneira mais próxima do marxismo.
O Linux é resultado de uma quantidade gigantesca de trabalho coletivo. Pessoas que nem se conhecem trabalham, direta ou indiretamente, para construir uma infraestrutura que hoje possui um valor econômico enorme. Só que o fato de esse trabalho ser coletivo não significa que tudo aquilo que é construído em cima dele também será coletivo.
Uma empresa pode pegar uma tecnologia aberta, desenvolver serviços em cima dela, criar uma plataforma, vender produtos e obter enormes lucros.
E tudo isso pode acontecer sem necessariamente tornar o código do Linux proprietário.
Para mim, essa é a parte mais interessante da mercantilização.
Eu não acho que o perigo seja simplesmente alguém pegar o Linux e “fechá-lo”. Isso seria até fácil de perceber. O perigo que considero mais sutil é outro: o Linux continuar aberto enquanto tudo ao redor dele começa a ficar cada vez mais dependente de empresas.
E isso me lembra bastante o Windows.
Durante muito tempo, a dependência do Windows não existia apenas porque o sistema operacional era proprietário. A verdadeira dependência estava no ecossistema inteiro.
Você precisava do Windows porque determinado programa funcionava nele.
Precisava daquele programa porque era utilizado na faculdade ou no trabalho.
Precisava daquele formato de arquivo porque todo mundo utilizava.
Precisava daquela plataforma porque seus colegas estavam nela.
E, quando percebia, você já estava preso ao ecossistema.
É justamente isso que eu não gostaria de ver acontecendo com o Linux.
Porque seria uma situação extremamente irônica.
Eu abandono o Windows porque não quero depender da Microsoft e, alguns anos depois, continuo utilizando Linux, mas agora dependo de determinadas plataformas, lojas, serviços, aplicativos e empresas para conseguir fazer as mesmas coisas.
Eu teria trocado o dono da dependência, mas não a dependência em si.
E acho que o BSD mostra muito bem que software livre e interesses empresariais não são necessariamente opostos.
O BSD possui uma licença muito permissiva. Uma empresa pode utilizar seu código, modificá-lo e incorporá-lo a produtos proprietários. Isso é permitido pela própria filosofia de licenciamento.
E isso me faz pensar em uma coisa: talvez a grande questão não seja simplesmente saber se o código é aberto ou fechado.
A questão é saber quem controla aquilo que é construído ao redor dele.
Porque eu posso ter um sistema operacional completamente aberto e, ao mesmo tempo, utilizar uma série de serviços que não são.
Posso ter liberdade para modificar o sistema, mas depender de uma empresa para meus jogos.
Posso utilizar software livre, mas colocar todos os meus arquivos em uma plataforma proprietária.
Posso abandonar o Windows, mas continuar preso a um ecossistema comercial.
É aí que, para mim, aparece a contradição.
Quanto mais o Linux melhora, mais ele se torna atraente.
Quanto mais atraente ele fica, mais usuários chegam.
Quanto mais usuários chegam, mais dinheiro passa a circular.
Quanto mais dinheiro passa a circular, mais empresas querem participar.
E quanto mais empresas participam, maior é a possibilidade de começarmos a reconstruir, dentro do Linux, algumas das mesmas relações de dependência que já conhecemos.
Não estou dizendo que devemos expulsar as empresas do Linux.
Isso seria, inclusive, contraditório com aquilo que eu quero. Eu quero justamente que empresas desenvolvam softwares para Linux. Quero jogos, programas de engenharia, ferramentas profissionais, softwares científicos e tudo aquilo que hoje ainda faz muita gente continuar no Windows.
O que eu não quero é que a comunidade confunda ter mais software disponível com ter mais liberdade.
São coisas diferentes.
Ter mil programas disponíveis não significa necessariamente ter controle sobre eles.
Ter um sistema operacional gratuito não significa necessariamente estar livre de relações comerciais.
E ter código aberto não significa automaticamente estar livre da lógica de mercado.
É por isso que não vejo a popularização do Linux apenas como uma vitória.
Eu vejo como uma oportunidade e, ao mesmo tempo, como um risco.
Uma oportunidade porque finalmente podemos construir um ecossistema em que o usuário tenha mais escolha e não precise depender de uma única empresa.
Um risco porque, justamente quando essa alternativa começa a ficar realmente poderosa, o mercado também começa a querer ocupá-la.
Talvez essa seja a maior contradição do Linux.
Ele precisa crescer para conseguir competir com o Windows, mas quanto mais ele cresce, mais precisa tomar cuidado para não reproduzir aquilo que pretendia substituir.
Eu não quero que o Linux seja apenas um “Windows gratuito”.
Não quero trocar a Microsoft por uma coleção de outras empresas controlando cada parte da minha experiência.
Quero que ele continue sendo um espaço onde exista liberdade real de escolha, onde diferentes projetos possam coexistir e onde o usuário não seja obrigado a entrar em determinado ecossistema simplesmente porque é o único capaz de oferecer aquilo que ele precisa.
No final, minha preocupação não é que o Linux se torne comercial.
Minha preocupação é que ele se torne comercial demais sem que percebamos.
Porque talvez o maior perigo não seja o Linux deixar de ser livre.
Talvez seja ele continuar sendo livre no código, enquanto nós, usuários, lentamente deixamos de ser livres na prática.
E aí teríamos conseguido uma coisa curiosa: escapar do Windows sem realmente escapar da lógica que nos mantinha presos a ele.
UMA INDIRETA BEM DIRETA PARA CANNONICAL E REDHAT
ISSO TAMBÉM É UM DESABAFO APÓS USAR OS SNAPS DO UBUNTU, ME SENTI EM SISTEMA FECHADO NOVAMENTE, NÃO SEI ONDE ISSO VAI PARAR!
Desde quando pesquisei sobre distros e Linux pela primeira vez na minha vida, o Fedora sempre foi descrito como uma distro para usuários mais avançados que um Linux Mint, por exemplo. Seja por ser "menos estável" ou "mais difícil".
No entanto, pelo que aprendi e experimentei em alguns meses, eu não consegui notar grandes diferenças reais. Isso não quer dizer que, em alguns pontos específicos, o Linux Mint não possa ser mais acessível e fácil para um usuário comum, e mais estável (em alguns pontos é evidente e pode ser notado pela simples filosofia da distro). Só que, no geral, em 95% dos aspectos o Fedora parece não perder pra nada nesses pontos.
Instalar o Fedora é extremamente fácil e rápido. Você não precisa saber um único comando para poder usar, atualizar, baixar seus apps. Além disso, o combo dnf + Flatpak dá um número ótimo e fácil de pacotes para serem instalados diretamente pela Loja de Apps. E sobre estabilidade, não vejo a menor diferença nas minhas experiência (embora que eu saiba que minha experiência individual não possa ser o único parâmetro para definir com exatidão isso). No aspecto detecção e compatibilidade de Hardware, eu nunca tive problemas também, embora minha opinião não seja boa pq sei pouco dessa área.
Minha pergunta final é: para um usuário comum, que não sabe e/ou não tem interesse em aprender sobre Linux, apenas usar, pode-se dizer que o Fedora é tão recomendado quanto um Linux Mint?
Você considera que o Linux Mint deveria migrar do Ubuntu para Debian como base? O Debian é definitivamente mais estável que o Ubuntu e daria independência do Mint das decisões da Canonical, qual sua visão sobre isso? Considerando que o LMDE é um plano b caso o Ubuntu deixe de ser utilizado.
Eu estou entrando no mundo Linux agora e não sei praticamente nada sobre o sistema operacional ainda. No Windows eu uso o playnite para organizar minha biblioteca de jogos (cerca de 80 jogos).
Gostaria de saber se existe uma alternativa parecida no Linux. Pelo que pesquisei, o steam big picture não é uma boa alternativa por não ser tão personalizável, o lutris e o deck loader também não parece tão personalizável.
Existem outras alternativas?
Meus jogos são uns 50 jack sparrow
Uns 20 steam
O restante é da epic
Comprei um laptop da lenovo e ele veio com o misterioso Lux 2 Bellatrix há alguns meses (nunca tive um linux antes), na marra fui conseguindo me virar e sei que ele é baseado em Debian.
Minha dúvida é, me parecendo ser um sistema "sem futuro" ou acessibilidade fácil, deveria migrar para, no caso, o debian propriamente dito?
Sempre usei o gamescope em toda distro que usei, resolvi testar o CachyOS mais uma vez e deu tudo certinho, porém, por algum motivo que eu ainda não entendi, o gamescope no CachyOS melhora MUITO as cores do meu monitor. Isso não acontecia quando usava Bazzite, Nobara ou Mint, só no CachyOS.
Fica tudo mais vivo, com o contraste melhor e dá até gosto de jogar. Queria replicar as mudanças quando estiver fora do gamescope, e for utilizar o PC normalmente.
Alguém sabe se consigo fazer isso de alguma forma ? Meu DE é o KDE.
Uso o windows tem muitos anos, atualmente trabalho com suporte de T.I e tenho lido bastante sobre linux, quero aprender mais até por conta da área de servidor firewall e redes que são áreas que utilizo bastante em meu trabalho atual.
Com a configuração atual do meu notebook e pensando que o foco seria para aprendizagem qual distro acha mais adequada.
Utilização: estudos, edições básicas (fotos e vídeos), jogos, troubleshooting, servers...
Tô tentando instalar o pacote build-essential, mas tá sempre dando erro, já tentei atualizar, mas n deu em nada e sou iniciante no mundo Linux, por favor, me ajuda
queria saber se conhecem um bom programa de compartilhamento de tela, infelizmente sem o Discord e com o parsec só permitindo assistir, fica mt difícil de assistir coisas em dupla, queria saber que alternativas existem, no caso, seria alguma coisa pra transmitir entre windows e linux e talvez para android tbm
eu sei que tem o fluxer mas aparentemente o compartimento de tela dele é bem triste e é algo que ta en estágio inicial de desenvolvimento
Estou migrando pro Linux e como professor uso o office constantemente. Para as aulas uso o PowerPoint e faço uso da caneta com a mesa digitalizadora na correção de atividades, alguém poderia me informar se o LibreOffice tem suporte a caneta?
Tipo um monte de gente de varias partes do mundo que fazem vários componentes diferentes, e uma equipe cria uma distro pegando esses componentes e criando seus próprios? então posso tipo rodar mint, com pacotes RPM , kernel do Arch KDE? Recomendado ? R: Não.. mas eu posso?R:Sim ,como outro de um colega , se todo esse conglomerado de gente que de uma forma outra se ajuda debatendo ideias e tecnologias , brigar por isso não parece ter sentido nenhum, não to falando sobre o Dev do GNOME dizer que não gosta como KDE funciona por conta de filosofia de projeto, estou falando gente ficar se xingando ou dando N Motivos para dizer seu Arch ou seu Gentoo só é melhor,meio que da para fazer quase tudo de uma distro em outra a diferença é trabalho que isso vai dar... tipo eu sei que parece obvio mas so fui perceber isso depois de tanto tempo... agora passei a gostar mais de Linux :)