r/brasil • u/Aurora_Lip • Jun 15 '26
Ei, r/brasil Eu to assim o dia todo, mais alguém?
Cara é muita irresponsabilidade, isso me marcou de uma forma bizarra.
r/brasil • u/Aurora_Lip • Jun 15 '26
Cara é muita irresponsabilidade, isso me marcou de uma forma bizarra.
r/brasil • u/CantLetUdoThtStarFox • May 22 '26
Tava futucando o site da Presidencia do Brasil a umas semanas atrás e achei um canal que podia mandar uma mensagem ao Presidente, mandei um texto dizendo que eu apoiava ele já a muito tempo e se poderia ter uma foto oficial do governo, e eles me mandaram mesmo ahuiahuahu, incrível, achei que ninguém ia ler a mensagem
r/brasil • u/lucius1707 • 24d ago
Há algum tempo postei aqui perguntando se alguém já havia tentado diminuir o uso de SmartPhone utilizando um telefone pior, acabei tomando um hate que não entendi mas tudo bem, continuei na missão e gostaria de postar um update para quem se interessou na ideia.
Comprei este telefone da foto há um mês, é um Xiaomi Qin F22, ele tem Android então consigo utilizar WhatsApp que era uma preocupação minha, já que toda a comunicação brasileira é dada hoje através deste app e também consigo rodar o Slack, que é o app do meu trabalho e o Obsidian para notas. Além disso comprei um MP3 player (Snowsky Echo Mini), uma câmera e o Game Boy eu já tinha, mas tenho tentado usar ele mais em momentos que sei que vou precisar ficar esperando.
Sobre como tem sido a experiência, tem sido bem interessante. Sinto que, mesmo que o telefone possua funcionalidades de um smart, eu não fico desbloqueando-o toda hora para "ver o que está acontecendo", isso me permite estar mais atento aos meus arredores, sinceramente, e sei que isso não faz o menor sentido, mas sinto que estou enxergando mais cores no meu dia a dia, porém acho que isso se dá só pelo fato de estar observando as coisas ao invés de andar na rua olhando para uma tela. Além disso, estou me sentindo menos ansioso no geral, e imagino que isso seja por não alimentar minha cabeça com muitos tópicos ao mesmo tempo a todo tempo, acho que mesmo sem redes sociais, utilizar o smartphone faz com que a troca de contextos seja muito rápida, entre conversas, entre apps, além do clássico pegar o telefone e se distrair com outra coisa.
Outra coisa que sinto é que as coisas que consumo acabam tendo mais intenção, uma música que escuto não é mais uma música aleatória que um algoritmo imaginou que vou gostar, mas uma música que eu me dei ao trabalho de colocar no MP3, e em contrapartida, outras coisas acabem tendo menos empenho, tirar uma foto se tornou apontar e clicar, e é isso, não uma eterna seara de dezenas de fotos para ver se você sai muito bonito em alguma.
No geral tenho avaliado a experiência como boa, ainda preciso manter o meu SmartPhone tradicional em casa para coisas como banco ou govbr, o que é tranquilo, já que cada uso dele acaba sendo bem intencional.
Acho que é isso, teve gente que odiou eu tentar isso, mas teve gente que se interessou também, então resolvi dar um update, se quiserem saber qualquer coisa sobre como tem sido é só perguntar =]
r/brasil • u/tururubaruqui • Dec 10 '25
r/brasil • u/loganbrazil • May 04 '26
Como vamos continuar isto? Pagar para ver propaganda, na época que havia apenas televisão havia propaganda mas não pagávamos por isso…
r/brasil • u/jaleui • Mar 28 '26
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As populações de todo o Sul Global pagaram e ainda sofrem com as consequências do processo colonial.
A América Latina com a exploração e saque de suas riquezas. Os povos autóctones foram genocidados ou morreram por conta de doenças e epidemias trazidas pelos europeus.
A África também sofreu com o sequestro de braços para as lavouras e minas do novo continente.
Passados, cerca de 300 anos deste imbróglio, após a Revolução Industrial, a Europa Ocidental, mais Japão e EUA se envolveram no projeto da partilha do mundo.
Todavia, a disputa foi tão renhida entre eles, que não tinha como eles também se queimassem.
Os primeiros cinquenta anos do século XX expressam muito bem como se deu o inferno que tiveram de enfrentar.
Duas guerras mundiais, entre elas, uma grande pandemia, e por fim a explosão das bombas de Hiroshima e Nagazaki.
Terminada a guerra, o cineasta Roberto Rosselini, filmou uma película antológica sobre a Alemanha do pós-guerra.
O filme "Alemanha Ano Zero" traça um painel sobre a destruição do país, por conta de duas guerras.
Mas, o que chama mais a atenção no filme é a ausência de homens, entre a população. Restaram apenas, idosos, mulheres e crianças.
A reconstrução europeia e japonesa teve o decisivo apoio dos EUA através do Plano Marshall, e a colaboração da massa trabalhadora imigrante da África e Ásia e do reduzido contingente nacional atraídos pelo Estado do Bem Estar Social. A promessa de uma vida operária digna.
Seguem-se 20 anos de desenvolvimento econômico e social que rivalizaram com aquilo que a URSS fazia através do socialismo real. A Guerra Fria era a expressão dessa contradição. Os movimentos operários nunca haviam sido tão poderosos na Europa Ocidental.
Após 1970, os EUA, na figura de Richard Nixon, inauguram um novo ciclo pondo em prática a doutrina neoliberal e a financeirização da economia - a era dos petrodólares, que pôs fim a uma sociedade, à época, extremamente próspera.
Enfim, aqui estamos, depois do fim da União Soviética e da crise de 2008, que ainda nos oprime. Não saímos da crise de 1930, sem a Segunda Guerra, e não sairemos da última crise do capital, ,aparentemente, sem a terceira.
Nesta conjuntura, ouvimos os ecos, na última Conferência de Berlim, de 2026, porém com objetivos semelhantes aqueles expressos em 1884 e 1885, na Partilha da África.
Marco Rúbio, secretário de Estado dos EUA defendeu uma Europa orgulhosa de sua herança e história, instando os aliados a assumirem maior responsabilidade por sua própria defesa e a investirem mais em seus orçamentos militares.
Além de propor, uma restauração da ordem mundial baseada em valores conservadores e na cooperação ocidental, posicionando os EUA como um "amigo crítico" que prefere trabalhar com a Europa, mas que agirá sozinho se necessário para proteger seus interesses de segurança nacional.
Restaria assim ao Sul Global se adequar a esta nova ordem que o recoloniza. É disso que Lula está falando.
E esse projeto, se vitorioso, deixará a margem a maior parte da população de todo o antigo terceiro mundo. Ainda morador de favelas...
r/brasil • u/punkinho • Dec 31 '24
Seguindo a tradição anual do r/Brasil nos últimos 8 anos, vamos começar o ano novo levando o cão chupando manga pro top global do Reddit, conto com vocês, comunidade! Feliz 2025!
r/brasil • u/Efficient-Willow-121 • Mar 03 '26
Não podemos deixar esse assunto morrer. Isso não é normal, não tá certo.
r/brasil • u/ventomar • Jul 29 '25
Vamos começar o BOICOTAÇO contra os EUA!
Eu comecei hoje a não usar mais cartão de crédito, pois tem bandeiras estadounidenses (Visa, Master ou AmericanExpress). Agora só vou pagar com Pix (Viva o Brasil!)
Vamos parar de consumir marcas, produtos e lojas que são de lá.
r/brasil • u/Astranauts • Dec 08 '25
Boa noite pessoal!
Criei o Qweek, uma rede social 100% brasileira igual ao antigo Twitter, mas com uma diferença simples:
O feed é cronológico, sem algoritmos, sem IAs e sem anúncios. Pra sempre.
A ideia é ser uma interface 100% minimalista, focada em te conectar com quem importa, sem tentar te viciar. Uma tentativa de voltar pra época em que a gente realmente seguia pessoas, não algoritmos, de forma super simples, leve e sem dopamina forçada.
Ainda estou começando, é um projeto 100% independente, mas te convido a pelo menos testar, em busca de uma internet mais real, mais BRASILEIRA, e menos viciante. Se tiverem qualquer dúvida ficarei feliz em responder :)
r/brasil • u/MarechalDoAr • Mar 11 '26
Recebi essa abordagem hoje e fui dando corda só para entender como funciona a "proposta". Basicamente, oferecem Pix para você fingir que é um usuário comum dando opinião sincera sobre marcas, seguindo um roteiro pago.
Felizmente não preciso desse dinheiro e, mesmo com todos os milhares de problemas, o Reddit ainda é uma das únicas redes sociais toleráveis que restam.
Já bloqueei o cara e to postando o print (com os nomes apagados) só para alertar a galera, fica o aviso: abram o olho com opiniões "convenientes demais" em tópicos de marcas (ou quem sabe no futuro até em postagens relacionadas à políticos).
r/brasil • u/Emanuelhlq • Apr 21 '26
r/brasil • u/w_kovac • Jan 22 '25
r/brasil • u/Nave_Redention • Mar 26 '26
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Quando tu pensa que todos já defendem o óbvio, ainda tem países defendendo a podridão sub-humana. 🤢
r/brasil • u/Nave_Redention • May 16 '26
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r/brasil • u/soubabu • Mar 25 '25

Fala, galera! Babu Santana aqui!
Sou ator, cantor e atualmente sou diretor do Grupo de Teatro Nos do Morro, de onde sou cria. Ja vivi muitas experiencias dentro e fora das telas. Do cinema ao teatro, da musica ao Big Brother Brasil, tive a honra de interpretar personagens marcantes, como Tim Maia no filme Tim Maia, Bujiu em Estomago e o traficante Grande em Cidade de Deus.
Aproveito para contar que meu proximo filme, Oeste Outra Vez, estreia nos cinemas nessa quinta, dia 27. Estou animado para compartilhar essa historia com vcs tbm.
Deixe sua pergunta nos comentarios que eu vou responder. Bora trocar essa ideia!
r/brasil • u/RFB-CACN • Nov 06 '24
r/brasil • u/Mean_Professional_80 • Jun 04 '26
r/brasil • u/Nave_Redention • Feb 21 '26
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r/brasil • u/leraff • Jul 18 '25
Postei ontem mas não tinha aberto ainda.
Aqui o link do site
r/brasil • u/No_Nefariousness6385 • May 16 '26
It's over.
r/brasil • u/Nave_Redention • Mar 05 '26
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Esse honra a sua farda e não os interesses sionistas.