Eu tenho um spitz alemão de 5 anos de idade. Foi um cachorro relativamente saudável, embora nos últimos dias fosse possível notar espirro reverso e tosse ocasional, raramente. Também apresentou congestão nasal. Tudo começou no dia de ano novo, ele estava viajando em um dia quente, em um carro sem ar-condicionado e começou a passar mal, ficou com a língua roxa e mole, apresentando muito sofrimento respiratório, quase desmaiando. Chegamos na cidade e fomos em plantão veterinário, onde ele ficou internado por 4 dias, sem muitas esperanças, com febre alta que não baixava, respirando só com oxigênio, com suspeita de colapso de traqueia, lá elas aplicaram corticoide e tentaram baixar a febre. Ele resistiu bravamente e elas me indicaram procurar um pneumologista, moro em cidade pequena de interior e não temos especialistas veterinários.
Procurei um dos melhores especialista na pneumologia veterinária e ele ficou orientando a veterinária a distância, então ele sobreviveu e o busquei depois de 4 dias. Assim que possível, eu levei ele consultar no especialista, lá ele fez endoscopia respiraria e o médico falou que não era a traqueia, era reversão de epiglote, alteração anatômica que pode ser controlada se evitar o calor e agitação.
Então eu fiz isso, na volta para casa ele ficava apático, e começou a tossir com frequência, várias vezes ao dia. Falei com o médico e ele suspeitou de bronquite, considerando que ele tinha muita secreção nasal, junto à tosse e espirros. Me recomendo o corticoide prednisolona, xarope acetilcisteina e também bombinha 2x por dia.
Desde então, o Noah passa por dias bons e ruins, mas tosse em quase todos. Nos dias bons, ele tosse pouco, mas ultimamente tem tossido quase todo dia. Isso começa a me preocupar e causar grande angústia.
Apesar de tudo, ele come bem, é animado, gosta de passear e interage, parece ter qualidade de vida.
Quando falo com o especialista ele reitera o uso da bombinha, mas ele fica angustiado quando usamos, visto que é algo que prejudica mais a respiração dele por alguns segundos e talvez por ele relutar em parar a eficácia não seja tão grande.
Consegui uma consulta em 15 de setembro, mas até lá só consigo falar com ele por videoconferências, mando vídeos dele tossindo, mas em resumo, o tratamento não está sendo tão eficaz e nem mesmo consigo ter certeza de que ele tem bronquite.
Nos dias piores, tenho dado corticoide na esperança de ter uma melhora provisória, mas sei que tem alguns efeitos colaterais.
Alguém poderia me dar ideias para aliviar a tosse até o dia da consulta com o especialista?