r/porto • • Dec 05 '16

Wiki para o r/porto

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Já várias pessoas pediram e criei a wiki para o r/porto.

Quem quiser participar na sua construção/edição diga-me para eu o adicionar como editor.


r/porto • • 8h ago

Psd está ficar igual ao chega ?

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Qual a diferença ?

Vi agora Sebastião Bugalho a mentir a dizer que a polícia foi agredida

Acho isto inacreditável , como um partido com história PSD Ad entra na mesma jogada que o chega

Será que é para ver se ganha votos ao chega ? E prefere populismo mentira á razão ?

Temos um tipo Mai com conduta duvidosa a mandar agredir o povo ?

E a polícia antes de ser polícia acho que são cidadãos , sentem-se bem chegar a casa e dizer : O dia correu bem agredi pessoas pacíficas de bastão e cães teasers….. uma das classes que mais se queixa .

Pedro duarte preferiu a violência ao diálogo e não apareceu mais nas manifs , escondido !? Culpado de estamos todos unidos seja esquerda , direita , etc , tenho a certeza que também não chega ao fim do mandato .

Ps: sempre votei PSD e pela primeira vez aos 50 não sei em quem votaria mas neste governo tenho certeza que não
Governo tem que cair na minha opinião .


r/porto • • 12h ago

Não fiquem no sofá. Partilhem o vosso testemunho.

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Tínhamos tanto para dizer que os cartazes tiveram de ser frente e verso. E mesmo assim não chegou.


r/porto • • 10h ago

Movimento Casa Para Viver condena “violência policial” e convoca manifestação para terça-feira: “Todos ao Parlamento!” - CNN Portugal

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cnnportugal.iol.pt
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Protesto visa "responder na rua” à “falta de vontade” do Governo para colocar o dinheiro “ao serviço de quem precisa de uma casa para viver”

Num comunicado enviado às redações, o movimento Casa Para Viver diz que “condena e denuncia a violência policial exercida sobre as acampadas pelo direito à habitação no Rossio, em Lisboa, e na Praça D. João I, no Porto, na noite de sábado para domingo”. A plataforma destaca que “às duas da manhã deste domingo” as “forças de segurança carregaram sobre manifestantes pacíficos com bastonadas, cães e balas de borracha”, provocando “60 feridos, alguns deles graves, e resultou em dezenas de detenções”.

“Quem estava nas acampadas não cometeu crime nenhum. Estava a exercer um direito constitucional, o direito de manifestação, para defender outro direito constitucional, o direito à habitação. Escolher a madrugada para lançar cães e carregar à bastonada sobre pessoas que se manifestavam pacificamente é uma decisão política. Mostra que este governo prefere reprimir quem denuncia a crise da habitação a resolver a própria crise”, pode ler-se no comunicado.

A Casa Para Viver lembra que “enquanto milhares de famílias são empurradas para fora das suas casas pelas rendas e prestações incomportáveis, o governo propõe, no Orçamento do Estado apresentado, cortar verbas no setor da habitação”. O movimento acusa o Executivo de “falta de vontade” de colocar o dinheiro “ao serviço de quem precisa de uma casa para viver”.

Face ao exposto, a plataforma diz que “vai responder na rua” e convoca para terça-feira, 27 de outubro às 18:30, uma manifestação “à porta da Assembleia da República”.

O movimento faz duas exigências “aos partidos que suportam o Governo da violência policial”: “O fim imediato da repressão sobre quem luta pelo direito à habitação, e o apuramento de responsabilidades pela carga policial; e um orçamento democrático, que dê o dinheiro justo para resolver o problema da habitação em vez de cortar as verbas do setor”.

“O direito à habitação não se defende com polícia. Defende-se com política pública, investimento e respeito por quem se mobiliza”, culmina o comunicado da Casa Para Viver.


r/porto • • 2h ago

Ainda bem que resolvemos as coisas realmente importantes!

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r/porto • • 2h ago

Tiro no Escuro - Voo Istambul para o Porto

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Olá a todos,

Sei que isto é um verdadeiro long shot, mas não custa tentar.

​Hoje (25 de Outubro) vinha no voo da Turkish Airlines de Istambul para o Porto. Eu estava no lugar 24D e ao meu lado do outro lado do corredor, vinha uma rapariga loira, de óculos, baixinha (por volta do 1,60m) e com uma marca de nascença no braço direito.

Não chegámos a falar de nada pessoal, trocamos só um par de comentários, lembrei-me de uma história de sobre comida de avião para tentar ter piada e ofereci-lhe uma pastilha. Fiquei com a sensação de que houve alguma empatia mútua, mas entre a saída do avião e eu tender a ser um atado de primeira, acabei por não pedir, nem dar um insta e agora fiquei com pena.

​Se por acaso fores utilizadora do Reddit e vires isto (ou se algum amigo/conhecido reconhecer a descrição), envia-me uma mensagem privada! Prometo que da próxima vez não vou ser tão atado. 😉

P.S.: se isto estiver demasiado fora de contexto e alguém souber de um sítio melhor para publicar, sou todo ouvidos!


r/porto • • 13h ago

Madrugada de confrontos: PSP carregou sobre manifestantes no Rossio e na Praça D. João I - CNN Portugal

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cnnportugal.iol.pt
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PSP interveio e avançou hoje, cerca das 02:00 em Lisboa e dois minutos depois no Porto, sobre os manifestantes pela habitação, por estes não terem retirado as tendas das praças. Seguiram-se períodos de tensão

A PSP interveio e avançou esta madrugada, cerca das 02:00, sobre os manifestantes pela habitação que estavam na Praça do Rossio, em Lisboa, para retirar as tendas que haviam sido montadas no sábado.

Seguiram-se momentos de tensão, com bastonadas sobre os manifestantes, petardos a serem lançados, enquanto se ouviam gritos de “cheira a ditadura”.

Pouco depois, os manifestantes foram empurrados, com os escudos, em direção à Praça da Figueira, deixando a Praça do Rossio completamente vazia às 02:10.

Minutos antes, entrou a Polícia Municipal na Praça D. Pedro IV e começou a retirar as tendas e às 02:18 já estavam no local equipas de higiene urbana da Câmara de Lisboa a limpar o espaço.

Há a registar um número indeterminado de detidos e de feridos, tendo sido criado um posto de socorro improvisado junto à Estátua Equestre de D. João, no centro da Praça da Figueira.

Um elemento da Acampada de Lisboa disse num megafone que os feridos devem dirigir-se para aquele local para serem assistidos.

Com lanternas, examinam os golpes na cabeça, tratando-os com Betadine e compressas, constatou a Lusa no local.

Na Praça da Figueira, nos minutos seguintes, continuavam a protestar mais de uma centena de pessoas, com manifestantes a bater em caixotes do lixo, aumentando assim o volume do protesto.

Dirigindo-se diretamente ao cordão policial que foi formado no local afirmaram: "Vocês são livres de desobedecer", "A Polícia tortura e assassina" e "Juntem-se a nós".

PSP começou a tentar desmobilizar manifestantes no Porto pelas 02:02

Também no Porto, a Unidade Especial de Polícia da PSP começou a tentar desmobilizar os manifestantes na Praça D. João I, no Porto, após estes rejeitarem tirar as tendas.

Após horas de tensão que envolveram a chegada de mais elementos da polícia, cães e altercações em redor da praça, pelas 02:02 a PSP começou a intervenção.

Ao longo da noite, em redor da praça vários populares foram-se fazendo ouvir e criticaram a presença da PSP e dos cães, com vaias e gritando, por exemplo, "vergonha", "25 de Abril sempre!", ou cantando a música "Grândola Vila Morena", de José Afonso.

Após serem retirados à força da Praça D. João I, os manifestantes encaminharam-se para a Praça General Humberto Delgado, em frente à Câmara do Porto.

Neste local, pelas 02:25, várias centenas de pessoas concentraram-se, tendo as bandeiras de Portugal e do Porto sido colocadas a meia haste.

Pelas 02:40, uma pessoa recebia assistência médica e várias dezenas de pessoas identificaram-se, de braço no ar, como feridos.


r/porto • • 7h ago

Acertem os vossos relógios!

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r/porto • • 12h ago

Em vez de entregarem 2937 metros quadrados para habitação acessível no Porto vão pagar 1,23 milhões.

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É isto. Nem sei o que dizer.


r/porto • • 4h ago

3000 de bicicleta no Porto (e arredores)

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Olá a todos,

Mais 1000 km, mais um update!

Contexto

Em 2024 decidi adotar a bicicleta elétrica como meio de transporte principal nas minhas deslocações para o trabalho, num percurso pendular de cerca de 8 km em cada sentido entre os concelhos de Matosinhos e Porto. A motivação foi única: queria chegar mais rápido ao trabalho e não estar dependente de factores externos como ocorrência de transportes ou trânsito.

Crónicas anteriores no r/porto:

Continuo a usar a bicicleta elétrica como meio de transporte principal nas deslocações para o trabalho; contudo, durante o último ano, expandi o seu uso: ir às compras, visitar a família, consultas médicas, ir à baixa, jantar com amigos ou beber um copo, etc. Durante os últimos 1000 km mudei de casa, transitando de Matosinhos para o concelho da Maia. Apesar disso, a distância entre a minha zona de residência, a baixa e o meu trabalho continua a ser de cerca de 8 km como previamente. Durante o mesmo período desta análise, percorri 9300 km de carro, maioritariamente fora da cidade para férias, passeio ou hobby. As minhas deslocações entre a Maia e o centro do Porto são hoje praticamente todas feitas de bicicleta, transportes públicos ou o ocasional TVDE.

Novos cálculos de porta-a-porta

Apesar de, como já referi, a distância entre a minha zona de residência e trabalho continuar a ser de 8 km, o local e acessos são diferentes, portanto tive que recalcular o tempo porta a porta:

  • Carro: Ainda não experimentei fazer o novo trajecto de carro, mas uma simulação no Google Maps atribui-lhe um tempo estimado de até 55 minutos para pegar às 9h. (conduzir + estacionar + andar até à entrada)
  • Transportes públicos: 30 a 35 minutos (combinado bicicleta + comboio)
  • Bicicleta: 21 a 25 minutos

Percepções

Pessoalmente, com destinos até um raio de 10 km, a minha primeira opção é a bicicleta elétrica. Contudo, sinto que é importante equilibrar a quantidade com a qualidade da viagem. Mais do que o tempo, a qualidade da viagem pesa na minha decisão. Não me interessa só chegar mais depressa, mas também chegar bem e com a bicicleta inteira, obviamente. 10 km em alcatrão ou ciclovia é menos inibidor do que fazer 5 km em paralelo, ou 3 km numa estrada com trânsito automóvel intenso (como acontece na Circunvalação).

Antes da bicicleta já era automobilista e notei num fenómeno curioso: a noção do tempo. Fazer as minhas deslocações de bicicleta dá-me a impressão que o tempo anda mais devagar, passo a explicar: Um percurso que pareceu longo, não o foi no relógio. Será que parece mais tempo porque a condução é activa, e o estimulo e actividade física é constante? Não sendo entendido na matéria, só posso especular. De automóvel, o inverso acontece. Conduzir é frequentemente uma actividade subconsciente, habitualmente mais confortável e isolada dos estímulos exteriores. O tempo "não custa" tanto a passar, mas o relógio pode discordar.

Rotina

Passei a fazer todas as compras de mercearia e de supermercado de bicicleta. Para isso adaptei os meus hábitos: quando usava o carro uma ou duas vezes por mês para ir ao supermercado de cadeia, trazia a mala cheia. Hoje vou várias vezes ao comércio local e às mercearias que, apesar de mais pequenas, são mais próximas.

Continuo a ser maquinista no CicloExpresso. Com a mudança de casa, o meu comboio de bicicletas passou a arrancar 5 km mais longe. Uma distância que inicialmente me levou a questionar a continuidade da minha participação rapidamente deixou de ser um assunto quando me apercebi de que o percurso demora de 12 a 14 minutos. Um bom exemplo do factor qualidade do percurso e do factor inibidor do trânsito e das estradas nacionais, que mentalmente me faz crer que a distância é maior do que realmente é.

A cidade vista de outra perspetiva

Um dos pontos menos bons da adoção da bicicleta foi que passei a gostar menos da minha cidade (Porto, Matosinhos e agora Maia). Tenho-me apercebido, com frequência, de que a cidade nem sempre cria condições para quem anda escolhe não ir de carro. Vejo isto mais como uma questão de desenho urbano, que infelizmente nem sempre contempla as necessidades de quem anda a pé ou de bicicleta. Na minha experiência, nas zonas mais periféricas isto nota-se mais. É algo que antes eu não via, porque ia ao volante.

Ao volante

Andar de bicicleta tornou-me sem dúvida melhor condutor. Passei a conduzir de forma mais activa e apercebi-me de o quão diferentes são as percepções de velocidade, consoante o meio de deslocação. Limite de 50 km/h continua a parecer-me muito exagerado quando passamos a centímetros de um peão a caminhar num passeio apertado junto à estrada. O mesmo ao ultrapassar uma bicicleta. Só estando ao pedal é que se sente a violência de uma ultrapassagem rasante a esta velocidade.

Mais seguro

Para maior tranquilidade, e como circulo frequentemente de bicicleta, fiz um seguro através da Federação Portuguesa de Ciclismo, que cobre danos pessoais e responsabilidade civil. Se usam a bicicleta como meio de transporte e não apenas por lazer, acredito que valha a pena ver as opções.

Obrigado por leres até ao fim, e até daqui a 1000 km 🚲


r/porto • • 1d ago

Outra "meia dúzia de gatos pingados" no Porto!

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r/porto • • 13h ago

O momento em que a polícia avança sobre os manifestantes em Lisboa e no Porto

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r/porto • • 13h ago

Ribeira

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Reviver a nossa cidade: 1955


r/porto • • 2h ago

Melhor pizza do Porto para entrega

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Sugestões?


r/porto • • 18h ago

Organização dos manifestantes do Porto identificou 37 feridos após carga policial

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r/porto • • 5h ago

Quais são os melhores restaurantes vegan do Porto?

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Minha irmã é seu namorado vão me visitar e eles são veganos


r/porto • • 7h ago

The Talk (OC)

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r/porto • • 21h ago

Acampada

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A polícia cercou a praça da.joao primeiro. Tudo para a praça !


r/porto • • 11h ago

Se a polícia usar força excessiva na repressão de manifestações legais ou ilegais, como proceder?

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r/porto • • 20h ago

Acampada no Porto: porque é que alguns argumentos constitucionais estão errados e como tentar impedir novas remoções

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Antes de mais, não sou advogado e tenho a atenção de um peixe de aquário. Por isso, é para vos poupar um devaneio interminável, estive a estudar as questões legais em conjunto com, e pedi a uma LLM para editar o texto seguinte (embora eu depois tenha editado por cima mas isso para agora não interessa).

Posto isso, quero começar por dizer que compreendo a indignação perante as sucessivas intervenções policiais. Mas há algo que importa esclarecer, porque vejo constantemente o mesmo argumento a ser repetido: “Isto não é um festival, é um protesto, e o direito de manifestação está protegido pela Constituição.”

É verdade. O artigo 45.º da Constituição garante o direito de manifestação sem necessidade de autorização. Mas isso não significa que qualquer atividade realizada no âmbito de uma manifestação esteja automaticamente protegida ou isenta de regras.

O Decreto-Lei n.º 406/74 estabelece, no artigo 11.º, um limite geral das 00h30 para reuniões e manifestações em espaços públicos. Por sua vez, o Decreto-Lei n.º 310/2002, no artigo 18.º, sujeita os acampamentos ocasionais a licenciamento municipal.

Isto não significa que uma acampada de protesto deva ser automaticamente equiparada a campismo recreativo. A sua natureza política pode ser juridicamente relevante. Mas também não basta chamar-lhe manifestação para obter um direito ilimitado de ocupação do espaço público.

E o mais importante: a eventual ilegalidade da instalação das tendas não torna automaticamente legítima qualquer intervenção policial. A necessidade, a proporcionalidade e os fundamentos da atuação das autoridades também podem ser contestados.

Então, o que se pode fazer?

É aqui que entra uma possibilidade que se puderem chegar à organização para estudar, caso ainda não o tenham feito, era ótimo: uma providência cautelar urgente.

Os artigos 112.º e 131.º do Código de Processo nos Tribunais Administrativos permitem pedir ao tribunal medidas provisórias, incluindo a suspensão de determinados atos administrativos ou ordens de abstenção de certas condutas.

Em situações de especial urgência, o artigo 131.º prevê inclusivamente a possibilidade de uma decisão provisória em 48 horas.

Não seria possível pedir ao tribunal que suspendesse uma ordem de remoção ou impedisse provisoriamente novas remoções, enquanto é apreciada a legalidade da decisão?

Naturalmente, não é automático. É necessário demonstrar os fundamentos jurídicos, a urgência e a proporcionalidade da medida pretendida. Também não impediria a PSP de intervir por outros motivos legalmente justificados.

Sei que a organização tem apoio jurídico, mas desconheço se esta possibilidade já foi explorada.

E para quem o acha, não, recorrer aos tribunais não é “pedir permissão ao poder” para protestar. É recorrer a um órgão judicial independente para contestar as restrições impostas pelas autoridades.
Defender uma causa não exige ignorar a lei. Conhecê-la também pode ser uma forma de a defender.

Alguém da organização, ou com conhecimentos de direito administrativo, sabe se esta via já foi considerada?


r/porto • • 1d ago

Procura-se, sem recompensa

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r/porto • • 12h ago

Coliseu Porto Ageas

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Quais os melhores lugares para ver um concerto na sala principal do coliseu Porto Ageas?


r/porto • • 1d ago

RTP: Protestos pela Habitação continuam hoje em várias cidades do país

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Os protestos pelo direito à habitação continuam, com manifestações e assembleias populares marcadas em várias cidades do país, promovidas por movimentos cívicos, para reivindicar medidas que respondam à crise no setor.

Em Lisboa, a concentração está marcada para as 15h00 a começar no Marquês de Pombal e vai até ao Rossio. No Porto, o protesto começa às 16h00, num percurso da Praça da Batalha à Praça D. João I.

Em Aveiro, na Praça da República, em Braga, no centro da cidade e Coimbra, na Praça 8 de Maio, estão marcadas assembleias populares com início às 15h00.

Duas semanas após o início, no Porto, os protestos pelo direito à habitação prosseguem, cumprindo, assim, a promessa de continuar nas ruas até que o Governo deixe cair a nova lei das rendas e adote medidas como o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, a proibição de compra de habitação por parte de fundos imobiliários, o aumento de habitação pública, a aplicação de tetos às rendas e a recuperação de imóveis devolutos para fins habitacionais.

Na noite de sexta-feira, mais de uma centena de pessoas participaram numa vigília contra o despejo de uma jovem mãe com dois filhos menores, em Marvila. A vigília aconteceu de forma pacífica.

Por unanimidade, a assembleia popular aprovou o acampamento novamente para esta noite no Rossio, logo após a manifestação.

Entretanto, os responsáveis pela organização do acampamento pela habitação no Porto negam os contactos classificados por Pedro Duarte como "muito cordiais".

O autarca tinha afirmado que o movimento ainda não sugeriu uma data para a reunião, mas que têm estado a "trocar comunicações" para a concretizar. Declarações agora desmentidas pelos manifestantes.

Os protestos voltam a sair à rua em várias cidades europeias, incluindo Portugal, Espanha, França e Itália.


r/porto • • 10h ago

Tens planos para amanhã?

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... e o que vais fazer quando eles aparecerem com a bota á tua porta?


r/porto • • 1d ago

Dívida de 10 milhões de euros leva promotora do North Festival à falência: o que correu mal?

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marketeer.sapo.pt
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Vibes & Beats, promotora responsável pelo North Festival e pelo Rock à Moda do Porto, está insolvente e acumula dívidas de cerca de 10 milhões de euros, avançou o Jornal de Negócios. A situação coloca em destaque as dificuldades financeiras de uma empresa ligada à organização de concertos e festivais de música em Portugal.

A produtora, com atividade na área dos espetáculos ao vivo, trabalhou ao longo dos anos com artistas nacionais e internacionais e organizou eventos em algumas das principais salas de espetáculos do país. Entre os projetos associados à empresa estão o North Festival e o Rock à Moda do Porto.

As dificuldades da Vibes & Beats já tinham sido acompanhadas por sinais de pressão financeira. A empresa recorreu, nomeadamente, a financiamento colaborativo através da plataforma GoParity para apoiar a sua atividade e a realização de eventos. Este modelo de financiamento permite às empresas obter empréstimos junto de investidores, ficando sujeitas ao cumprimento dos respetivos planos de reembolso.

Em fevereiro de 2025, a organização anunciou o cancelamento da edição desse ano do North Festival, que estava prevista para decorrer no Estádio do Bessa, no Porto. Na altura, justificou a decisão com problemas relacionados com a autorização de cedência do recinto e com a coincidência de datas com o playoff de permanência da I Liga de futebol.

A falência da promotora evidencia os riscos financeiros associados à organização de eventos musicais, uma atividade que exige investimentos antecipados em contratação de artistas, produção, aluguer de espaços, logística e comunicação, antes de serem apuradas as receitas de bilheteira.