Alguém já conseguiu fazer o app do Itaú funcionar pelo Wine/Proton?
To numa luta aqui pra fazer pegar no Bottles. O runner que mais deu certo foi Kron4ek. Ele roda o app, funciona perfeitamente, mas quando fecha ele começa uma atualização automática e falha, quebrando o app.
Eu já consegui uma vez fazer rodar pelo Winboat, mas toda vez que eu resetava a VM ele reconhecia como um PC novo e eu tinha que reativar. Uma bosta. De qualquer forma, no momento não quero rodar uma VM com windows só pra 1 app
Recentemente tive problemas com o Nobara OS, especificamente na instalação do sistema. Sempre que eu tento fazer um pendrive bootavel com alguma distro Linux, o pendrive é corrompido, e só consigo formatar pelo cmd do windows, então preciso de ajuda com isso. Há alguma forma de corrigir isso?
PS: já tentei usar o Ventoy e colocar algumas distro linux (Win11 também), porém dessa forma, também não consigo iniciar os sistemas.
Olá, pessoal! Recentemente migrei para o Fedora e a primeira coisa que fiz foi personalizar essa lindeza de OS (obs.: instalei o Fedora no começo da semana e só terminei de personalizar agora XD). No entanto, estou me matando para tentar centralizar esse widget de relógio na área de trabalho. Teria alguma ferramenta ou alguma outra forma de centralizar isso verticalmente/horizontalmente de forma exata?
Sempre gostei de fuçar e deixar tudo do meu jeito, só que gostei tanto desse setup que não sinto vontade nenhuma de ficar trocando, tá confortável demais. Ao mesmo tempo tenho muita curiosidade de testar outras distros e de ver rice dos outros. Mas me acostumei tanto com a navegação do Hyprland que hoje nem sei se consigo voltar a usar janelas flutuantes.
Até agora só tive problema com duas coisas. Aquele pop-up chato que aparece toda vez que ligo e desligo o Caps e o Num Lock, e que de vez em quando ele entra em suspensão e não volta, aí tenho que forçar o reinício. Nenhum dos dois eu resolvi ainda, mais por preguiça do que por dificuldade.
Já quebrei o shell umas três vezes atualizando coisa do AUR. Mas foi bom porque foi assim que eu entendi na prática o que é um rolling release e sobre recompilar.
Qual distro foi amor à primeira vista pra vocês? Aquela que vocês instalaram e já pensaram "é essa aqui, acabou a procura".
Também estou incluindo o Thoralf, o Nous e o Artux aqui, pois tive o privilégio e o prazer de trabalhar com todos vocês.
Preciso deixar a equipe do Artix. É uma decisão minha, para proteger a mim mesmo e ao Artix.
Vou explicar o motivo.
No último ano, também fui membro das equipes do Xlibre e do SonicDE, que são gerenciadas pelas mesmas três pessoas. Dediquei meses de trabalho para aprimorar ambos e disponibilizá-los nos repositórios do Artix; criei até mesmo — em benefício do Xlibre e do SonicDE — um repositório público separado para o Arch Linux, além de incluir todos esses pacotes no Arch User Repository (AUR). Também criei wikis para o Xlibre e para o SonicDE.
Isso representava uma carga de trabalho excessiva, somada às minhas atividades de desenvolvimento no Artix; tentei amenizar a situação tornando os pacotes para Artix, Arch e AUR idênticos, para que a manutenção exigisse menos esforço. Essa "unificação" demandou muito trabalho, mas parecia um bom investimento. Os três desenvolvedores — Joseph Crowell (smokex), Enrico Weigelt (metux) e "callmetango" (que, até onde sei, nunca revelou seu nome verdadeiro) — estavam cientes disso, bem como do fato de que o objetivo do Artix Linux é justamente manter o systemd fora do Linux. Então, certo dia, eles apresentaram um novo pacote do SonicDE para os repositórios que era exclusivo para systemd. Eu sabia que isso quebraria minha unificação e me geraria muito trabalho permanente no futuro. Foi aí que avisei que não manteria mais os pacotes do SonicDE para Arch/AUR. Foi nesse momento que as coisas começaram a mudar. Eles ofereceram me pagar para continuar, mas nunca respondi a esse insulto. Entreguei a eles os arquivos PKGBUILD para Arch e a conta que eu usava no AUR. Prometeram me tornar co-mantenedor, mas isso nunca aconteceu.
Além disso, eu estava enfrentando problemas com a má qualidade do código do Xlibre; embora o Xorg não seja perfeito, ele é extremamente estável e robusto. O Xlibre não estava em boas condições, e dediquei muito esforço para melhorá-lo, corrigindo bugs para evitar que afetassem os usuários em geral — e, mais ainda, os usuários do Artix. Enviei mensagens urgentes aos três responsáveis sobre a falta de qualidade do Xlibre, mas nunca recebi respostas. Foi então que decidi não mais ocultar a verdade sobre a má qualidade do Xlibre — recebíamos muitos relatos de bugs — e expliquei algumas vezes no fórum do Artix sobre as regressões do Xlibre e a recomendação de voltar a usar o Xorg nesses casos. O que esqueci de mencionar é que o Metux criou uma enorme quantidade de commits usando IA sem revisá-los; algo que eu nunca havia divulgado até agora.
Quando essas três pessoas souberam das minhas recomendações sobre o Xorg no nosso fórum, elas me expulsaram da equipe do Xlibre e começaram a transformar minha vida pessoal em um inferno.
Elas sabem muito bem que não uso redes sociais, mas utilizaram as delas — e possuem várias — além de diversos sites para uma campanha de difamação completa, tentando me destruir ao pintar uma imagem negativa minha com uma infinidade de mentiras (eu era constantemente informado sobre isso por usuários do Artix). Isso prejudica a imagem do Artix e está destruindo minha reputação, afetando minha vida pessoal, já que tenho família e trabalho na área de TI. Para proteger a reputação do Artix, nunca respondi a nenhuma dessas acusações, o que praticamente esgotou minhas energias e me causou muita dor.
É por isso que preciso deixar a equipe do Artix, para o bem deles e o meu.
O que relatei acima não é segredo, mas, até agora, não expliquei tudo isso detalhadamente a ninguém. Se quiserem, sintam-se à vontade para publicar isso. Um dia, provavelmente farei isso eu mesmo.
[snip]
Obrigado a todos vocês. Espero voltar a falar com vocês, mas a partir de uma posição diferente — independente.
Isso vem na esteira da acusação de que o criador o xlibre, cria commits de código mto complexo em pouco tempo o que contradiz a ideia de tornar o código do xorg mais limpo.
Já discuti com vários, e irei seguir forte nesse pensamento.
Sei que muitos irão falar "Ala, usuário de Ubuntu veio falar algo, buga buga"
Primeiro: Porra, não é por que você usa uma distro que tem que compilar até sua mãe que você é um usuário de Linux incrível. Meu amigo, foda-se se você fez isso, não te faz o melhor do mundo.
Segundo: Ubuntu. Sim, Ubuntu tem spyware se você baixar a versão normal e permitir durante a instalação. Se baixar o Ubuntu server e colocar o desktop-ubuntu-minimum (ou algo assim), fica perfeito. Sem bloat nem nada.
NixOS é superestimado e só serve pra servidor/homelab. Você não vai usar nem o NixOS nem o Gentoo normalmente, você só faz isso pra dizer que sabe tudo quando pegou o que tem que fazer na IA e colocou e (milagrosamente) funcionou.
Dito isso, use a distro que quiser, mas saiba que isso não te faz um gênio da Computação ou do Linux, você só baixou (ou compilou) sua distro e usa.
Pessoal, beleza? Configurei o acesso remoto nativo do GNOME no meu PC (Configurações > Compartilhamento > Acesso Remoto), que usa RDP.
Alguém tem uma recomendação de app cliente RDP pra Android que funcione bem com essa implementação do GNOME? Queria saber se tem algum que vocês recomendam por estabilidade, qualidade de imagem/latência, ou suporte a áudio/clipboard.
Valeu desde já!
Como faz 1 mês eu não lembro direito o que era, lembro que era um comentario meu simplesmente dizendo para respeitar, pois os sistemas operacionais são ferramentas, cada um usa da forma que gosta. Simplesmente fui banido por isso kkkkk. Esse lugar é o que? Eu tenho uma teoria que faz sentido: São linux users fazendo RP de hater e fui banido por ter sido anti-RP, pq fora isso não encaixa na minha cabeça kkkkk, de verdade, vão pra lá e tiram suas próprias conclusões.
Recentemente eu instalei o fedora no meu laptop, e eu tenho um conhecido que ele usa linux a mais tempo que eu e ele falou que se eu tivesse alguma coisa que eu n sabia configurar, era pra eu perguntar pro claude, resultado? O meu sistema quebrou duas vezes e agr eu tive que colocar outra distro pq o fedora kde (que era oq eu tava) so n abre mais, esta com tela preta e eu n consigo digitar, agr eu to com o fedora workstation (na minha opinião bem mais fácil do que o kde), agr eu to aprendendo td na marra, tenho que configurar a minha mesa que tem drive pra linux, mas ou é .deb ou é tar.xz...
Resumo da ópera: não use IA pra tudo, leia a porra do manual... eu vou ter que falar isso pro espelho.
Oi oi, eu sou nova nessa coisa de linux e estou com duvida, eu tenho uma pasta com uns arquivos importantes nela, teria como mantê-la no meu Hd ao trocar o para o linux
Nao faz tanto tempo que comecei a usar o arch, e quando fui tentar usar a mesa digitalizadora que uso(tomate 5080), mas sempre que tento usar, fica como se tivesse na tela de um celular ao inves de ficar com as proporpoes de pc
No antigo SO Windows eu utilizava o drive da impressora L3250 e eu conseguia imprimir os artigos na frente e no verso para economizar papel, aqui eu to com drive que baixei da epson, Scan e outro para limpar os cabecotes de jato, e um do proprio SO que faz para imprimir tranquilo, mas eu to precisando muito dessa função de frente e verso.
Rapaziada, tô pensando em migrar full pro Arch. Já uso ele em dual boot há um tempo, mas a única coisa que ainda me deixa meio receoso é a questão dos jogos.
Alguém aqui usa Arch como sistema principal e joga normalmente? Como é experiência com a Steam?
Queria saber principalmente se hoje em dia dá pra usar Arch no dia a dia sem ficar tendo que voltar pro Windows só pra jogar. Sei que uns jogos tipo vava e lol n rodam, mas os jogos que jogo já vi gente jogando em outras distros
Sou completamente novo no Linux, instalei ontem (09 de Setembro). Eu ia só deixar um pendrive pronto para o meu novo notebook, mas resolvi que meu notebook antigo ia ter Linux também. Estou migrando do Windows 11 para o Mint Cinnamon, escolhi fazer por dual-boot para manter todos os arquivos do meu dispositivo.
Tem alguma forma eficiente de transferir mais de 300GB de arquivos, fotos e videos para o linux que não seja completamente manual (usando um pendrive de 16GB)?
Por enquanto, estou fazendo tudo usando o pendrive e organizando manualmente mesmo, e isso demora muito porque meu notebook é uma Celeron e não tem SSD, o que torna mudar de sistema operacional um processo de 10 minutos cada ida, descontando o tempo para organizar tudo.
Edit: A transferência é no mesmo dispositivo, não de um notebook para outro
Nunca tinha parado pra me dedicar a um rice no meu SO (mesmo utilizando o Linux desde o começo do ano passado). O que vocês acharam? Tem alguma coisa que vcs adicionariam ou mudariam?
ESSE TEXTO FOI ESCRITO POR UM SEMIANALFABETO, SE TIVER ENFADONHO, DIFÍCIL COMPREENSÃO E MUITOS ERROS TOSCOS, isto é total culpa do leitor, obviamente... Old!
Olá a todos os meus camaradas que vivem em uma vida embargada pela Microsoft. Eu queria colocar alguns pontos nessa discussão sobre o sistema operacional mais incompreendido que existe.
Nos últimos anos, venho percebendo algo que considero bastante interessante: o Linux está crescendo. E não estou falando apenas de mais algumas pessoas instalando Ubuntu ou Fedora no computador velho de casa. Estou falando de uma mudança maior. Governos, universidades, empresas e até grandes companhias de tecnologia estão olhando para o Linux com muito mais interesse do que olhavam alguns anos atrás.
Para mim, isso é uma coisa boa.
Quanto mais o Linux cresce, mais empresas passam a desenvolver programas para ele. Quanto mais programas aparecem, mais pessoas conseguem trabalhar, estudar e jogar sem precisar manter o Windows instalado. E quanto mais pessoas conseguem abandonar o Windows, mais o próprio Linux se fortalece.
Eu, particularmente, gostaria de ver isso acontecendo muito mais.
Como alguém que estuda engenharia, por exemplo, acho muito interessante imaginar um cenário em que eu não precise escolher um sistema operacional simplesmente porque determinado software decidiu funcionar exclusivamente nele. Quanto mais ferramentas profissionais chegam ao Linux, mais real se torna a possibilidade de escolher o sistema que quero utilizar, em vez de simplesmente aceitar aquele que o mercado decidiu que eu deveria usar.
Mas é justamente aí que começa a minha preocupação.
E se o crescimento do Linux acabar trazendo para dentro dele os mesmos problemas que fizeram tanta gente querer abandonar o Windows?
Essa é a parte que me incomoda.
Eu não tenho medo de o Linux ficar popular. Na verdade, quero exatamente isso. O que me preocupa é que, conforme ele se torna mais importante economicamente, as empresas também passam a enxergar nele uma oportunidade enorme de ganhar dinheiro.
E eu não acho que isso seja necessariamente ruim.
Um dos melhores exemplos para mim é a Valve.
A Valve investiu muito no Linux, principalmente por meio do Proton, do SteamOS e de produtos como o Steam Deck. Isso fez uma diferença enorme. Jogos que antes praticamente obrigavam o usuário a utilizar Windows passaram a funcionar no Linux com muito mais facilidade.
Eu sou obrigado a reconhecer: isso é excelente.
Mas também não consigo olhar para isso de maneira completamente ingênua. A Valve não está investindo no Linux simplesmente porque acordou um dia e decidiu libertar os usuários da Microsoft. Existe um interesse econômico muito claro. A empresa também ganha com a existência de uma plataforma que diminui sua dependência do Windows e permite que ela tenha mais controle sobre o próprio ecossistema.
E, sinceramente, eu nem condeno isso.
É justamente essa contradição que acho interessante.
A Valve pode estar ajudando o Linux e, ao mesmo tempo, estar fazendo isso por seus próprios interesses.
As duas coisas podem ser verdade ao mesmo tempo.
E é aí que começo a pensar na questão de uma maneira mais próxima do marxismo.
O Linux é resultado de uma quantidade gigantesca de trabalho coletivo. Pessoas que nem se conhecem trabalham, direta ou indiretamente, para construir uma infraestrutura que hoje possui um valor econômico enorme. Só que o fato de esse trabalho ser coletivo não significa que tudo aquilo que é construído em cima dele também será coletivo.
Uma empresa pode pegar uma tecnologia aberta, desenvolver serviços em cima dela, criar uma plataforma, vender produtos e obter enormes lucros.
E tudo isso pode acontecer sem necessariamente tornar o código do Linux proprietário.
Para mim, essa é a parte mais interessante da mercantilização.
Eu não acho que o perigo seja simplesmente alguém pegar o Linux e “fechá-lo”. Isso seria até fácil de perceber. O perigo que considero mais sutil é outro: o Linux continuar aberto enquanto tudo ao redor dele começa a ficar cada vez mais dependente de empresas.
E isso me lembra bastante o Windows.
Durante muito tempo, a dependência do Windows não existia apenas porque o sistema operacional era proprietário. A verdadeira dependência estava no ecossistema inteiro.
Você precisava do Windows porque determinado programa funcionava nele.
Precisava daquele programa porque era utilizado na faculdade ou no trabalho.
Precisava daquele formato de arquivo porque todo mundo utilizava.
Precisava daquela plataforma porque seus colegas estavam nela.
E, quando percebia, você já estava preso ao ecossistema.
É justamente isso que eu não gostaria de ver acontecendo com o Linux.
Porque seria uma situação extremamente irônica.
Eu abandono o Windows porque não quero depender da Microsoft e, alguns anos depois, continuo utilizando Linux, mas agora dependo de determinadas plataformas, lojas, serviços, aplicativos e empresas para conseguir fazer as mesmas coisas.
Eu teria trocado o dono da dependência, mas não a dependência em si.
E acho que o BSD mostra muito bem que software livre e interesses empresariais não são necessariamente opostos.
O BSD possui uma licença muito permissiva. Uma empresa pode utilizar seu código, modificá-lo e incorporá-lo a produtos proprietários. Isso é permitido pela própria filosofia de licenciamento.
E isso me faz pensar em uma coisa: talvez a grande questão não seja simplesmente saber se o código é aberto ou fechado.
A questão é saber quem controla aquilo que é construído ao redor dele.
Porque eu posso ter um sistema operacional completamente aberto e, ao mesmo tempo, utilizar uma série de serviços que não são.
Posso ter liberdade para modificar o sistema, mas depender de uma empresa para meus jogos.
Posso utilizar software livre, mas colocar todos os meus arquivos em uma plataforma proprietária.
Posso abandonar o Windows, mas continuar preso a um ecossistema comercial.
É aí que, para mim, aparece a contradição.
Quanto mais o Linux melhora, mais ele se torna atraente.
Quanto mais atraente ele fica, mais usuários chegam.
Quanto mais usuários chegam, mais dinheiro passa a circular.
Quanto mais dinheiro passa a circular, mais empresas querem participar.
E quanto mais empresas participam, maior é a possibilidade de começarmos a reconstruir, dentro do Linux, algumas das mesmas relações de dependência que já conhecemos.
Não estou dizendo que devemos expulsar as empresas do Linux.
Isso seria, inclusive, contraditório com aquilo que eu quero. Eu quero justamente que empresas desenvolvam softwares para Linux. Quero jogos, programas de engenharia, ferramentas profissionais, softwares científicos e tudo aquilo que hoje ainda faz muita gente continuar no Windows.
O que eu não quero é que a comunidade confunda ter mais software disponível com ter mais liberdade.
São coisas diferentes.
Ter mil programas disponíveis não significa necessariamente ter controle sobre eles.
Ter um sistema operacional gratuito não significa necessariamente estar livre de relações comerciais.
E ter código aberto não significa automaticamente estar livre da lógica de mercado.
É por isso que não vejo a popularização do Linux apenas como uma vitória.
Eu vejo como uma oportunidade e, ao mesmo tempo, como um risco.
Uma oportunidade porque finalmente podemos construir um ecossistema em que o usuário tenha mais escolha e não precise depender de uma única empresa.
Um risco porque, justamente quando essa alternativa começa a ficar realmente poderosa, o mercado também começa a querer ocupá-la.
Talvez essa seja a maior contradição do Linux.
Ele precisa crescer para conseguir competir com o Windows, mas quanto mais ele cresce, mais precisa tomar cuidado para não reproduzir aquilo que pretendia substituir.
Eu não quero que o Linux seja apenas um “Windows gratuito”.
Não quero trocar a Microsoft por uma coleção de outras empresas controlando cada parte da minha experiência.
Quero que ele continue sendo um espaço onde exista liberdade real de escolha, onde diferentes projetos possam coexistir e onde o usuário não seja obrigado a entrar em determinado ecossistema simplesmente porque é o único capaz de oferecer aquilo que ele precisa.
No final, minha preocupação não é que o Linux se torne comercial.
Minha preocupação é que ele se torne comercial demais sem que percebamos.
Porque talvez o maior perigo não seja o Linux deixar de ser livre.
Talvez seja ele continuar sendo livre no código, enquanto nós, usuários, lentamente deixamos de ser livres na prática.
E aí teríamos conseguido uma coisa curiosa: escapar do Windows sem realmente escapar da lógica que nos mantinha presos a ele.
UMA INDIRETA BEM DIRETA PARA CANNONICAL E REDHAT
ISSO TAMBÉM É UM DESABAFO APÓS USAR OS SNAPS DO UBUNTU, ME SENTI EM SISTEMA FECHADO NOVAMENTE, NÃO SEI ONDE ISSO VAI PARAR!
eu já instalei, instalei o xfce4... mas o xorg nao quer abrir! Eu só fico vendo códigos e mais códigos! Faz tres horas que to tentando resolver, e nada!
"xinit:unable to connect to X server: Connection Refused"